terça-feira, dezembro 21, 2004

ÁRVORE DE NATAL

Dizia-se que quando Jesus nasceu as árvores floresceram; daí que se dê destaque aos pinheiros, árvores que estão verdejantes todo o ano e simbolizam na perfeição a vida nova e de esperança.As referências mais antigas à Árvore de Natal datam do século XVII e apareceram na Alsácia, província francesa. No entanto, várias lendas contam a origem da Árvore, entre as quais a de ter sido Martinho Lutero, no século XVI, o primeiro a adornar uma árvore com luzes no dia de Natal, como símbolo do nascimento da Luz do mundo (Jesus). Este acto depressa se difundiu, conquistando inúmeros adeptos.

A verdade é que neste século era costume na Alemanha enfeitar-se uma árvore com luzes, doces, frutos e papéis nesta altura do ano.Uma outra lenda conta que São Bonifácio salvou um príncipe que ia ser sacrificado num bosque de carvalhos por alguns druidas. Ao derrubar a árvore onde o príncipe ia ser imolado nasceu um pinheiro, que a partir de então simbolizou a paz.

Esta lenda é uma metáfora do derrubar do paganismo pelo cristianismo, pois como desde tempos imemoriais os povos de origem germânica tinham o carvalho como uma árvore sagrada, ofereciam-lhe sacrifícios humanos (neste caso o príncipe) ou de animais. Os egípcios da Antiguidade tinham como hábito levar para dentro de casa folhas de palmeira no dia mais pequeno do ano, o do solstício de Inverno, que coincide mais ou menos com o dia 25 de Dezembro. Estas folhas simbolizavam a vida, que se impunha à morte. De igual forma, os romanos adornavam a casa com pinheiros na festa invernal em honra do Deus da agricultura, Saturno (daí que a festa se denominasse Saturnalia). A tradição de enfeitar e iluminar a árvore vem igualmente de um costume pagão, que deste modo convocava de novo os espíritos das árvores. Acreditava-se que quando as folhas caíam os espíritos benfazejos que as habitavam as tinham abandonado.

A adopção da árvore por parte dos missionários teve uma cambiante: passou a ser um abeto, que tinha uma forma triangular e aludia à Santíssima Trindade. Assim se desvaneceu a simbologia pagã da árvore.

Com a cristianização, as velas passaram a simbolizar o Menino Jesus e faziam-se figuras em papel aludindo às restantes personagens do presépio.

A Árvore de Natal foi também conhecida, muito antes, como a Árvore do Paraíso, uma vez que celebrava a festa de Adão e Eva, a 24 de Dezembro. Celebrava assim a esperança e salvação, justificando também a tradição dos frutos do Paraíso a enfeitar a árvore.

Fonte: Infopédia - Porto Editora

segunda-feira, dezembro 20, 2004

PAI NATAL II


Uma outra versão conta que em tempos de paganismo havia o costume de alguém se vestir de Inverno, com longas barbas brancas, quando esta Estação começava, e ia pelas casas das pessoas comer os bolinhos e demais pitéus preparados especialmente para que ele se saciasse, não sendo assim o Inverno rigoroso. Esta figura era chamada de Velho Pai Natal. Na Idade Média era costume os criados de cada casa passarem pelas ruas no dia 6 de Dezembro e distribuírem pequenas dádivas às crianças, apesar de censurarem as que se tinham portado mal.Após a Contra-Reforma, na segunda metade do século XVI, passou a ser o Menino Jesus, principalmente nas culturas latinas de rito católico romano, a distribuir as dádivas, transferindo-se o dia da celebração do Pai Natal para o dia 25 de Dezembro. A figura do Pai Natal, criada pelo imaginário popular, não é no entanto reconhecida pela Igreja Católica, em bora seja tolerada. O fato usado por esta personagem variou desde os primeiros tempos, em que tinha uma coroa de azevinho, um carapuço em bico, achatado ou de dormir na cabeça e aparecia vestido de azul, verde, amarelo ou vermelho (remetendo talvez para a condição de bispo). A imagem que hoje conhecemos foi criada pela marca Coca-Cola na década de 1930, como campanha de Natal. A associação do frio e gelo típicos do Inverno, de uma figura bondosa e cheia de simpatia e calor e das inúmeras variações mais ou menos fantásticas da lenda de São Nicolau criou uma imagem extremamente marcante.Em Portugal, mais precisamente em Guimarães, existe uma tradição curiosa e especial, a das Festas Nicolinas. Estas celebrações em honra de São Nicolau, efectuadas em Dezembro pelos estudantes da Colegiada e da Universidade, iniciaram-se entre o século XIV e o século XV, baseadas em raízes populares. Nestas festas os estudantes saíam à rua envergando vestes litúrgicas, dançando e fazendo pequenas representações. O nome de Festas Nicolinas surgiu somente no século XIX.

Fonte: Infopédia - Porto Editora

domingo, dezembro 19, 2004

PAI NATAL

Trata-se de uma figura que evoluiu da lenda hagiográfica da personagem histórico-cristã que foi São Nicolau, bispo de Bari (Itália) que nasceu na Lícia (localidade situada na actual Turquia) por volta de 270. Pelo nome se explica que seja em certos países denominado Santa Claus (de Nicklaus), sendo também conhecido como Papá (ou Papai , no Brasil) Noel (Pai Natal, do francês Pére Noël ), entre outras denominações que variam consoante as regiões. Reza a lenda que aquele santo bispo terá gasto a sua herança a ajudar os necessitados (daí que diga a tradição que ele distribui presentes), para além de ter tido um grande carinho pelas crianças. A sua santidade em vida foi tal que chegou a arcebispo de Mira e depois de Bari. A veneração a este santo incrementou-se quando uns comerciantes de Bari retiraram as relíquias do santo de Mira, com o objectivo de as preservar dos ataques dos turcos. Como a festa litúrgica se celebra a 6 de Dezembro, tornou-se costume as crianças (sobretudo as dos países nórdicos) colocarem um sapato na chaminé para que o Pai Natal lhes deixasse uma prenda. Isto deve-se a uma tradição que diz que São Nicolau atirou, durante três noites seguidas, sub-repticiamente pela janela do vizinho, um saco com moedas por cada filha que aquele tinha, uma vez que elas não tinham dote para se poderem casar e o mesmo as tinha já destinado à prostituição. O santo de Bari terá também salvado milagrosamente três crianças de se afogarem ou serem mortas por afogamento, de acordo com várias versões da lenda do santo, pelo que é muitas vezes representado com três crianças nuas dentro de uma selha a seu lado (como na igreja de S. Nicolau do Porto).
Amanhã há outra versão...
Fonte: Infopédia Porto Editora

terça-feira, dezembro 14, 2004

Debate JSD vs JS

Caros companheiros

Não percam, na próxima Quinta-feira, dia 16 de Dezembro, na Antena 1, entre as 13:15 e as 14:00, a emissão regional do programa "Portugal em Directo".

Serão 45 minutos de debate transversal à actualidade entre os lideres das duas principais juventude partidárias algarvias - Cristovão Norte pela Juventude Social-democrata e David Martins pela Juventude Socialista - moderado pelo jornalista Francisco Piedade.

A Antena 1 emite nas frequências 88.9 e 97.6, para o Barlavento e Sotavento respectivamente.

Jantar de Natal da JSD Algarve

A Comissão Politica Distrital da Juventude Social-democrata do Algarve vai promover, no dia 19 de Dezembro de 2004, Domingo, um jantar de solidariedade e confraternização que terá lugar no Restaurante Ponte Velha em Brancanes, Olhão, a partir das 20:30 horas.

Todos os militantes e simpatizantes da social-democracia estão desde já convidados a participar na iniciativa que contará, entre outras, com a ilustre presença do companheiro Eng.º Ângelo Correia, ex-ministro da Administração Interna.

O cariz solidário da social-democracia será marcado pela doação dos fundos angariados à obra social da Santa Casa da Misericórdia de Moncarapacho.

Contamos contigo.

TRANSGÉNICOS – SIM OU NÃO?

Os Transgénicos, ou OGMs (organismos geneticamente modificados), são seres vivos criados em laboratório com técnicas da engenharia genética que permitem transferir genes de um organismo para outro, mudando a forma do organismo e manipulando a sua estrutura natural com a finalidade de obter características específicas. Não há limites para esta técnica, uma vez que é possível criar “n” combinações, como por exemplo: animais com genes de plantas, plantas com genes de bactérias, etc.

Embora a biotecnologia e a genética traga indiscutíveis vantagens para o desenvolvimento da nossa sociedade e da nossa qualidade de vida, os riscos para o ambiente e para a saúde humana associados a estas engenharias são em alguns casos muito elevados. Falando concretamente do caso dos transgénicos, os testes para provar sua segurança ainda são muito superficiais. Experiências e projectos de investigação destinados a testar a segurança ambiental são normalmente de curta duração e realizados em pequena escala (ensaios cirúrgicos e específicos). Estes testes, raramente duram mais do que uma estação, enquanto os estragos ambientais podem levar anos a tornarem-se visíveis.

Actualmente, já existem estudos que provam que algumas variedades transgénicas prejudicam gravemente o tratamento de algumas doenças do Homem e de animais. Isto ocorre porque algumas culturas possuem genes de resistência antibiótica. Se o gene resistente atingir uma bactéria nociva, pode conferir-lhe imunidade ao antibiótico, aumentando a lista, já alarmante, de problemas médicos envolvendo doenças ligadas a bactérias imunes.

É fundamental referir, que cada transgénico é muito diferente do outro, dependendo das características de cada ser vivo e dos genes que foram inseridos. Por isso, não se pode falar de um modo geral que os transgénicos são seguros ou não são seguros. Para se poder afirmar com toda a certeza que um determinado produto transgénico e seguro ou não, são necessárias avaliações individuais para cada novo produto. O gene inserido muitas vezes não produz apenas a característica desejada, uma vez que interage com o restante do código genético e tem o potencial de induzir à produção de substâncias secundárias inesperadas. São estas substâncias que podem causar alergias e outros problemas de saúde e que ao mesmo tempo são difíceis de prever nos testes laboratoriais.

Por outro lado existem alguns alimentos transgénicos que se mostram mais nutritivos do que os alimentos convencionais como é o caso do arroz dourado (Oryza sativa) que tem grandes quantidades de betacaroteno (substância que origina a vitamina A). Outros ainda, podem agregar genes responsáveis pela produção de hormonas ou substâncias químicas que ajudam a evitar doenças, como o tomate transgénico que produz flavonóides (um tipo de antioxidante) em grandes quantidades.

Em conclusão, apesar de ser prematuro fechar a porta a este tipo de alimentos, até porque as metodologias com um padrão aceitável de segurança estão em franco desenvolvimento, a realidade é que actualmente ainda é muito arriscado consumi-los uma vez que só daqui a uns anos é que nos vamos aperceber das reais implicações que estes produtos têm na saúde humana e no ambiente.

segunda-feira, dezembro 13, 2004

O Algarve e o Litoral

Em 1972, no 1º Relatório sobre Ambiente em Portugal, surgia o Algarve como sendo uma área problemática devido à pressão turistica junto do litoral, referindo-se à necessidade de executar medidas de gestão e preservação.

32 anos depois, continua-se a falar sobre a necessidade urgente de executar as referidas medidas...

Será que se pode considerar isto normal?

domingo, dezembro 12, 2004

PARABÉNS PORTO!

Após 120 minutos de muita luta por parte dos jogadores do FCP a conquista da Taça Intercontinental só foi conseguida na marcação de grandes penalidades (8-7) frente à equipa colombiana do "Once Caldas", que fez muito pouco para ganhar o jogo.

Assim, o FCP conseguiu trazer para Portugal a 25ª e última Taça Intercontinental a ser disputada nestes moldes. No global, a Europa conseguiu vencer 13 taças (2 do FCP) contra as 12 conquistadas pela América do Sul.


quinta-feira, dezembro 09, 2004

ADIAMENTO DO XVIII CONGRESSO NACIONAL DA JSD

A Mesa do Congresso Nacional da JSD informou que devido à nova e inesperada situação política, deliberou suspender a realização do XVIII Congresso Nacional, adiando para data a decidir pelo Conselho Nacional.

Por este facto, pede desculpas pelos eventuais incómodos pessoais causados.

segunda-feira, dezembro 06, 2004

ISTO É UM ESCÂNDALO!!!

Depois de uma nota deixada por um dos nossos visitantes sobre uma conversa telefónica entre Jorge Sampaio e José Sócrates, fui ao site do Jornal "O Independente" (onde este "caso" é denunciado e aprofundado) e o que lá encontramos é o seguinte: "José Sócrates soube da decisão de Jorge Sampaio de dissolver o Parlamento antes de Pedro Santana Lopes. Presidente e líder do PS terão falado na 2ª feira".

Sobre este assunto, "O Independente" ainda escreve: "Práticamente 24 Horas antes, Jorge Sampaio terá tido uma conversa telefónica com o secretário-geral do PS em que Sócrates terá transmitido ao Presidente que os socialistas estavam preparados para eleições antecipadas".

A ser verdade esta conversa, considero-a verdadeiramente chocante, tanto mais que Mota Amaral foi informado da decisão do Presidente da República pela Comunicação Social...

Se o José Sócrates tivesse transmitido ao Presidente da República que ainda não estaria preparado, será que o Governo teria sido dissolvido?

quarta-feira, dezembro 01, 2004

CHUVA DISSOLVENTE...


Jorge Sampaio resolveu dissolver o Parlamento. Há 5 meses atrás era apologista da estabilidade governativa, mostrando-se muito preocupado com o "estado" do País. Hoje, nas vésperas de se aprovar o Orçamento de Estado 2005 (instrumento essencial para a governação de Portugal) tomou esta brilhante decisão, que se reveste de grande responsabilidade e coerência política...

Ao que parece o Presidente da República ficou muito preocupado com o que se disse no congresso do PSD sobre o futuro da coligação e com a má gestão da última "remodelação" governativa. Mas serão argumentos suficientes para deitar abaixo um Governo, sobretudo na situação dificil em que Portugal se encontra?






terça-feira, novembro 30, 2004

ENERGIA DAS ONDAS

Como já todos nós sabemos, Portugal tem uma das costas mais energéticas do mundo. Infelizmente esta mais valia energética ainda não está a ser devidamente aproveitada. No entanto este cenário está a mudar uma vez que ao largo de Viana do Castelo, acaba de ser instalada a primeira central portuguesa de aproveitamento da energia das ondas.

Em breve, este gerador experimental será capaz de produzir 2 MW de energia aproveitando a diferença de pressão das ondas (sistema AWS).

Calcula-se em 20% a percentagem de energia electrica consumida em Portugal que poderá no futuro ser gerada pelas ondas do mar. Para tal será necessário instalar 45 parques de energia das ondas capazes de produzir 4.500 MW. Cada parque é constituído por 20 a 200 geradores submersos entre 50 a 80 metros de profundidade a cerca de 5 milhas da costa e distribuidos ao longo de um quilómetro de extensão.

terça-feira, novembro 23, 2004

PORTUGUESES SÃO ALVO FÁCIL PARA A SIDA!

Portugal tem a maior taxa de incidência de Sida da União Europeia e as investigações mostram que os portugueses continuam a ignorar as medidas de prevenção. O mais grave é que muitos portugueses ainda não sabem como ocorre o contágio com o HIV, o vírus que provoca a doença. Há até quem acredite que a Sida se apanha nas casas de banho públicas ou através de picadas de insectos.

É quase inacreditável, mas uma grande percentagem de adolescentes portugueses que se preparam para iniciar a vida sexual ou que acabaram de ter as suas primeiras experiências acreditam que a Sida é uma doença inventada como medida de repressão. Isto simplesmente porque não conhecem ninguém contaminado!!! Segundo um inquérito que envolveu mais de 1000 jovens, entre os 14 e os 16 anos, em escolas portuguesas de todo o país, “mais de metade dos adolescentes (54%) julgam que não correm risco de ficar infectados só porque não tem relações sexuais com pessoas que consomem drogas”. Uma percentagem considerável (32%) acha que a pílula os protege da Sida, e quase 20% dos inquiridos afirma que ao olhar para a pessoa sabe se ela tem Sida!

A ignorância sobre a doença alastra-se a todo o País e o número de infectados com Sida em Portugal pode ultrapassar os 50 mil, especialmente na faixa etária entre os 20 e os 40 anos. A ignorância é, sem dúvida, o maior comportamento de risco e o primeiro passo para se ser infectado!!!

Fonte: Revista Focus

O QUE OS OLHOS DIZEM...

Os olhos dizem muito sobre as emoções das pessoas.
Tens uma boa capacidade para identificar o estado emocional de uma pessoa?


Faz um teste rapido sobre esta capacidade em: http://istoe.terra.com.br/istoedinamica/testes/olhos/olhos_01.asp

Acertei em 5..... Foi excelente!

segunda-feira, novembro 22, 2004

Nova Distrital no PSD Algarve!

Mendes Bota é o novo presidente do PSD/Algarve. Como é do conhecimento público, a JSD manifestou, desde a apresentação deste projecto político, a profunda convicção que esta candidatura era a que melhor servia os interesses do PSD e do Algarve. Queremos congratular os vencedores, mas transmitir aos vencidos que agora importa cerrar fileiras, reforçar a coesão na consecussão dos vectores estratégicos que esta distrital delineará. Uma palavra para centenas de companheiros e amigos da JSD que, por todo o Algarve, emprestaram a sua coragem, o seu voluntarismo altruísta para que a revitalização e regeneração do nosso partido tivesse ontem, numa jornada histórica, uma retumbante e saborosa vitória!

terça-feira, novembro 16, 2004

A REALIDADE AMBIENTAL...


A política do Ambiente atravessa hoje um dos momentos mais críticos dos últimos 25 anos.

Se por um lado, nunca como hoje, os problemas atingiram tamanha gravidade, por outro, há muito que não se verificava uma tão flagrante incapacidade dos dirigentes políticos internacionais em darem respostas a uma degradação ambiental que parece já fora de controle.

Esta é a realidade nua e crua! Veja-se o exemplo das emissões de CO2...falava-se em estabilizar estas emissões no ano 2000, ao nível das de 1990. Hoje emite-se cerca de 10% mais, em relação a 1990.

Até os média! Hoje o tempo mediatico é instantâneo. As crises duram 24, 48, 72 horas, Depois é necessário criar novas imagens para alimentar a guerra das audiências! Iraque, Afeganistão, Palestina, Israel, Ribeiras Contaminadas! Tudo é grave. Tudo é urgente. Tudo é esquecido no dia seguinte!

A destruição do ambiente também tem as suas imagens choque, também proporciona aberturas de jornais televisivos. No entanto, o problema não desaparece ao ritmo das televisões. Actua como um cancro roendo dia a dia o planeta, contaminando cursos de água, infiltrando terrenos, passando substâncias tóxicas de um escalão a outro no ciclo de vida, degradando lentamente a máquina planetária, da alta estratosfera, cada vez mais empobrecida na sua camada de ozono, ao fundo dos mares cada vez mais poluídos.

E paradoxalmente nunca foi tão grande o capital de esperança não cumprida e de generosidade não aproveitada de parte da população, nomeadamente dos jovens.

Há nas questões do ambiente um défice de comunicação e de explicitação de objectivos.

Défice de comunicação porque o tempo de antena é consumido em cenas de histeria sobre a localização de incineradoras ou aterros e não sobre a análise serena do que fazer de uma sociedade de consumo que todos os anos produz mais lixo por habitante. Vamos parar para pensar por um momento.

Queremos resolver os problemas dos resíduos? Mobilizem-se todos os interessados. Sensibilizem-se as populações. Ataque-se o problema das embalagens. Promova-se a recolha selectiva e a reciclagem. Façam-se acordos de empresa ou sectoriais para a redução de consumos de matérias primas. Alterem-se os métodos de produção. Eduquem-se as crianças e os jovens para a reciclagem, promovam-se novos agentes económicos e debata-se também a questão do tratamento final do que não pode ser reduzido, reciclado ou reutilizado.

Este exemplo poder-se-ia estender a outras áreas e problemas ambientais. Não há solução possível para os problemas do ambiente se estes forem atacados apenas no final do processo, na vã e cara tentativa de minimizar as consequências sem pôr em causa as estruturas automáticas do funcionamento da economia e da sociedade.

Por comodismo, grande parte da nossa vida é um atentado quotidiano ao ambiente, pela forma como consumimos, aquecemos, transportamos e nos divertimos. A economia ignora os custos ambientais que não se reflectem nos preços dos bens e serviços. Pelo contrário, quem investe no ambiente é em muitos casos penalizado, já que é quase sempre mais barato poluir ou destruir. Por simplismo, os políticos e os jornalistas atacam os problemas pelo que é espectacular, violento ou conflitual.

O caminho passa pela pedagogia, pela reflexão, pela análise dos mecanismos ocultos que nos levam a destruir para continuar a viver com os padrões de conforto de que não prescindimos e pela acção determinada em casos urgentes ou exemplares. Assim se despertarão as consciências, mobilizarão as vontades e se forçarão os políticos a agir.

segunda-feira, novembro 15, 2004

INACEITÁVEL!!!



Independentemente do conteudo, a forma como a mensagem é exposta é inaceitável!!! Será que se justifica vandalizar as paredes das cidades (neste caso de Faro) para passar mensagens seja do que for, contribuindo desta forma para a degradação urbanistica de uma dada zona da cidade?

sábado, novembro 13, 2004

CLAROS E OBJECTIVOS - 1000 visitantes

Neste pouco tempo de vida, o Blog da JSD/Algarve "Claros e Objectivos" já atingiu as 1000 visitas!!! A JSD/Algarve agradece a todos os que por aqui passaram e que continuam assiduamente a visitar-nos.

PROTESTO CONTRA AS PORTAGENS!!!

O protesto de ontem contra as portagens na Via do Infante (A22), levaram milhares de automobilistas para a Estrada Nacional 125 (numa das maiores acções mobilizadoras de que há memória no Algarve) entupindo quase por completo, com um trafego automóvel caótico o já complicado trânsito nesta via rodoviária.

Desta forma, os algarvios demonstraram inequivocamente o seu descontentamento perante uma medida que é fortemente penalizadora para o desenvolvimento económico da região, mostrando ao mesmo tempo que a EN 125 não é nem nunca poderá ser considerada uma via alternativa à A22.

Nota negativa para os agentes de autoridade que pareciam "desconhecer" que tipo de manifestação se tratava, passando diversas multas e identificado muitos condutores, tendo inclusivé desviado trânsito para a Via do Infante...

quinta-feira, novembro 11, 2004

HOJE: "FORÇA DO ALGARVE"

Hoje, às 19 horas, irá decorrer mais uma iniciativa da JSD/Algarve. Desta feita, vamos comemorar o Dia de S. Martinho com o Magusto "Força do Algarve" no restaurante CHEERS situado na Estrada Almancil-Quarteira, com um convidado muito especial - Dr. Mendes Bota.

Poderás desfrutar, totalmente grátis, de castanha assada, vinho novo, de música latino-americana e de uns bons momentos de karaoke.

Para além dos bons momentos de convívio e de forte companheirismo como aliás são apanágio das nossas actividades, procuramos com esta acção reforçar o claro e convicto apoio da JSD e dos seus militantes à candidatura do Dr. Mendes Bota à liderança do PSD/Algarve, pelo futuro e pela afirmação do Algarve!!!

Não faltes!

NÃO ÀS PORTAGENS!!!



Esta 6 feira, às 10 horas, vamos todos rumo à EN 125!

quarta-feira, novembro 10, 2004

TONELADAS DE LIXO NA EN 125

No passado sábado, as bermas da Estrada Nacional 125 foram palco de uma campanha de limpeza onde foram recolhidas quase 11 toneladas de lixo (10 kg por cada 100 metros de estrada)!!!

Esta acção foi promovida pelo Corpo Nacional de Escutas e contou com a colaboração da Junta Metropolitana do Algarve e das 12 autarquias que a estrada atravessa.

Do diverso lixo recolhido, a esmagadora maioria eram garrafas de plástico, latas de bebida, embalagens diversas, sacos de plástico e outros objectos atirados pelos automobilistas. Perante estes dados, pode-se concluir que ainda se tem de investir muito em formação civica e ambiental neste país, pois o grau de civismo e de consciência ambiental de alguns cidadãos ainda não atingiu o patamar desejado...

segunda-feira, novembro 08, 2004

A Força do Algarve - O Jantar II

Luís Filipe Menezes foi convidado de honra de Mendes Bota. O autarca de Gaia não tem medo das disputas internas, pelo contrário: da desunião nasce a força.

Segundo o presidente da Câmara de Gaia, "os momentos mais altos do PSD foram quando soube compaginar a construção da unidade com a conflitualidade decorrente do confronto de ideias diferentes".

Para Menezes, "sempre que o PSD se fechou dentro de casa, criou clientelas, gerou os seus boys e sempre que impediu a diferença de se manifestar, definhou. Esse PSD tem-se enxertado um pouco por todo o País e é contra isso que eu me bato", afirmou.

As palavras do autarca estavam directamente relacionadas com o processo eleitoral no PSD/Algarve e, simultaneamente, pretendiam desvalorizar os argumentos da candidatura de Isabel Soares que clamam pela unidade e acusam Mendes Bota de dividir o Partido. "Esta divisão entre militantes não deve ser entendida como uma separação", mas sim como uma forma de se construir "o PSD da vitória, da diferença e do confronto", afirmou.

A ilustrar a afirmação, Menezes deu dois exemplos paradigmáticos: "quando Sá Carneiro partiu o Partido ao meio, com as opções inadiáveis, e até foram para casa 50 ou 60 notáveis que eram deputados à Assembleia da República, seis meses depois, Sá Carneiro tinha a primeira maioria absoluta em Portugal. Também um algarvio, Cavaco Silva, na Figueira da Foz, ganhou por uma vintena de votos de diferença com o Partido dividido a meio, seis meses depois era primeiro-ministro com uma maioria", lembrou.

"É nas divisões que se confrontam ideias, é nas divisões que se confrontam projectos e depois é da síntese desses projectos que se consegue gerar a unidade pela qual vale a pena lutar", sustentou.

Em mais uma referência à candidatura de Isabel Soares, o social-democrata disse que "quando há disputas locais e regionais do Partido, há sempre um grupo que, não confiando nas suas próprias forças, quer ir buscar apoio a Lisboa - para dizer que é um legítimo representante de interesses regionais junto do Poder Central: isso é um sinal de fraqueza", garantiu.

Reforçando as palavras de Mendes Bota, Luís Filipe Menezes, disse que "ninguém tem legitimidade no Algarve para dizer que quem está com o Mendes Bota é contra o líder do Partido: eu estou com o Bota e sou a favor do actual primeiro-ministro".

Para o autarca, "esta sala e esta candidatura transpiram duas coisas fundamentais - no passado, no presente e para o futuro do PSD: a união entre as bases do partido, que enchem salões, comícios, festas e ruas, sem nunca ter direito a uma fotografia no jornal, ou um lugar bem remunerado; e a presença daqueles que valem votos, os presidentes de câmaras pequenas, que sendo pequenas, são as mais vulneráveis e as que mais dependem da Administração Central. Não estão aqui muitos daqueles, poucos, que têm lugares de nomeação: têm medo de os perder se houver um poder político no Algarve a exigir os melhores para ocupar esses lugares", concluiu.

"Refundar" o PSD/Algarve

Numa sucessão de nove intervenções, Cristóvão Norte, líder da JSD/Algarve, explicou as razões que levam os jovens sociais-democratas a escolher Mendes Bota.

"Pretendíamos, quando explanamos um conjunto alargado de preocupações, que o PSD/Algarve tomasse posições, onde defendesse as legítimas aspirações e interesses dos algarvios. Infelizmente, o PSD/Algarve não agiu assim. Por isso, quando surgiu a candidatura de Mendes Bota, a JSD não hesitou, porque sabíamos que íamos ter um PSD revigorado e revitalizado. Um PSD que não negligência o seu papel fundamental e incontornável na vida política regional". Para isso, acrescentou Cristóvão Norte, "precisamos de um PSD forte, com um programa e acção política forte, forjado na vontade das bases dos militantes".

Para Cristóvão Norte, "esta candidatura é uma lufada de ar fresco, é um refundar do PSD, é um novo impulso e apoiá-la é um dever de consciência e militância", afirmou.

O líder da JSD quer "um PSD/Algarve que apoie e caucione as medidas do nosso Governo, mas não queremos que o faça de um modo cego, subserviente, ou despudorado. Precisámos de uma Comissão Política Distrital que marque a agenda política - debata e reflicta sobre o Algarve e o futuro de todos nós", disse.

Norte lembrou Francisco Sá Carneiro quando disse que a JSD devia ser a consciência crítica do PSD. Para o líder da juventude social-democrata, Mendes Bota "protagoniza esse espírito de irreverência: bate-se pelas suas ideias e convicções".

"Sem liderança"

Expressando as preocupações dos Trabalhadores Sociais-democratas, Alberto Almeida disse que "os camiões TIR vão vazios para Lisboa", uma alusão à alegada "ausência" da actual Comissão Política Distrital. Segundo este responsável, os trabalhadores algarvios "não têm tido interlocutores, alguém que transmita ao Governo os problemas da região, desde as pescas, até à questão da Via do Infante".

Barros Madeira, mandatário distrital, classificou a candidatura de Mendes Bota como de "esperança". Acusou o PSD/Algarve de "ter estado a dormir ao largo do Rio Arade". O responsável não tem dúvidas: a forma como o Partido está a ser conduzido na região "está a matar as bases" e sendo o PSD um Partido das bases, está "a matar o Partido", afirmou.

José Estevens, cabeça-de-lista à Conselho de Jurisdição Distrital disse-se "orgulhoso" por ter ido "bater à porta" de Mendes Bota. A sensação, acrescentou, "era de que o PSD/Algarve estava apático, a dormir, não existia: mas existe, só não tem liderança", acusou.

Colaço Canário, cabeça-de-lista à Mesa da Assembleia Distrital, destacou a "honestidade e capacidade de trabalho", tanto de Mendes Bota, como de toda a equipa.

Seruca Emídio, Presidente da Câmara Municipal de Loulé, mas falando a título individual, expressou as razões de natureza pessoal, institucional e política, pelas quais decidiu, sem reservas, e desde o primeiro momento, apoiar a candidatura de Mendes Bota à liderança do PSD/Algarve.

José Graça, presidente da Comissão Política de Loulé, estrutura anfitriã do jantar, reiterou o apoio "unanime e incondicional" daquela secção concelhia a Mendes Bota.


Artigo de Rodrigo Burnay/Márcio Fernandes

in Região Sul Online

A Força do Algarve - O Jantar I

Bota com Santana mas exige o direito ao protesto

Candidato garante solidariedade institucional após as eleições, mas defende que a Comissão Distrital deve demarcar-se das medidas prejudiciais para a região: só assim terá legitimidade para depois pedir votos aos algarvios

Mendes Bota garante estar com Santana Lopes e com o Governo, mas espera reciprocidade e não abdica do direito de se manifestar. A principal preocupação do candidato à liderança do PSD/Algarve, expressa durante um jantar de apoio, realizado sábado, em Loulé, foi desfazer a ideia de ser oposição, ou não estar solidário com o primeiro-ministro e os membros do Governo, uma crítica recorrente dos apoiantes de Isabel Soares. A própria presença de Luís Filipe Menezes, um indefectível - de todas as horas - de Pedro Santana Lopes, não é uma escolha inocente, espelha a preocupação de passar essa mensagem.

Perante cerca de 800 militantes, Mendes Bota garantiu que " PSD do Algarve sobre a nossa liderança, a seguir ao dia 20 de Novembro, será sempre um apoiante firme e convicto do doutor Santana Lopes e do Governo, se a sua governação, ideias e projectos se coadunarem com as necessidades do País e também com aquilo que o Algarve quer".

Bota explicou aos seus apoiantes a razão deste posicionamento: trata-se de ter, depois, legitimidade e credibilidade para pedir o apoio da população. O PSD/Algarve, disse, "tem de se demarcar" das medidas prejudiciais para a região, de forma a ter depois "credibilidade para pedir aos algarvios o voto no PSD, no Governo e em Santana Lopes". Para isso, acrescentou, "o PSD não pode estar calado, alheado, quando os algarvios queriam que ele interviesse. Connosco, o PSD não estará calado, estará em defesa das posições justas do povo algarvio".

De acordo com Mendes Bota, o primeiro-ministro "tem de reconhecer o nosso direito à queixa, ao protesto e à não resignação; mas isso não tem nada a ver com tirar o tapete debaixo dos pés de Santana Lopes - é um grito legítimo de revolta: é o nosso legítimo direito de nos manifestarmos". A título de exemplo, Mendes Bota considerou "desastrosa" a introdução de portagens na Via do Infante e "inoportuno" o lançamento de uma taxa sobre as dormidas nos estabelecimentos hoteleiros.

"Quando se fala na solidariedade com o Governo", sublinhou, "é preciso dizer que a solidariedade tem dois sentidos: nós seremos solidários com o Governo, mas o Governo tem de ser solidário com o PSD do Algarve e com os algarvios".

Apelo das bases Vs. Generais sem tropas

Acentuando as diferenças entre as duas candidaturas, Bota afirmou que volta à vida política de forma "emocionada, porque o faço pela acção das bases do meu Partido, não pela acção de qualquer estrela do firmamento político, não pela acção dos generais sem tropa, mas pela vontade dos militantes do PSD".

O candidato destacou o actual momento político, claramente, pouco favorável ao Governo e ao Partido: "não nos espera nenhum banquete sobre a mesa", disse. "Os tempos vão ser difíceis - este é, porventura, o pior momento para tomar conta do Partido Social-democrata no Algarve. São tempos de desafios eleitorais numa conjuntura internacional e nacional adversa - nada corre bem", sustentou.

No entanto, considerou, "é nos momentos de incomodidade que se vê a fibra lutadora das pessoas. Nessas alturas o PSD precisa de nós, não é quando o vento sopra a favor. É com consciência das dificuldades que aqui estou hoje, para assumir o compromisso de voltar a construir um Partido com vitalidade, a mesma que nos habituou ao longo de décadas e com a qual se afirmou".

Revitalizar, acrescentou, "é pôr as bases a discutir, é tomar posições sobre as questões mais importantes para o Algarve: nós iremos discutir se há espaço para a agricultura e para as pescas na União Europeia dos dias de hoje; se o Algarve tem, ou não, condições naturais para apostar nas energias alternativas; vamos fazer estudos aprofundados para saber, verdadeiramente, quanto investiu o Estado no Algarve e quanto arrecadou para os seus cofres". Para Mendes Bota, "o Algarve poderia estar muito melhor, se houvesse uma justa contrapartida para aquilo que é o resultado do nosso esforço e dos nossos impostos".

Recuperar a festa do Pontal

O apelo às massas, a uma forma diferente de fazer política, recuperando os tempos das grandes manifestações populares, foi outra das constantes do discurso. Nesse sentido, Mendes Bota prometeu lutar pelo regresso de uma das mais emblemáticas manifestações dos sociais-democratas: o Pontal. "Há cinco anos, a festa temática, que marcava a agenda política do País - a festa do Pontal - foi enterrada, desapareceu do nosso léxico; nós tudo faremos para o Pontal voltar a agitar a bandeira da social-democracia", concluiu.

Artigo de Rodrigo Burnay/Márcio Fernandes

in Região Sul Online

quinta-feira, novembro 04, 2004

Entrevista a Mendes Bota

"Comparar a vida com a inexistência"



Mendes Bota não tem dúvidas: quando era presidente da Distrital havia debate e tomadas de posição. A actual "inexistência" do PSD/Algarve só não é clara na "lógica de sobrevivência de alguns - poucos - dos actuais beneficiários do poder"


Região Sul (RS) - Tem tido um discurso algo cáustico em relação ao actual estado das coisas no PSD/Algarve. Uma das críticas prende-se com uma alegada subserviência ao Poder Central. A sua candidatura é contra a direcção nacional do Partido?

Mendes Bota (MB): A simples razão de existir da minha candidatura é a evidência de um profundo mal-estar das bases do Partido no Algarve. Quando uma maioria esmagadora de responsáveis pelas estruturas concelhias, sem contar com um número significativo de autarcas e militantes em geral, fazem um balanço negativo de um mandato e decidem, por iniciativa própria, avançar para uma alternativa, convidando-me para encabeçar esse movimento, é porque se chegou à conclusão de que algo tem de mudar, para conferir ao PSD/Algarve uma vitalidade perdida nos últimos anos. A minha candidatura não é contra ninguém, nem contra a direcção nacional do PSD, e muito menos contra o seu líder. É uma candidatura a favor do Algarve e em defesa dos algarvios. E por isso penso que a solidariedade dentro do Partido não funciona apenas de baixo para cima, mas também deve funcionar de cima para baixo. É uma solidariedade em dois sentidos. Tenho uma relação normal e antiga com Santana Lopes e com a maioria dos ministros do actual e do anterior Governo. E tenho a certeza de que, após o 20 de Novembro, todos iremos colaborar para enfrentarmos em conjunto os desafios eleitorais que se avizinham.

RS - Isabel Soares disse ao nosso jornal que, porventura, têm os mesmos objectivos, simplesmente divergem nos métodos e nas equipas. Concorda?

MB - Isso é uma verdade "palissiana". É óbvio que iremos divergir nas equipas, apesar de não serem ainda conhecidas, pela simples razão de que ninguém se poderá candidatar pelas duas ao mesmo tempo. Quanto aos métodos, também é simples. É só comparar o que foi o PSD/Algarve, pleno de actividade, debate, reflexão e tomadas de posição política durante os nove anos em que fui o presidente da Comissão Política Distrital (1985-2000 e 1995-1999), com o que foi o PSD durante os últimos anos. Ou seja, é comparar a vida com a inexistência. E isso está muito claro no espírito dos militantes de base. Só não está na lógica de sobrevivência de alguns - poucos - dos actuais beneficiários do poder e das suas mordomias.

"Imoral"

RS - Tem insistido em tornar público quem o apoia, ao mesmo tempo que denuncia a existência de "aliciamentos, pressões" e até "chantagens" neste processo eleitoral. O que é que tem medo que aconteça?

MB - Não tenho medo de nada. Tenho repúdio por determinado tipo de métodos de abordagem aos militantes, no sentido de os levar a inverter uma determinada opção de voto. Primeiro, não é aceitável que haja interferências de membros da direcção nacional do PSD ou de alguns membros do Governo, num processo eleitoral que só diz respeito aos militantes do Algarve. Pela posição que ocupam, têm um dever de absoluta neutralidade. Segundo, é imoral que se façam determinadas abordagens a pessoas, que mexem com a sua vida pessoal ou profissional, apenas nesta antevéspera eleitoral, quando o desprezo e o esquecimento foram a regra durante os últimos anos.

RS - Acha realmente que os resultados das eleições dos representantes das concelhias ao Congresso do PSD podem ser extrapoladas para as da liderança ao PSD/Algarve?

MB - Desde que deixei funções dirigentes no Partido, há cinco anos atrás, que o PSD/Algarve deixou de ter presença marcante nos Congressos do PSD. Desde o tempo de José Vitorino, e numa tradição a que dei sempre sequência, que o PSD/Algarve sempre apresentou a sua própria moção de estratégia e teve intervenções que deixaram marca. Nos últimos cinco anos, essa tradição foi quebrada, e nada de relevante assinalou a passagem dos Delegados do Algarve pelos Congressos do PSD, à excepção das horríveis negociações de bastidor em luta corpo a corpo para conquistar este ou aquele lugarzinho na Comissão Política Nacional ou no Conselho Nacional. Veja-se que, a direcção cessante do PSD/Algarve aponta como relevante no seu balanço de actividades o facto de ter conseguido meter cinco membros no Conselho Nacional e um(a) na Comissão Política Nacional. E depois? Em 1999, comigo, já tinha exactamente esse número de lugares, portanto não há novidade nenhuma, nem é nenhum feito extraordinário. Ademais, quem é que conhece esses doutos conselheiros? Acaso alguém numa rua do Algarve conhece os seus nomes, ou as brilhantes intervenções que fizeram? Em prol de quê e de quem? Isso é absolutamente irrelevante. Quanto ao movimento "A Força do Algarve", o que fizemos foi organizarmo-nos de forma que candidatos a Delegados das diferentes Secções concelhias, afectos ao nosso programa, fossem eleitos. E, facto dos factos, conseguimos eleger 65% do total dos eleitos. Por razões diversas, posso afirmar hoje que já não somos apenas 65%. Dos 35 militantes do Algarve, que irão estar presentes em Barcelos no próximo dia 12 de Novembro, 25 são afectos à "Força do Algarve", ou seja, 71%. Isto não significa 71% dos votos no dia 20 de Novembro. Podem ser mais, ou podem ser menos. Mas lá que candeia que vai à frente alumia duas vezes, é uma verdade universal.

Santana é réu e PSD Algarve está 'afónico'

RS - Fez um apelo ao primeiro-ministro e presidente do PSD para que mantivesse afastado do processo eleitoral "alguns dirigentes nacionais e titulares de cargos políticos" que, actuando nessa condição, estariam a "exercer pressões inaceitáveis sobre autarcas e dirigentes do Algarve, em favor de uma outra candidatura". Pedro Santana Lopes já lhe respondeu?

MB - Não respondeu, nem tinha que responder. Não lhe foi enviado nenhum questionário. Foi-lhe comunicada uma tomada de posição.

RS - No anúncio da sua candidatura disse que o Governo merecia um período de "estado de graça". Entretanto, já houve o anúncio da putativa falta de água no Algarve; a introdução de portagens na Via do Infante parece estar confirmada; e o Orçamento de Estado prevê a introdução de uma taxa municipal para o alojamento nas unidades hoteleiras. O Governo continua a merecer o benefício da dúvida?

MB - Santana Lopes é uma vítima, não é o réu. Não foi ele que desejou ser primeiro-ministro, nem adivinhava que teria de assumir a liderança do partido nas condições em que o fez. O que eu disse, e reafirmo, é que Santana Lopes não mereceu de ninguém nem um segundo de estado de graça, como se costuma conceder a qualquer Governo. Enfrentou um autêntico pelotão de fuzilamento, com zero por cento de margem de tolerância. Eu próprio saí em defesa dele, num artigo publicado no Semanário há três meses, intitulado "Chovem Pedras em Sant'Anna". Porque não gosto desta atitude de intolerância, seja dentro ou fora do PSD, nem dos comentadores nem da oposição. E foi uma defesa sincera, pois nessa altura nem me passava pela cabeça estar na situação em que estou hoje. Hoje, já não é tempo de estado de graça. Tem havido medidas penalizadoras para o Algarve e a sua economia, como as que citou, e o que lamento é que o PSD/Algarve não tenha sido ouvido nem achado por parte de quem as tomou. E que tenha reagido com o silêncio. Nem sequer eleva a voz para defender o Governo.

RS - Pretende intervir no Congresso do PSD e, em caso afirmativo, qual é mensagem que quer passar para o Partido, nomeadamente em relação ao Algarve e às medidas que têm sido tomadas, ao arrepio da vontade generalizada dos algarvios?

MB - É exactamente isso que pretendo transmitir ao Congresso e à liderança do Partido. Falar dos problemas que afligem o Algarve, falar das dores do nosso eleitorado, da classe média em geral, dar sugestões de medidas, contribuir para que dali saia uma liderança reforçada, não por um ritual de entronização, nem por um clamor evangélico de fanatismo seguidor, mas pela força da palavra, das ideias, das propostas para o País e das convicções por que se devem pautar os verdadeiros social-democratas.

in Região sul

quarta-feira, novembro 03, 2004

Convite " Magusto da JSD"

Realiza-se no próximo dia 11 de Novembro, dia de S. Martinho, o MAGUSTO da JSD—FORÇA do ALGARVE que tem como propósito, para além do salutar convívio e momento de camaradagem, sublinhar o convicto apoio dos militantes da JSD à candidatura do Dr. Mendes Bota, que marcará presença neste acontecimento, à Comissão Política Distrital do PSD Algarve. Recordo-te que esta candidatura tem merecido a concordância enfática da esmagadora maioria dos militantes da JSD e que, por isso, já foi publicamente apoiada pela Distrital que tenho o privilégio de presidir.
Este evento decorrerá no Restaurante CHEERS, na estrada Almancil-Quarteira, entre as 19 e as 21horas. Todos os presentes poderão desfrutar, grátis, de castanha assada e vinho novo, bem como de música latino-americana e karaoke.
Esta Distrital tem vindo a produzir um significativo esforço para revitalizar a JSD mas, para levar o barco a bom porto, é também indispensável que a candidatura do Dr. Mendes Bota saía vencedora do próximo acto eleitoral. Estar com esta candidatura, é estar com a JSD, com o PSD, pelo futuro e afirmação do Algarve.
Peço-te, por conseguinte, a tua comparência nesta iniciativa para transformá-la em mais um grande exemplo de militância que traduza o nosso profundo desejo de mudança nos destinos do PSD Algarve.

Cristóvão Norte

quinta-feira, outubro 28, 2004

Conselho Nacional da JSD

Com o objectivo de aprovar as linhas gerais da moção da JSD ao próximo Congresso Nacional do PSD, teve lugar em Esposende mais um Conselho Nacional da JSD, principal órgão entre Congressos.

A sessão decorreu na sexta-feira passada, tendo levado àquele concelho do distrito de Braga vários dirigentes da JSD de todo o País, que debateram animadamente o actual momento político.

Acerca do documento programático a levar a Barcelos nos dias 12, 13 e 14 de Novembro, o Presidente da JSD deu a conhecer o propósito previsto pela Comissão Política Nacional: um texto não muito extenso, abordando um pequeno núcleo de temas estratégicos.

Juventude, SMO, próximo ciclo eleitoral (autárquicas, presidenciais e legislativas), emprego, reforma da administração, política social, foram as propostas da CPN, a que se juntaram diversos contributos dos Conselheiros Nacionais, expressos nas muitas intervenções efectuadas em Esposende.

quarta-feira, outubro 27, 2004

JSD LOULÉ


JSD/Loulé "aplaude" trabalho do executivo na área do saneamento básico

A Juventude Social-Democrata de Loulé (JSD/Loulé) congratulou-se recentemente com o trabalho que a autarquia louletana tem desenvolvido em matéria de abastecimento de água e saneamento.

Os sociais-democratas destacaram o investimento que ascende a 7 milhões de euros em obras de saneamento básico, das quais fazem parte a rede de água e esgotos da Franqueada e Campina de Baixo; o abastecimento de águas e esgotos na Alfarrobeira, Rocha Amarela, Caliços, Esteval, São João da Venda, Além e Troto; a ampliação das redes de distribuição de água na zona nascente de Loulé; as obras de saneamento resultantes da remodelação do equipamento da central elevatória nº1 em Quarteira e a reabilitação da ETAR de Vilamoura.

MF/RS

27 de Outubro de 2004 | 17:48 in região sul

Assembleia Distrital

Realiza-se, no próximo sábado pelas 15h, a Assembleia Distrital da JSD Algarve que tem como propósito a eleição do representante da estrutura ao vindouro congresso do PSD.A todos os delegados distritais, solicita-se que compareçam.

segunda-feira, outubro 18, 2004

Artigo de opinião

O país está ao rubro!

O país está ao rubro!
Entre a novela Marcelo, com contornos incipientes e rocambolescos (ingredientes essenciais de qualquer enredo que sodomiza o espectador perante o écran) e a Quinta do Presidente, da Tia e do andrógino nova-iorquino – como ele próprio se intitula – só nos restam alguns resquícios, fogachos do País Real. Mas será que ainda existe País Real? Será que a Comunicação Social, particularmente o meio audiovisual, com a sua incomensurável soberania, ainda nos permite vislumbrá-lo?
Para alguns mais incautos, agora caiu o mundo. Aperceberam-se que a comunicação social não é imune a pressões políticas, económicas e sociais... e foi preciso Marcelo sair da TVI (televisão independente?...) após conversa com Paes do Amaral para se perceber isto! Por isso, não se compreende a agitação de uns e a admiração de outros, que sempre usufruíram disso mesmo. Qual cambada de puristas que se digladiam nas entranhas do sistema e se batem herculeamente por cada palmo mais insípido de terreno. Mas isto não é de agora, é de sempre...
Por outro lado, o predomínio desregrado e arbitrário que a comunicação social ostenta tem servido muitos que têm mantido carreiras políticas periclitantes jogando mão às aberturas de telejornais e às capas dos jornais. Há uns até, porventura mais astutos, que se batem por uma mera fotografia em que figuram em fundo numa manifestação de apoio a outro mais importante! Tudo isto é política, mas, infelizmente, tudo isto também tem sido jornalismo. A comunicação social não é o quarto poder, é o primeiro... e qualquer dia hegemónico! Pior, enquanto que todos os outros poderes são tutelados, este está verdadeiramente sem rei nem roque... a menos que confiemos cegamente na Alta Autoridade para a Comunicação Social...
Nos estados modernos há muito que assim é. O advento da informação sem fronteiras, sem regras, sem pudor trasladou o ser político para uma curiosa e incómoda subserviência que não salvaguarda a verdade, a aptidão e um juízo crítico sobre a res publica. Em todo este circo que abriga jornalistas e políticos estabelecem-se relações de dependência, insalubres e parasitárias. Não entre todos, mas quase todos. Ainda se vê gente de cabeça erguida, com espinha dorsal e que rejeita liminarmente tão soturnos apadrinhamentos. Mas que é feito da propalada ética, de uns e de outros? Ou seremos atreitos, avessos a isenções, neutralidades, princípios e devotamos o nosso tempo à ínfima insignificância, por vezes efemeramente recompensada, da amoralidade?
Já nada nos surpreende... é que ele, mesmo ele, o defensor dos pluralismos e das críticas, aquele que advoga a frontalidade e o primado da transparência, aquele que tão eloquentemente explana o que todos pensam, o mais insuspeito dos profetas, ele, mesmo ele, gere silêncios ensurdecedores e, num repente, passou de comentarista a político.
Quem manda que jogue as mãos a isto!



Cristóvão Norte
Presidente da JSD Algarve

quinta-feira, outubro 14, 2004

Não esquecer!

Sexta, Sábado e Domingo, vai decorrer no Pavilhão de Exposições da EXPOALGARVE/NERA (Zona Industrial de Loulé) a 1ª edição da SUL AMBIENTE - Feira Internacional de Ambiente.

Poderão visitar, o carro híbrido de tecnologia IMA, o Grupo SEPNA da GNR, as diferentes tecnologias em matéria de energias renováveis, equipamentos de medição de ruído, estações de tratamento de água, etc, etc. Os interessados poderão, gratuitamente, fazer um teste aos seus pulmões para medirem a quantidade de monoxido de carbono neles acumulados.

Quando lá chegares, dirige-te à recepção e diz que estás na Guest List da JSD. Não faltes!


segunda-feira, outubro 11, 2004

25 ANOS - XUTOS E PONTAPÉS

A maior banda de rock portuguesa está a comemorar as suas bodas de prata.
Parabéns XUTOS!

CONCLUSÕES - COLÓQUIO/DEBATE "INCÊNDIOS FLORESTAIS"


A JSD/Algarve, no passado dia 8, promoveu um Colóquio/Debate subordinado ao tema “Incêndios Florestais no Algarve” que se realizou em Faro, no auditório da Biblioteca Municipal.

Após o desastre económico, social e ambiental que a vaga de incêndios provocou na região algarvia, a JSD/Algarve considerou fundamental a realização deste evento, uma vez que surgia a necessidade de reflectir e identificar as principais falhas no combate aos fogos, bem como traçar os melhores caminhos e propor medidas concretas para que o mesmo cenário não se torne a repetir.

Foi convidado como conferencista, o Professor Doutor Nuno Loureiro, docente na Universidade do Algarve e especialista na matéria que apresentou uma excelente comunicação sobre as Causas e Consequências dos Incêndios Florestais na região algarvia.

Para a mesa de debate foram convidados o Eng.º Luís Gomes (Deputado na Assembleia da Republica e membro da Comissão Eventual de Incêndios Florestais), o Dr. José Paula Brito (Director da Direcção Regional de Agricultura do Algarve), o Eng.º João Varela (Coordenador do Núcleo Florestal do Algarve), o Comandante José Faísca (Representante do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil) e o Eng.º Luís Brás (Representante da Associação Ambientalista “Almargem”).

Ao longo do debate, concluiu-se que os incêndios no Algarve são devastadores uma vez que actualmente, apesar do aumento de investimento, em quase 20% no combate aos fogos, não há capacidade técnica nem humana para os combater. Por outro lado, foram admitidos erros na prevenção dos fogos florestais e na afectação de meios. A estes factores, juntou-se a forte onda de calor, a baixa taxa de humidade (2003 teve o Verão mais quente dos últimos 500 anos!) a desertificação e o envelhecimento das povoações do interior, as condições climatéricas semi-aridas e o relevo acidentado.

A solução para evitar ou minimizar este flagelo, uma vez que os incêndios são característicos do nosso tipo de vegetação, passa por apostar mais na prevenção, envolvendo mais as populações, nomeadamente através da sua sensibilização e formação no sector dos direitos e deveres dos proprietários e na correcta gestão do seu património florestal. Outro ponto considerado imprescindível, é definir de forma clara e adaptada à realidade qual o modelo de floresta que interessa a Portugal e ao Algarve. É de referir que este ponto está quase cumprido uma vez que foi anunciado durante o debate que muito brevemente estará concluído o Plano Regional de Ordenamento Florestal do Algarve (PROFAlgarve), sendo considerado uma “arma” fundamental para a prevenção de incêndios uma vez que, actualmente, a maioria das características da floresta portuguesa não estão devidamente cadastradas e identificadas. A partir daqui há as condições para se ter uma floresta ordenada e pluriactiva a que se terão de juntar obrigatoriamente bons asseiros, devendo-se aqui, apostar na qualidade em detrimento da quantidade.

Foi também referido a necessidade de serem criados melhores meios de prevenção e detecção de incêndios florestais através de mais brigadas de sapadores florestais, mais torres de vigia, e sobretudo apostar de forma efectiva nas novas tecnologias, nomeadamente nos Sistemas de Acompanhamento e nos Sistemas de Coordenação e Comunicação Via Satélite (GPS e SIG). Uma adequada formação aos elementos das corporações de bombeiros, da protecção civil e dos sapadores também foi considerada essencial.

No caso de ser necessário actuar, ao contrário do que na generalidade se pensa, os meios aéreos apesar de serem muito importantes e serem uma grande ajuda no combate aos fogos, só se tornam eficazes e úteis se existirem em terra bons equipamentos e material adequado, associado a meios humanos bem treinados e bem informados sobre as características climatéricas, florestais e geográficas da área de actuação.

Curiosidade: Sempre que se verificar a regra dos 30, existe sempre Risco de Incêndio Elevado. A regra dos 30 aplica-se quando a temperatura está acima dos 30ºC, a humidade está abaixo de 30% e o vento está acima de 30 km/h.

PORTAGENS - QUEM DEVE PAGAR A VIA DO INFANTE?


Nos últimos tempos não tenho ouvido falar de outra coisa que não seja, prof. Marcelo, “Quinta das Celebridades”, ou PORTAGENS! Quanto ao prof. Marcelo por enquanto não comento, a “Quinta das Celebridades” está à vista de todos portanto também não vale a pena, o que vale a pena comentar é sem duvida a ultima ideia do governo em colocar as portagens na Via do Infante, nesse caso aqui fica o meu registo.
As portagens devem ser pagas sim senhor! Mas atenção, não devem ser pagas por mim, porque uso a via do infante como forma de escapar vivo a uma viagem de carro no Algarve, também não devem ser pagas por aqueles que a usam como única alternativa para as suas deslocações diárias, e muito menos por aqueles que vivem no interior, e que a sua ultima esperança de desenvolvimento se fixa na auto-estrada. As portagens devem ser pagas por aqueles que realmente tiram grandes lucros directos da existência de uma estrada como a Via do Infante. Quem são esses? É fácil descobrir! Vamos lá ver o índice de crescimento de algumas empresas do Algarve depois da construção da auto-estrada, pois è, cá esta o gato escondido. O meu palpite vai para os grandes grupos hoteleiros, centros comerciais, empresas de distribuição e até alguns donos de restaurantes e bares, que no fim das contas ganham milhões que nem declarados são. Portanto cá estão os devedores, estes sim devem pagar em forma de portagem ou imposto extra, tanto faz. Já agora, antes que me esqueça! O utilizador pagador não é aquele que se limita a circular na estrada, esse já paga o imposto de circulação, o imposto automóvel e ainda uma taxa por cada litro de combustível, paga o suficiente, quem terá que suportar esse imposto volto a referir são aqueles que ganham directamente com o seu negócio.
by: Nuno Rio

domingo, outubro 10, 2004

VERGONHA!!!

As vedetas da nossa selecção nacional de futebol foram ontem empatar a duas bolas com o Liechtenstein que ocupa o 151º lugar no "ranking" da FIFA. É de referir que esta selecção até ontem só tinha conseguido em todo o seu historial 1 vitória e 3 empates.
Os portugueses, após estarem a ganhar por 2-0, possivelmente satisfeitos com o score alcançado, adormeceram por completo e permitiram que o Liechtenstein tomasse a iniciativa do jogo, justificando por inteiro o resultado final!
Infelizmente, ficou provado que alguns dos nossos jogadores não têm orgulho de representar condignamente a nação Lusa!!!

O QUE VALE A TERRA PARA TI?

O que vale a Terra para ti?
A Terra vale um pequeno esforço extra em cada dia. Sabias que:
Os Estados Unidos produzem cerca de 200.000.000 Toneladas de lixo por dia?
O típico homem Americano gera cerca de 10 kg de lixo por dia (aproximadamente 3650 kg por pessoa, num ano)?
Em cada duas semanas, nos Estados Unidos, as pessoas deitam fora garrafas de vidro e outras embalagens do mesmo material em quantidade suficiente para encher as 2 (agora desaparecidas) Torres do World Trade Center?
Usam a suficiente quantidade de cartões magnéticos para encher um campo de futebol com a altura das 2 Torres do World Trade Center?
Em cada três meses, deitamos fora alumínio que daria para reconstruir a Frota Mundial de aviões por inteiro? A energia poupada, caso se reciclasse uma lata de Aluminio, podia manter ligada a tua TV por 3 horas?
O alumínio reciclado usa somente 5% da energia que se necessita para fabricá-lo originalmente?
Quando reciclas uma garrafa de vidro, estás a poupar a energia que se usa para acender uma lâmpada de 100 watts durante 4 horas?
-------------------------
Quanto tempo pensas que estas coisas levam para se degradar?
O Estanho leva cerca de 100 anos.
O Alumínio 500 anos e o vidro 1.000.000 de anos.
A média de consumo de papel nos Estados Unidos, por habitante, é de 250 kg cada ano. Se fosse reciclado, cada pessoa salvaria 416 árvores de grande porte.
Uma árvore de 15 anos produz 700 sacos de supermercado.
Quando 1 Tonelada de jornais é reciclada, 3 metros cúbicos de papel de escritório são poupados e 13 a 17 árvores são salvas.
Um camião de jornais levado para reciclagem com um metro de altura, salva uma bela árvore de 10 metros de altura.
Se colocar-mos em fila camiões de recolha do lixo que diariamente recolhem o mesmo nos Estados Unidos, pode-se atingir metade da distância entre a Terra e a Lua.
Se cada um de nós fizer a sua parte na reciclagem podemos poupar muita energia e recursos naturais.
A Terra deve existir para os netos e netas dos nossos netos, está nas nossas mãos garantir que isso aconteça.
TU PODES FAZER A DIFERENÇA!!!
Fonte: desconhecida

quinta-feira, outubro 07, 2004

COMUNICADO

Considerando a análise da CPD/JSD Algarve da actual situação politico – partidária no Algarve,

Considerando a apresentação da candidatura do Dr. José Mendes Bota à liderança do PSD no Algarve,

Considerando que as principais linhas orientadoras da sua candidatura convergem com a orientação da CPD/JSD Algarve,

Considerando que a CPD/JSD Algarve se revê no espírito irreverente e corajoso do Dr. José Mendes Bota

Considerando os inestimáveis serviços que o Dr. José Mendes Bota já prestou ao PSD, ao Algarve e a Portugal,

A Comissão Política Distrital da JSD Algarve deliberou, em reunião de 01 de Outubro de 2004, por unanimidade, tornar público o apoio à candidatura do Dr. José Mendes Bota à liderança da Comissão Politica Distrital do PSD Algarve.

quarta-feira, outubro 06, 2004

NÃO ESQUECER!!!

Esta 6 feira (dia 8), às 21 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal de Faro, vai decorrer o Colóquio/Debate subordinado ao tema "Incêndios Florestais no Algarve", organizado pela JSD/ALGARVE. Não faltes!!!

PORTAGENS NA VIA DO INFANTE

Segundo uma noticia avançada ontem nos telejornais, o Governo recuou e está a ponderar a não colocação de portagens na Via do Infante! Felizmente, o bom senso recomeçou a imperar!

terça-feira, outubro 05, 2004

AS PORTAGENS E A ANEDOTA!!!

Primeiro, os algarvios poderiam ficar descansados porque não haveria portagens na Via do Infante.
Na semana passada, a politica mudava e já ia haver uma descriminação positiva e só os algarvios e empresas da região não iam pagar portagens (mas durante um período máximo de 3 anos).
Hoje, a medida já é outra: "Só não se paga portagens até 30 Km da sua residência."
É caso para perguntar: "- O que virá para a semana?"


quarta-feira, setembro 29, 2004

OLIVENÇA AMORDAÇADA!!!

Esta noticia veio no jornal Correio da Manhã no dia 26...

"Afinal Olivença é nossa ou é deles? Um punhado de portugueses decidiu invadir a cidade, para agitar a ‘vuelta’. Passaram as bicicletas, mas não passou a bandeira portuguesa – bastou um luso levantá-la, que logo lhe caiu em cima ‘la Guardia’."

Olivença escreve-se Olivenza desde aquele dia 20 de Maio de 1801, quando Espanha, com o apoio das tropas napoleónicas, conquistou, sem combate, a região até então pertencente a Portugal. A 6 de Junho a guerra chegava ao fim, com a assinatura do Tratado de Badajoz, no qual os espanhóis ficaram com o pedaço do território. Contudo, a 9 de Junho de 1815 a acta final do Congresso de Viena restitui-o a Portugal, ao retirar qualquer força jurídica a anteriores tratados. Nessa altura, ficou consagrada a ilegitimidade da retenção de Olivença por parte de Espanha. Na prática, isso nunca veio a acontecer. Por muito que seja nossa, ainda é deles.

In: Correio da Manhã online

Mais informações em: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=131852&p=22&idselect=19&idCanal=19

segunda-feira, setembro 27, 2004

JOGOS PARALÍMPICOS

A representação portuguesa nos jogos Paralímpicos em Atenas está de parabéns! Até ao momento, conquistaram 8 medalhas, 5 das quais ontem (domingo).
O score português está em: 1 de Ouro, 4 de Prata e 3 de Bronze. Apesar de já estarmos orgulhosos com esta fantástica prestação, vamos ver se ainda vêm mais....

sábado, setembro 25, 2004

COLÓQUIO/DEBATE - Incêndios Florestais


A JSD/ALGARVE, vai promover no próximo dia 8 de Outubro (6ª feira), por volta das 21H00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Faro, um Colóquio/Debate, de entrada livre, sobre “OS INCÊNDIOS FLORESTAIS NO ALGARVE”.

Vai estar presente no referido evento, o Prof. Doutor Nuno Loureiro, especialista na matéria e docente na Universidade do Algarve que fará uma comunicação inicial sobre o tema, apresentando vários dados sobre os incêndios do Algarve e de alguns estudos desenvolvidos neste âmbito. O restante leque de convidados que constituirá a mesa de debate, é composta pelo Eng. Macário Correia, presidente da Área Metropolitana do Algarve (AMAL), o Dr. José Paula Brito, Director Regional da Direcção de Agricultura do Algarve, o eng. Vítor Morais Pinto, Coordenador Regional do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil - SNBPC (por confirmar), o Eng. Luís Gomes, deputado na Assembleia da Republica e o Dr. João Santos, presidente da Associação Ambientalista “Almargem”.

A JSD/ALGARVE considera fundamental a organização deste debate, uma vez que, após o desastre ambiental, económico e social que a vaga de incêndios florestais provocou na região algarvia, surge agora a necessidade de reflectir e identificar as principais falhas bem como traçar os melhores caminhos e propor medidas concretas para que o mesmo cenário não se volte a repetir.

Não faltes!!!

sexta-feira, setembro 24, 2004

JSD Monchique, sempre a combater!

JSD/Monchique em alerta ambiental




Em comunicado enviado à imprensa, a JSD/Monchique acusa a Câmara Municipal de querer abater centenas de árvores junto às bermas de várias estradas do Concelho. Árvores que, segundo a JSD, são centenárias e até classificadas e “têm atraído milhares de turistas que encontram aí uma magnificência natural impar”.

“A JSD/Monchique não pode deixar de reprovar esta decisão do Presidente da Câmara de Monchique que, numa atitude de perfeito ditador, pretende delapidar ainda mais os recursos e a riqueza natural deste concelho sem apresentar uma alternativa credível e aceitável do ponto de vista ambiental. Área esta cuja sua acção governativa tem deixado muito a desejar e prejudicado seriamente o Património Ambiental de Monchique.”

Para a JSD/Monchique, é necessário e urgente o abate das árvores que arderam e que entretanto apodreceram, constituindo uma ameaça para os utentes das estradas. Porém, esta medida tem de ser inserida num Projecto Global de Reflorestação e não em acções irreflectidas como a presente.


quinta-feira, setembro 23, 2004

Comunicado da JSD / Loulé

Oportunismo – É esta a imagem da JS/Algarve


Surpreendente, despropositados e sem fundamento, são estes os adjectivos que encontramos para reagir aos comentários de Víctor Santos, Presidente da Comissão Organizadora da convenção regional da JS/Algarve, ao Região Sul no dia 20-09-04, quando este critica, e citamos, “outras estruturas políticas juvenis da região” pelo facto de terem, e voltamos a citar, “…feito festas, congratulando-se pela abertura do ano escolar…”.
A JSD/Loulé organiza há três anos consecutivos a “Rentrée do Estudante”. Nestas três edições o número de jovens presentes tem aumentado de ano para ano. Esta festa, como o próprio nome indica, comemora o regresso às aulas de milhares de estudantes que encontram neste evento uma forma de confraternização e diversão num ambiente animado e descontraído.

Não somos hipócritas. Não alinhamos em, e passamos a citar “seguidismos e verdades encapuçadas”. Temos a noção da forma conturbada como se está a iniciar este ano escolar. Temos a noção que o governo não está a ser capaz de dar uma resposta adequada a este problema que afecta não só milhares de professores mas também os alunos e as suas famílias. Exige-se que, no final deste processo tão conturbado, sejam apuradas responsabilidades. Este “regresso às aulas” não pode voltar a acontecer e como tal a sociedade portuguesa exige deste governo uma solução sustentada e debatida entre todos os parceiros sociais.

No entanto, não podemos deixar de marcar aqui a nossa posição sobre o oportunismo com que a JS/Algarve já nos vem habituando. Não deixa de ser curioso que esta estrutura politica da nossa região só venha dar a cara nestes momentos. É uma demonstração clara da falta de ideias, da falte de um projecto para o Algarve e para os Jovens Algarvios. Auto intitulados como “a única estrutura politica juvenil capaz de defender claramente os interesses dos jovens da região (…)”, a JS/Algarve NADA fez pela Juventude Algarvia nos últimos tempos. Para mal da nossa região a JS/Algarve praticamente não existe, não dá a cara pelas causas do Algarve, não debate e não participa civicamente. A JS/Algarve não tem moral para vir à praça pública criticar aqueles que sempre estiveram ao lado dos jovens algarvios, aqueles os defendem e sempre os vão defender.

Outra curiosidade é o facto de ser o presidente da comissão organizadora da convenção regional da JS/Algarve a fazer estas criticas. Mais uma vez o oportunismo volta a atacar os jovens socialistas. Quando há cerca de um ano atrás víamos o então candidato a líder da JS/Algarve, Fernando Correia, prometer que ia revolucionar aquela estrutura politica, ficamos na expectativa, no entanto os nossos receios concretizaram-se e este mandato que agora vai acabar fica marcado por uma inexistência inexplicável de ideias. O ainda líder da JS/Algarve leva deste mandato o mesmo que trouxe, ou seja, nada.

Pela sua história e pelo seu peso na sociedade portuguesa a JS merecia uma direcção melhor. O Algarve merece uma melhor oposição que esta.

A JSD/Loulé critica vivamente esta forma de estar na política de quem só pretende protagonismo à custa dos nossos jovens. Não nos identificamos com este tipo de pessoas. Este tipo de pessoas não é solução para a nossa região.

Voltamos a afirmar que sempre estivemos com os nossos jovens na procura de um Algarve melhor e de um melhor futuro. Podem contar connosco para fazer. Podemos contar com a JS/Algarve para criticar e desfazer.

P’la Comissão Política de Secção da JSD Loulé
O Presidente
Fábio Bota


O Aborto

Agora que já passou o Carnaval do Barco do Aborto, vou também eu arriscar a minha opinião pessoal sobre a questão do aborto.
Não é a opinião certa. É a minha.
Contrariamente à opinião de alguns companheiros jovens social-democratas, eu sou pela continuação da lei da I.V.G. conforme está, sem aberturas, ou pelo menos grandes aberturas, a despenalizações ou descriminalizações.
E porquê? Porque acredito que a vida de cada um pertence a cada um. Não acredito que pertença a Deus ou pelo menos não quero agora teorizar sobre isso. Basta-me acreditar que a vida de cada um só a si pertence para ser contra o aborto e, por exemplo, a favor da eutanásia por não aceitar que cada um não possa dispor livremente do seu direito à vida só por não estar na posse de faculdades físicas mínimas para o fazer.
Da mesma forma que a um paraplégico não deve ser imposta a vida se ele não a quiser, apenas porque não tem condições para contrariar a vontade do mundo exterior, também a um ser que cresce, é certo que dentro de uma mulher, não deve ser retirado o direito à vida apenas porque a sua hospedeira assim o entende. Não creio que o facto de ter gerado a criança dê à mãe o direito de a matar até porque o pai deverá ter iguais direitos sobre a criança e parece-me que nem os defensores mais radicais do aborto livre defendem que caso o pai entenda que não quer ser pai ele tem o direito de matar a criança independentemente da vontade da mãe.
Então, que direito tem a “mãe” para dispor do direito à vida de um ser que cresce dentro de si apenas porque é sua hospedeira?
Salvo os casos excepcionalmente graves salvaguardados na lei, não me parece que a condição económica, a condenação social ou a ameaça a um futuro mais ou menos planeado sejam condicionantes suficientemente graves para justificar a condenação à morte de um ser em crescimento.
Introduza-se a educação sexual nas escolas desde tenra idade e massifiquem-se as consultas de planeamento familiar por todo o país, particularmente nos meios mais pobres, e certamente diminuirá o número de gravidezes indesejadas.
Crie-se uma rede cada vez mais eficaz de instituições de acolhimento e agilize-se a lei da adopção, o que já está em marcha, e certamente serão cada vez menos as mães a preferir matar o seu filho em vez de deixá-lo nascer para o entregar aos cuidados de outrem. Que incómodos teria esta solução para a mãe?? Nove meses de “incómodo”, eventualmente a recriminação social de um filho ilegítimo e muito possivelmente o trauma psicológico do abandono de um filho. Mas o que é isto comparado com os traumas psicológicos e físicos de fazer um aborto. Além disso, quanto a mim, invocar a recriminação social como desculpa legítima para abortar é um regresso a uma Idade Média em que a recriminação social instigava a cometer as maiores atrocidades.
Também se invocam condições económicas para abortar por não poderem dar ao filho condições para ter uma existência feliz. Não creio que a felicidade seja função da condição económica porque todos os ricos seriam felizes e todos os pobres uns tristes. Não é assim e, por exemplo, a Suécia tem um dos maiores índices de suicídio do mundo enquanto os brasileiros são encarados como um povo feliz.
Um filho é uma dádiva. Deixem-no nascer e se não puderem ou não o quiserem criar, entreguem-no a quem queira, porque há muito quem queira.
Não me vou alongar mais mas espero que este post mereça os vossos comentários concordantes e discordantes.

120 Km/h nas AUTO-ESTRADAS


Vai entrar em discussão na Assembleia da Republica, uma proposta de alteração do Código da Estrada, prevendo-se a sua aplicabilidade a partir de Janeiro do próximo ano.

Das várias medidas anunciadas destacam-se o aumento significativo do valor das multas referentes a contra ordenações graves e muito graves, como por exemplo o uso do telemóvel ao volante, condução sob a influência de álcool, excesso de velocidade e o não uso do cinto de segurança. Estas medidas visam reduzir (e a meu ver muito bem) para metade a sinistralidade rodoviária em Portugal (uma das maiores da Europa), num prazo de 10 anos.

Outra das medidas anunciadas passa por aumentar de 40 para 50 km/h a velocidade mínima nas Auto-estradas. Até aqui tudo bem. No entanto, a velocidade máxima nas referidas vias mantém-se inalterada nos famosos 120 Km/h!

Em 1984, a velocidade máxima nas Auto-estradas era de 120 Km/h, sendo considerada a velocidade limite da garantia de segurança dos veículos. Passados 20 anos, apesar do avanço claro e evidente da tecnologia e das condições de segurança dos veículos automóveis, essa velocidade mantém-se inalterada...
Mas isto faz algum sentido? Creio que ninguém tem duvidas que, actualmente, qualquer carro do mais simples que possa existir, trava muito melhor e apresenta uma segurança muito superior a um qualquer “Topo de Gama” de há 20 anos atrás. Por isso, parece-me obvio que a "velocidade limite de garantia de segurança dos veículos" acompanhe a evolução que existiu nestes últimos anos no sector automóvel.

Vamos mas é passar a velocidade máxima nas Auto-Estradas para 140 Km/h. Afinal de contas devemos evoluir no tempo......e no mundo também!!!

quarta-feira, setembro 22, 2004

1500 Jovens na "Rentrée do Estudante"



A JSD/Loulé organizou, no passado dia 17, a sua 3ª edição da “Rentrée do Estudante”.
Perto de 1500 jovens das mais variadas idades tiveram, assim, a oportunidade de passar uma noite plena de alegria e diversão. Diversão essa que esteve a cargo de 3 Dj´s, também eles jovens de Loulé, que tiveram assim a oportunidade de demonstrar todo o seu talento, levando ao rubro as centenas de jovens presentes.

A JSD/Loulé pretendeu com esta iniciativa dar o mote para o novo ano lectivo que agora se inicia. Quis ainda criar, nesta época de regresso às aulas, um ambiente descontraído, alegre e muito divertido para todos os jovens do concelho de Loulé. Estando, a JSD/Loulé, ciente da importância da educação nos nossos tempos, esta foi também uma forma de chamar a atenção para a necessidade de uma cada vez maior aposta, de todas as entidades oficias responsáveis nesta área, nos nossos jovens bem como no ensino em Portugal. Aproveitando ainda a presença de tanta juventude, a JSD/Loulé levou a cabo, dentro do recinto da festa, uma campanha de sensibilização para alguns dos perigos a que os jovens de hoje estão expostos, tais como a problemática da sexualidade e o flagelo das drogas, através de uma decoração atraente, atrevida e informativa. Outra das iniciativas foi a distribuição gratuita de preservativos e de folhetos de informação variada.
A JSD/Loulé pretendeu ainda com esta “Rentrée” do ano escolar, incutir nos jovens louletanos a necessidade, de cada vez mais, haver em todos, uma consciência política activa e interventiva na nossa Sociedade. Despertar ainda para a necessidade de uma envolvência de todos, numa sociedade cada vez mais exigente, e com falta de pessoas de valor que se queiram dedicar socialmente, politicamente e especialmente civicamente ao nosso País. No decorrer da festa foi ainda possível a quem quisesse, aderir a “J” local, e foi com grande agrado que houve uma grande afluência de jovens a esta causa.

Em jeito de balanço a JSD/Loulé pode afirmar com grande alegria e orgulho que a “Rentrée do Estudante” foi mais uma vez um grande sucesso e como tal pretende-se dar continuidade a esta iniciativa nos próximos anos.

terça-feira, setembro 21, 2004

O que se disse sobre nós...

JSD/Algarve reclama descentralização


30.º aniversário comemorado com pensamento no futuro

Os jovens sociais-democratas reclamaram, na última sexta-feira, o avanço do processo de descentralização para o Algarve. Segundo Cristóvão Norte, que falava no decorrer do jantar de comemoração do 30.º aniversário da JSD/Algarve, a qual comanda desde Julho, só dessa maneira poderá haver "melhor vida" para os algarvios. A luta por tal medida inclui-se no programa da Comissão Política Distrital recém-eleita, essencialmente virado para uma maior participação, não só dos militantes mas de todos os jovens algarvios na vida política algarvia. "É fundamental incutir junto da juventude um salutar espírito crítico, humano e social como forma de estimular o surgimento de uma massa crítica na região", escreve-se, no programa de acção. "O futuro do Algarve está nos jovens. E, nós, só ganharemos o futuro com um Algarve participativo", resumiu o dirigente, prometendo "vitalidade, dinâmica e energia inesgotável". Aumentar o número de jovens militantes, promover um congresso sobre a juventude algarvia e fomentar a revitalização de certas concelhias da JSD pela região são alguns dos objectivos a curto prazo. Em relação à juventude, a criação de uma Faculdade de Medicina é considerada essencial para colmatar "graves lacunas", não só para dar abrigo a jovens com médias acima dos 18 mas que ficam de fora da universidade como para suprir o défice de médicos da região, assim como uma forte aposta no emprego, onde se inclui temáticas como a formação profissional, benefícios fiscais a empresas que contratem jovens e mecanismos para reforçar a ajuda a quem procura o primeiro emprego.
As comemorações dos 30 anos de JSD/Algarve contaram com a presença de Jorge Nuno Sá, dirigente máximo nacional da JSD, Isabel Soares, presidente do PSD/Algarve, José Vitorino, presidente da Câmara Municipal de Faro, entre outras figuras. No jantar de aniversário, foram homenageados antigos líderes da JSD/Algarve, entre os quais Vasco Grade, Álvaro Viegas, Filipe Mateus, Joaquim Guerreiro, Fernando Viegas, Nuno Silva, Paulo Alentejano e Nuno Vaz Correia. Refira-se que a receita apurada no jantar reverteu totalmente em favor do Instituto D. Francisco Gomes, local que acolheu a iniciativa, uma forma de os jovens sociais-democratas prestarem "solidariedade e ajuda aos carenciados".

in Região Sul

sexta-feira, setembro 17, 2004

domingo, setembro 12, 2004

Dá que pensar....

Por cada três activos, há dois portugueses a receber pensões, rendimento mínimo ou subsídio de desemprego.

Por cada três portugueses que trabalham, há dois a receber prestações sociais. Segundo o «Retrato Territorial de Portugal», ontem divulgado pelo Instituto Nacional de Estatistica, o número de beneficiários de pensões de invalidez, velhice, de sobrevivência e de rendimentos provenientes do fundo de desemprego e do rendimento mínimo garantido eleva-se a 3,5 milhões, representando 64% da população activa em 2003.

in: site do Jornal Expresso

sábado, setembro 04, 2004

Rentrée do Estudante em Loulé



Mais uma iniciatica da JSD/Loulé.

Depois do Jantar dos 30 anos da JSD/ALGARVE, vamos todos rumo a Loulé!!!



quinta-feira, setembro 02, 2004

JANTAR DOS 30 ANOS DA JSD/ALGARVE



No dia 17 de Setembro (6ª Feira), por volta das 20 horas, vai decorrer em Faro, no Instituto D. Francisco Gomes – Casa dos Rapazes, o jantar comemorativo dos 30 anos da JSD/Algarve, que terá um cariz benemérito, uma vez que a totalidade da receita apurada reverterá a favor do Instituto anfitrião.



Neste jantar, serão homenageados todos os ex-presidentes da JSD/Algarve e estarão presentes Fernando Negrão (Ministro da Segurança Social, Familia e Criança), Carlos Martins (Secretário de Estado do Turismo), entre muitas outras individualidades.

Não faltes!!!

quarta-feira, setembro 01, 2004

O LITORAL ALGARVIO! Um bem a preservar...


O litoral tem vindo a adquirir nas últimas décadas uma grande importância, pois apesar de toda a faixa costeira mundial totalizar somente 500.000 km de comprimento, nela encontra-se aproximadamente 80% da população mundial. Aqui, estão centralizadas as principais actividades industriais e os grandes focos de decisão política, económica e social a nível mundial. Estes factores, são em parte, os grandes responsáveis pelo “êxodo” migratório das populações que em busca de melhores condições de vida rumam ao litoral contribuindo assim para o envelhecimento, para a desertificação e para o abandono das regiões interiores.

O Algarve não é excepção e para além de se observar de forma clara o fenómeno anteriormente descrito, acresce o facto da população desta região praticamente triplicar nos meses de Verão, sobretudo com turistas, que “visitam” as nossas praias devido às suas excepcionais características ambientais e paisagísticas, a que se alia as óptimas condições climatéricas.

No entanto, o litoral é uma zona extremamente sensível e dinâmica, estando sujeita a grandes variações e transformações num curto espaço de tempo, provocando muitas vezes uma convivência pouco pacífica com a ocupação humana devida em grande parte aos episódios sistemáticos de erosão costeira, galgamentos, assoreamentos, alterações sazonais dos perfis das praias e destruição de dunas.

Até à data, tem sido consentido quer à indústria hoteleira quer mesmo à expansão urbana de diversas cidades, um tipo de ocupação da faixa do litoral que proporciona rapidamente a degradação e a desvalorização da qualidade ambiental e paisagística através da construção exagerada e concentrada de vários empreendimentos e construções de fraco enquadramento urbanístico, paisagístico e altamente prejudiciais a nível ambiental. O insólito é que estas construções são feitas em nome do desenvolvimento económico e da “modernização” da nossa região e até do nosso país, mas que afinal de contas “matam” as características naturais e paisagísticas que o turista de qualidade procura e que torna o Algarve tão “apetecível”.

Se esta filosofia de desenvolvimento económico continuar, o futuro das nossas praias será muito preocupante quer em termos ambientais, através da destruição e da descaracterização da faixa costeira, quer em termos económicos, com a fuga de turistas de qualidade e ambientalmente responsáveis para locais paisagisticamente mais agradáveis, abrindo completamente as portas do Algarve ao turismo de massas que tem um menor poder de compra.

Para combater este cenário nada animador, torna-se fundamental criar e sobretudo aplicar políticas correctas e concretas de ocupação do território, tendo sempre em atenção que as obras fixas e pesadas de defesa costeira têm por vezes consequências desastrosas no equilíbrio destes sistemas se não forem correctamente estudadas e planeadas.

Só assim se poderá criar, num futuro próximo, um padrão de ocupação racional da faixa litoral e promover um correcto desenvolvimento sustentável, respeitando e valorizando os parâmetros ambientais típicos do litoral pondo termo ao processo de ocupação desordenado que tem afectado o Algarve sobretudo nos últimos 30 anos.

Bruno Lage

terça-feira, agosto 31, 2004

Saem as pessoas, Entram os Fogos


Malandros! Bandidos! Incompetentes!... Gritava uma velha senhora com as mãos postas ao céu enquanto as chamas devastavam o pouco que conseguiu juntar durante uma vida inteira de sacrifícios. Desesperada olhava para cima dando, inconscientemente, a ideia de que aqueles a quem se referia estariam num patamar superior, hierarquicamente acima de si.
De facto, desde que Portugal deixou de ser um país rural nas décadas de 80/90, esta Gente ficou quase que entregue a si mesma. Longe de tudo, viu-se abandonada por todos; pelos filhos, pelos políticos e até, progressivamente, pelo pensamento de que melhores dias virão. Os poucos votos que juntos representam não chegam para dar voz às suas exigências, às suas necessidades.
Portugal é hoje um país virado para o litoral, que não olha para o seu interior, para um mundo que vê sair as pessoas e entrar os fogos, onde todos os anos são sacrificados pelos incêndios milhares de hectares de floresta, de património, de riqueza, de Vida.
Inconformados e habituados a aprender alguma coisa com as agruras da vida, muitos perguntam o que aprendemos com os incêndios do Verão passado? Lamentavelmente apenas a não confiar nos políticos, nos autarcas e nos governantes.
Depois da elaboração do tão apurado documento onde estão diagnosticadas todas as necessidades e falhas dos incêndios de 2003, o famoso “Livro Branco”, esperávamos ver implementadas as medidas aí apontadas como prioridades na prevenção e combate aos fogos florestais.
Na realidade o que verificamos hoje no terreno? Ausência de medidas de prevenção e ordenamento florestal; Falta de vigilância; Ineficácia na coordenação de pessoal e de meios no combate aos fogos; Estradas e caminhos por limpar; Asseiros insuficientes, enfim, uma série de fragilidades e muita incompetência que nos fazem acreditar que no próximo ano a cena se repetirá.
É triste ver Monchique ser completamente destruído, sem que tenha havido uma resposta capaz de combater esta calamidade. Mas afinal, o que se poderia esperar de um concelho que se afirmou declaradamente florestal, mas que o fez de uma forma completamente desordenada? Que nunca teve uma estratégia nem sequer um “Plano Municipal de Prevenção de Fogos Florestais” e que depois do que aconteceu em 2003, não foi capaz de realizar qualquer “Projecto para Vigilância e Prevenção de Incêndios” apesar da Direcção Geral de Recursos Florestais lho ter proposto atempadamente?
É curioso ver hoje o Presidente da CMM fugir airosamente das suas responsabilidades, saberá ele que “ninguém cometeu pior erro do que aquele que nada fez só porque poderia fazer pouco”?
Se ao nível do Poder Central não existir uma efectiva intervenção, uma mais eficaz resposta e aplicação das medidas já apontadas, continuaremos a assistir ao jogo do empurra, com trocas de acusações entre autarcas e Governo sem quaisquer consequências práticas e as medidas necessárias e urgentes por concretizar.
Se quase todos já perceberam que não é com submarinos que se combatem os incêndios, também já devem ter constatado que não é com discursos nem com planos de intenções que tal se consegue.

Rui André
(In Barlavento de 12 de Agosto de 2004)

Incêndios Florestais no Algarve

Após o desastre ambiental, económico e social que a vaga de incêndios florestais provocou em Portugal em 2003, eis que o mesmo cenário se repete este ano de forma ainda mais gravosa, pelo menos no sul do nosso país. Das medidas apontadas no "Livro Branco de Incêndios Florestais", encomendado pelo Governo, praticamente nenhuma foi aplicada o que revela que pouco ou nada se aprendeu com a calamidade do Verão passado.

Ainda mais grave se torna, quando desde o inicio do corrente ano, foi implementado um imposto/ecotaxa de meio cêntimo por litro de combustível de modo a serem disponibilizadas verbas para o combate a situações deste género. De facto o investimento no combate aos fogos aumentou ligeiramente, mas os resultados práticos deste investimento não se estão a ver.

Ironicamente, até foi uma destas medidas que contribuiu para o cenário desolador que se assiste agora na região algarvia, através de uma Carta de Risco de Incêndios onde o Algarve não estava englobado nas zonas de maior risco. Em virtude dessa decisão, o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC), que organiza e distribui os meios aéreos e determina o nível de intervenção dos reforços, só já tarde, quando a situação se encontrava totalmente descontrolada, accionou os meios adequados ao combate dos fogos algarvios.

Como é possível, que os técnicos do Instituto Superior de Agronomia, que elaboraram a Carta de Risco de Incêndios, tenham colocado praticamente todo o Algarve numa zona de "Baixo Risco"?

Como é possível que o Algarve seja uma zona de Baixo Risco de Incêndios, quando esta região é uma das zonas mais quentes do País e simultaneamente com uma taxa de humidade baixa, amplificando deste modo o risco de incêndio?

Como é possível considerar-se baixo risco de incêndio quando as poucas linhas de água existentes nesta região no Verão praticamente não existem, contribuindo para a secagem da vegetação e para a pouca humidade nos solos? Porque motivo não levaram em consideração o facto de a Serra Algarvia apresentar um conjunto de solos bastante pobre e com elevado risco de erosão e que por isso é fundamental preservar a todo o custo a cobertura vegetal existente para evitar o agravamento da situação? Porquê que não levaram em consideração que na Serra Algarvia a cultura do Medronho é bastante significativa e que esta cultura contem uma elevada carga combustível?

Se estes factores tivessem sido devidamente ponderados, estou convicto que, com toda a certeza, toda a Serra Algarvia seria considerada uma zona de Alto Risco de Incêndios, como afinal de contas se veio a verificar pelo pior modo.

Agora só nos resta esperar pelos subsidios do Governo e mendigar uns apoios europeus....

A melhor forma de combater os Incêndios Florestais, passa obrigatoriamente pela prevenção. Para que isso aconteça é necessário aumentar o número de Guardas Florestais, aumentar o número de Torres de Vigia, implementar sistemas de vigia via satélite, exigir, mas também facilitar e fornecer os meios, para que os proprietários limpem os seus terrenos e, por fim, combater a desertificação humana do interior do nosso país.
Será ainda necessário adquirir mais e melhores equipamentos de combate aos incêndios, sobretudo para as corporações de bombeiros do interior e investir de forma efectiva na formação dos Bombeiros, que apesar da toda a sua boa vontade e forte empenho na luta contra os incêndios florestais continuam a denotar um deficit de conhecimento e de formação nesta área.

Outro ponto importante, passa por rever todo o sistema de coordenação e chefia do combate aos fogos visto que não são raras as vezes que se constata no terreno falhas clamorosas de comunicação entre as várias equipas de intervenção. Só assim se poderá fazer frente a um problema que provoca anualmente inúmeros estragos e prejuízos.

Entretanto, para já, há que promover uma reflorestação, que se espera devidamente planeada e ordenada com espécies autóctones, respeitando deste modo os valores ambientais e económicos das áreas afectadas.

Bruno Lage

quarta-feira, agosto 25, 2004

Incêndios no Algarve e Estado de Calamidade

1. No passado mês de Julho vários concelhos do Algarve foram palco de mais uma voraz onda de incêndios que vitimou cerca de 50 mil hectares de terrenos agrícolas e florestas de propriedade privada, desmembrando a já débil e delicada situação económico-social dos milhares de cidadãos afectados, aos quais manifestamos a nossa solidariedade;

2. Apesar do envelope financeiro que o governo decidiu atribuir, esperávamos medidas mais incisivas que de uma forma consistente e duradoura salvaguardassem o sustento dos lesados e lançassem um bem estruturado e ambicioso programa de reflorestação e reposição das culturas afectadas que pudesse minimizar, no mais curto espaço de tempo, o efeito aniquilador da catástrofe. Neste particular, subscrevemos a didáctica defendida pelo Presidente da Área Metropolitana do Algarve, Engº Macário Correia, que considerou insubstituível a declaração de calamidade pública no sentido de produzir efectividade e amplitude aos diplomas aprovados pelo Conselho de Ministros. Além do mais, esta declaração poderia fornecer, à imagem do sucedido no ano transacto, um expressivo apoio da União Europeia que estas populações não podem de modo algum negligenciar;

3. Este Algarve não pode continuar a arder, sob pena da desertificação avançar, a nossa diversidade e complementaridade perecer e padecermos duma grave enfermidade económica, social e ambiental. Temos de combater a impunidade destes acontecimentos e zelar para que os meios e a coordenação não faltem, sejam accionados de modo correcto e atempado, organizando, se necessário uma Corporação de Bombeiros Regional afectando-lhe os instrumentos necessários e suficientes para prevenir e vencer estas adversidades;

4. Apelamos a todos os que têm responsabilidades políticas no sentido de não esmorecer no seu esforço para que estes trágicos acontecimentos se repitam, defendendo intransigentemente o interesse do Algarve e dos Algarvios.

quinta-feira, agosto 19, 2004

JSD ALGARVE TEM NOVA COMISSÃO POLÍTICA DISTRITAL

No dia 24 de Julho decorreu, em Faro, sob a presidência do companheiro Pedro Alves, Deputado da Assembleia da República, a eleição da Comissão Política Distrital da JSD de Faro. O acto confirmou Cristóvão Norte como Presidente da CPD da JSD/Algarve, sendo a lista completa a seguinte:

Presidente
Cristóvão Norte - Faro

Vice – Presidentes
Rui André - Monchique
Nuno Lisboa - Albufeira
David Coelho - Loulé

Secretário – Geral
José Damásio - Olhão

Vogais
Ricardo Barros - Portimão
João Amado - Portimão
Pedro Cláudio - Faro
Pedro Viegas - Faro
Bruno Lage - Faro
Irina - Olhão
Sílvia Teixeira - Loulé
Paulo Dias - Albufeira


Para presidir à Mesa do Conselho Distrital foi reeleito o companheiro Thierry Veneranda, de Faro.

As prioridades desta Comissão Política passam pela revitalização das Concelhias da JSD no Algarve, procurando que em todos os Concelhos esteja formalizada uma estrutura que dê voz aos anseios dos jovens e procure soluções para os seus problemas.
Para aproximar os jovens da política e da causa pública, a CPD/JSD Algarve pretende promover debates regulares, acerca dos mais variados problemas, para formar e esclarecer a sociedade civil. Para tal, pretendemos inclusive convidar para os debates outras juventudes partidárias para, sem tabus nem preconceitos, esgrimir argumentos e escalpelizar o que de melhor e pior encerra cada questão, acreditando, no entanto, que as virtudes das nossas posições as farão vingar junto dos jovens algarvios.