segunda-feira, janeiro 31, 2005

FESTA DA JUVENTUDE EM VILA VERDE

Numa extraordinária prova de mobilização e entusiasmo, a JSD juntou cerca de 1700 jovens em Vila Verde para a Grande Festa da Juventude. Esta organização conjunta da CPN e da CPD/Minho foi o arranque da campanha da JSD, resultando num notável sucesso, quer pelo colorido da iniciativa quer pela importância do evento em si.

Pedro Santana Lopes defendeu a descida de impostos para as famílias portuguesas, através da declaração separada de rendimentos dos cônjuges e a diminuição dos impostos que recaem sobre o sector automóvel, ao mesmo tempo que garantiu governar, «não a pensar nos que já vivem de forma desafogada, mas naqueles que têm menos», lembrando, a propósito, as medidas constantes do Orçamento de Estado como «a descida do IRS que já se faz sentir nos bolsos dos portugueses no final deste mês».

A finalizar, teceu um enorme elogio à vivacidade e mobilização da JSD, dizendo-se emocionado com a recepção. O Primeiro-Ministro fez ainda questão de realçar a entrega e a força das convicções da Juventude Social Democrata, bem como o espírito abnegado cujo Presidente, Jorge Nuno Sá, tem sabido simbolizar.

domingo, janeiro 30, 2005

UNIVERSITÁRIOS COM DIFICULDADES DE SONO

Um em cada quatro estudantes universitários afirma ter grandes dificuldades de sono. A esta situação está associado o aumento de queixas de perturbações de humor, falta de vigor e fraco rendimento académico. Dois estudos da Universidade de Aveiro, que avaliaram a gestão do padrão de sono- -vigília no ensino superior, detectaram ainda outros distúrbios ao nível da qualidade do sono e da sua distribuição ao longo da semana. Cerca de 20% dos alunos afirmam nunca ou quase nunca dormir o suficiente. E pouco mais de metade tem uma noite de sono razoável apenas três a quatro vezes por semana.

Realizados por Ana Gomes e José Tavares, do Departamento de Ciências da Educação da Universidade de Aveiro, e por Helena Azevedo, da Faculdade de Medicina de Coimbra, estes dois estudos avaliaram 1654 estudantes de 16 licenciaturas diferentes (do 1.º ao 3.º anos do curso), em períodos a meio dos semestres e longe, portanto, das festividades académicas. Para além de um quarto dos alunos ter uma "dificuldade elevada" de sono, mais 28% situam-se num nível intermédio, ou seja, com também têm problemas em adormecer, sofrendo acordares nocturnos ou precoces. Estes sintomas surgem associados à sonolência diurna, falta de vigor e deficiente funcionamento cognitivo.

Assim, defendem os investigadores, "uma percentagem assinalável de estudantes apresentou dificuldades de sono durante o período de aulas, com queixas de insónia e qualidade de sono pobre". De uma maneira geral, os horários ao fim--de-semana são mais tardios do que nos dias de aulas ao sábado e do-mingo a hora de despertar é, em média, duas horas mais tarde. Os investigadores detectaram ainda uma grande variedade interindividual, ou seja, muitos casos de alunos que se deitavam quando outros estavam a levantar-se. E os homens apresentam horários significativamente mais tardios do que as mulheres.

Curiosamente, são também os estudantes mais novos a mostrar-se mais "amigos" da cama, deitando-se mais cedo que os alunos de 20 a 22 anos. Significativo é ainda o facto de, para mais de 40% dos inquiridos, a entrada na faculdade, relacionada com a mudança de residência e diminuição do controlo parental, implicar uma mu-dança drástica dos hábitos de sono. O ingresso na universidade só não alterou muito o estilo de vida para 35% dos estudantes.

Como resultado, 26% destes alunos têm horários trocados são obrigados a aulas e exames matinais quando, biologicamente, têm um perfil vespertino, determinado pelos ritmos circadianos. Isto significa que são estudantes que tendem a acordar mais tarde e a sentir-se mais eficientes no final do dia ou mesmo noite adentro. Mas, assinalam os investigadores, "os horários escolares (tal como os laborais) não têm em consideração as diferenças individuais associadas aos ritmos carcadianos".

Um dos cuidados dos investigadores na recolha dos questionários foi exactamente evitar aulas em horários mais cedo, ou seja, nunca antes das 12.00, de forma a não enviesar a amostra "sub-re-presentando os estudantes mais vespertinos". E estes alunos foram os que mostraram mais sonolência diurna, uma média de queixas de humor significativamente mais elevada. No oposto, o grupo de estudantes matutino, verificou-se uma média de vigor mais elevada e melhor funcionamento cognitivo.

Assim, mesmo que os vespertinos sejam tão assíduos à aulas como os matutinos, continuam em desvantagem pela maior probabilidade de sofrerem consequências indesejáveis, quer da privação de sono à semana, quer da irregularidade semana/fim-de-semana. Nomeadamente a nível dos ritmos circadianos, potenciadores de sintomas do conhecido jet lag.

Fonte: DN

sábado, janeiro 29, 2005

LITORAL PORTUGUÊS EM RISCO ELEVADO!

Estudos recentes no âmbito do projecto SIAM indicam que cerca de 67% da orla costeira continental está em risco de perda de território, principalmente quando o substrato rochoso é brando ou móvel e baixo. A subida do nível médio do mar, projectada pelos cenários climáticos globais até 2100, situa-se entre 0,09 e 0,88, sendo o valor mais provável da ordem dos 0,5 m.

Os resultados do SIAM apontam que as regiões onde o risco é muito elevado são Espinho-Cabo Mondego, na costa ocidental, e Ancão-Foz do Guadiana, na costa algarvia. FilipeDuarte Santos deixa mesmo um alerta: «Alguns troços, como por exemplo, a sul da Foz do Douro até à praia da Cortegraça deveria ser objecto de uma intervenção rápida baseada em estudos da dinâmica do litoral incluindo os impactes das alterações climáticas».

São várias as causas apontadas para o processo erosivo das zonas costeiras, mas na sua maioria este surge associado ao esgotamento das fontes sedimentares externas e à forte deriva litoral. Para o caso português em muito contribuiu «a construção de um grande número de barragens a partir dos anos 40 e que reduziu drasticamente o transporte de sedimentos pelos rios até ao oceano», afirma o responsável pelo SIAM.

Calcula-se que actualmente o Tejo transporta menos de 1/3 da carga potencial de sedimentos para o seu estuário interior e o rio Douro apenas 1/7 do seu potencial de transporte. A extracção de inertes nas zonas fluviais, estuarinas e costeiras para a indústria da construcção civil tem também contribuído para a intensificação da erosão. Mas as obras de protecção da costa, a que se recorrem precisamente «em situações de emergência e sem estudos prévios de médio prazo sobre a dinâmica costeira», tem um efeito perverso ao «acelerarem os processos de erosão em lugar de os mitigar, contribuindo para desviar o transporte de areias para zonas mais externas da plataforma continental».


Fonte: Jornal Água & Ambiente

VAMOS VER SE É ASSIM DAQUI A UM MÊS!



Fonte: SIC ONLINE

PARA ANALISAR...



Aqui está um quadro interessante sobre os salários médios da nossa UE.

Este quadro foi retirado do blog "Gajo do Contra"

sexta-feira, janeiro 28, 2005

2500 PESSOAS NO JANTAR DO PSD EM OLHÃO

Pedro Santana Lopes invocou as diferenças percentuais nas sondagens, para afirmar que «está montada uma mega-fraude em torno das sondagens» e assegurar que processará as empresas que falhem previsões face aos resultados eleitorais.

Falando em Olhão, Quinta-feira, 27 de Janeiro, durante um jantar-comício, que reuniu cerca de 2500 pessoas, o presidente do PSD recordou os resultados de três sondagens divulgadas esta semana. «Ou se vêm a confirmar as previsões nas sondagens, ou desta vez não vai ficar tudo na mesma», frisou.

O líder social-democrata questionou «qual o país da Europa em que tal diferença seria possível nos resultados destes estudos» e recorreu ao exemplo das recentes eleições norte-americanas, com pequenas diferenças entre as previsões para Bush e Kerry, para sustentar que «quem trabalha em sondagens sabe que seria impossível» tal contradição nos números. «Isto demonstra que está montada uma mega-fraude em torno desta matéria», asseverou.

Comparou a situação actual com a que se verificou nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001, quando, até dois dias antes do sufrágio, «não houve uma sondagem que desse a vitória ao PSD» em Lisboa. «Na altura, quando me diziam que era melhor não dizer nada, eu dizia que nós não nos podemos calar com aquilo que manipula, e de denúncia em denúncia lá chegámos a 16 de Dezembro e o povo deu-nos a vitória», afirmou, sustentando que o mesmo sucederá a nível nacional nas legislativas de 20 de Fevereiro. Argumentou ainda que a realidade da adesão de militantes e simpatizantes do PS e PSD nesta pré-campanha é muito diferente,«"com o Partido Socialista, que faz um ou dois jantares por semana, a ter salas que são um terço ou um quarto desta», manifestando estranheza pelo não reflexo dessa realidade nos estudos de opinião. «São os mistérios que só dia 20 de Fevereiro poderemos desvendar», disse, garantindo que pedirá responsabilidades e abrirá processos às empresas que tiverem falhado nas previsões.

No seu discurso, Santana Lopes referiu-se também à abertura do ano judicial, para assegurar que nos Governos do PSD «existe o total respeito pelo poder judicial». «Não faremos nada para dificultar o andamento seja de que processo for, mesmo que se trate de um grande empresário, um dirigente desportivo, ou alguém muito importante. Será que o rumo da justiça em Portugal vai ser o mesmo, quer ganhe o PSD, quer ganhe o PS?», perguntou.

Numa referência directa ao artigo de Freitas do Amaral, publicado na revista «Visão», Quinta-feira, Pedro Santana Lopes lamentou que o antigo dirigente do CDS argumente ser o PS a privilegiar o crescimento económico. «O nosso programa aponta para o crescimento económico. Fomos nós que invertemos a lógica do discurso do défice, porque ao contrário do que aconteceu no Governo de Durão Barroso, que teve que fazer sacrifícios, agora temos que fazer a economia crescer», disse.

O líder do PSD aproveitou igualmente para garantir que não vai aumentar os impostos, caso ganhe as eleições, e lançar uma farpa aos socialistas: «O PS tem duas políticas: o Rendimento Mínimo Garantido e o Rendimento Máximo Garantido para os poderosos», salientou.

terça-feira, janeiro 25, 2005

SABES MESMO QUEM É?



No âmbito da presente pré-campanha eleitoral, a JSD lançou mais um cartaz.

José Sócrates é a figura central de um novo “outdoor” que está patente em todo o País.

Para protagonizar esta fase da pré-campanha escolhemos o líder socialista: o combate eleitoral ainda vai no adro, e decidimos começar por uma pergunta que se impõe!

Afinal, quem é José Sócrates? Será que os portugueses, e em particular os jovens, o conhecem? Por que obras, vitórias ou decisões é conhecido?

Sócrates foi, (e somente para os que se lembram), apenas mais um Ministro de um Governo que trabalhou tão mal que caiu por vergonha do seu líder na equipa que tinha.

Sócrates foi, no entender de um camarada de partido (João Soares), um dos intervenientes no “negócio do queijo limiano”.

Sócrates foi acusado por outro camarada de partido (Manuel Alegre) de não saber nada da tal “co-incineração” que tanto apregoa...

Sócrates também é o homem das contradições, que diz e desdiz, que avança e recua, que promete e inverte. Fruto de má preparação política? Falta de conhecimentos técnicos? Fracas convicções?

Desconhecemos.

Suspeitamos que Sócrates possa ser mais que isso, mas enquanto não o demonstrar, ele será sempre o candidato do teleponto! Uma mera imagem plástica que os portugueses desconhecem. Muito pouco, convenhamos, para quem anseia um dia vir a ser Primeiro-Ministro de Portugal.

Artigo de Opinião

Cidadãos Exigentes Procuram Estado Eficiente para Futuro Compromisso

A qualidade dos serviços prestados pela Administração Pública e a necessidade de uma reforma profunda é uma questão que já figura na agenda política portuguesa há mais de uma década. Estudos, diagnósticos, planos de orientação estratégica e outras diligências semelhantes foram já efectuadas por vários Governos na convicção firme de que algo de estrutural deverá ser reformulado com vista a racionalizar a sua dimensão e a aumentar os seus níveis de eficácia.

A sensibilidade da população em geral para esta questão é também evidente; a título meramente exemplificativo, numa sondagem efectuada em 2003 por uma entidade independente junto de Jovens Portugueses entre os 15 e os 34 anos, cerca de 70% dos inquiridos classificava a Administração Pública como “Má” ou “Muito Má”; como corolário lógico, cerca de 75% recusavam-na como opção para uma carreira profissional. Péssimo cartão de visita para uma área que deveria ser uma referência para toda a Comunidade. E injusto para a imagem dos funcionários públicos que, na maior parte dos casos se debatem, com profissionalismo, com a escassez de meios e a irracionalidade dos processos.

Estes são dados (a que se poderiam adicionar muitos outros) são bastante categóricos para que façam leituras hesitantes ou subjectivas. A questão não é apenas aparente, de imagem...é real e objectiva.

Neste breve artigo, seria impossível uma análise exaustiva de toda esta problemática, pelo que queria, fundamentalmente, chamar a atenção para os pressupostos (a meu ver errados) da arquitectura e da organização estrutural da Administração Pública. Vejamos: num estudo efectuado pela Inspecção Geral de Finanças em 2003, com pouca visibilidade na altura e só agora tornado público pelo Diário Económico, chegava-se à conclusão que cerca de 66% das tarefas prestadas pelo Estado se destinavam a organismos próprios. Portanto, apenas o remanescente, 34%, seriam aplicados a satisfazer aqueles que deveriam ser os verdadeiros destinatários da acção do Estado. Por outro lado são evidentes realidades como a duplicação de funções dentro dos próprios serviços como a falta de comunicação e de articulação entre eles. E lamentam-se também algumas omissões como, por exemplo, a ausência de entidades que façam a ponte entra a área da Economia e a área da Ciência e Ensino Superior, essencial para as políticas de inovação e dinamização empresarial. Os diagnósticos confirmam, pois, uma tese já quase consensual: o obstáculo à modernização e aumento da qualidade dos órgãos do Estado é estrutural, uma vez que a Administração Pública está construída numa arquitectura de ele é o fim da sua própria existência.

Mas este documento vai mais longe: fazem-se recomendações que, não sendo inteiramente novas, não deixam de ser polémicas como a extinção de mais organismos, a mobilidade de funcionários e, a nível sectorial, o fim da gratuitidade dos cuidados de saúde e a transferência de professores para os quadros das autarquias.

Não sendo tão radical na forma de encarar o problema, o esforço reformador do actual e anterior Governo é de louvar: as medidas tendentes à separação das funções essenciais das funções acessórias do Estado, à redução dos níveis hierárquicos, a desburocratização, a melhoria dos processos, a gestão por objectivos, a revisão do estatuto e avaliação dos dirigentes, a valorização do mérito no desempenho, o enfoque na formação ou a introdução progressiva das tecnologias de informação (e-government) são alguns passos relevantes centrar a Administração Pública naquilo que deve ser a sua missão: servir os Cidadãos e as Empresas!

Este é apenas o início do percurso. Mas devemos constatar que existe, felizmente, uma nova cultura de qualidade e de exigência da Sociedade Portuguesa. Que, no mundo actual, os desempenhos tolerados com condescendência há 30 anos atrás já não serão aceites. Que as tarefas do Estado devem ser encaradas na perspectiva das necessidades dos Indivíduos, para o apoio aos chamados “factos da vida” e não para auto-sustento. E que, apesar de esta ser uma operação gradual e dolorosa de adaptação, a reforma da Administração Pública será um processo obrigatório, inevitável e ...bem sucedido!

Carlos Sezões

A CAMPANHA ESTÁ A COMEÇAR!!!

segunda-feira, janeiro 24, 2005

MEGA JANTAR COM DR. PEDRO SANTANA LOPES

Esta 5 feira não faltes ao Mega Jantar com o Dr. Pedro Santana Lopes, que irá decorrer pelas 20 horas, na zona industrial de Olhão, junto à doca nova.

Serão ainda apresentados os candidatos do PSD/Algarve a estas eleições legislativas.

Não Faltes!!!

DÁ O TEU APOIO!!!

Visita a página do PSD (http://www.psd.pt) e junta-te à enorme lista de apoiantes que já se pode encontrar neste site.


"O número de apoiantes de PSD aumenta todos os dias. O seu apoio é fundamental. Se partilha dos ideais PSD para a melhoria de Portugal, se deseja mais e melhor para o nosso país, preencha o formulário abaixo e expresse o seu apoio e a sua vontade por uma solução de continuidade. Por Portugal!"

SÓCRATES CONTINUA A FUGIR...

Santana Lopes decidiu ontem adiar por uma semana os seus debates com os líderes do CDS/PP, PCP e Bloco de Esquerda na SIC Notícias para que nesse período seja acertada uma data para o frente-a-frente com José Sócrates.

A posição do primeiro-ministro foi transmitida à agência Lusa pelo secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, adiantando que Pedro Santana Lopes "continua disponível para participar em todos os debates" no âmbito da campanha eleitoral para as legislativas de 20 de Fevereiro.

Se o impasse permanecer no que respeita à realização de um frente-a-frente entre Santana e Sócrates, o Partido Social Democrata admite solicitar à Comissão Nacional de Eleições que se pronuncie sobre a questão, alegando estar-se perante "um comportamento grave de José Sócrates em termos democráticos".

"Quem não quer debater Portugal, não pode governar Portugal", advertiu Miguel Relvas, acusando ainda o secretário-geral do PS de "ter dois pesos e duas medidas".

"Durante a campanha interna para a liderança do PS, José Sócrates aceitou fazer três debates com os seus concorrentes. Agora, não quer fazer debates com os seus concorrentes nas eleições legislativas", apontou.

Para a próxima semana, na SIC Notícias, foram marcados debates entre o presidente do PSD com Francisco Louçã (Bloco de Esquerda), Jerónimo de Sousa (PCP) e Paulo Portas (CDS-PP) - discussões em que José Sócrates se colocou de fora por vontade própria.

in: Diário de Noticias

sexta-feira, janeiro 21, 2005



Como organização de juventude, gostamos e exercitamos a irreverência, mesmo no contexto de uma campanha eleitoral. Mas não podemos aceitar a utilização do tema “Desemprego” como joguete demagógico.

O Bloco de Esquerda tem toda a legitimidade em usar o Emprego como tema de campanha, mas não tem autoridade moral de acusar o Governo de se ter “divertido” pois foi árdua a luta contra o desemprego no nosso País.

O nosso Partido aprovou o novo Código de Trabalho que fomenta a competitividade, inovação e produtividade, e o Programa de Emprego e Protecção Social no Emprego que promove a protecção das pessoas atingidas pela falta de trabalho.

O Desemprego preocupa a JSD. Sabemos que ele se abate sobretudo sobre quem procura o primeiro emprego. Igualmente inquietante é o desemprego de jovens com qualificação superior. Para a Juventude Social Democrata é grave que o empenho e o fruto do forte investimento pessoal de tantos jovens portugueses não esteja a ser compensado.

Pelo grande caminho percorrido desde o descalabro socialista e pelo conhecido trabalho que ficou a meio, não podemos deixar de reconhecer os méritos do Governo; pelas ideias constantes no programa eleitoral do PSD e da JSD consideramos que o PSD continua a ser a melhor via para o desenvolvimento do País e para um caminho mais seguro e confiante para as famílias e jovens portugueses em matéria de Trabalho.

A JSD não se limita a slogans vãos e a piadas fáceis!

A guerra dos cartazes tem sido o único combate do Bloco de Esquerda. Também sabemos jogar esse jogo, mas preferimos o combate das ideias.

CONHECE OS CANDIDATOS

O PSD ALGARVE já tem página na Internet.

Conhece a lista de deputados do PSD pelo distrito de Faro em: http://www.psd-algarve.com

quarta-feira, janeiro 19, 2005

segunda-feira, janeiro 17, 2005

Os jovens e a política...

Sondagem Universidade Católica para o PÚBLICO e RTPJovens interessam-se por política e são menos pessimistas que os mais velhos

Os jovens gostam de se manter informados sobre os temas políticos e não têm uma visão tão pessimista sobre o assunto quanto os mais velhos. Parece ser esse o sentido dos resultados da sondagem realizada pela Universidade Católica para o PÚBLICO e RTP, que se vai discutir hoje no programa "Prós e Contras".

Os números do inquérito realizado no passado dia 14 de Janeiro levantam a questão sobre a posição dos eleitores dos escalões etários mais baixos relativamente à política. O desinteresse é geralmente apontado

como um factor determinante para os níveis de abstenção tão elevada nessas idades. No entanto, à pergunta "De um modo geral qual é o seu grau de interesse pela política?", a percentagem dos que responderam "muito" ou "razoavelmente" entre os inquiridos entre os 18 e os 34 anos ficou nos 55 por cento.

Entre o escalão dos 45-35 anos essa percentagem ficou nos 50,4 por cento. Os valores dos mais novos ficam portanto acima da média geral dos questionados que se cifrou numa divisão pela metade. 50 por cento respondeu ser "muito" ou "razoavelmente" interessado pela política, e os outros 50 por cento retorquiram estarem "pouco" ou "nada" interessados.

A discrepância vai até à forma como os mais novos encaram os políticos. Parecem ter uma visão menos crítica ou desiludida. Tal parece ser o que transparece das reacções a uma frase como "Os políticos só estão interessados nos votos das pessoas e não nas opiniões delas". Enquanto que nas escalas etárias representativas dos inquiridos com idades entre os 35 e 54 anos, a média dos que "concordam" ou "concordam plenamente" chega aos 78 por cento, entre o escalão 18 aos 24 anos essa percentagem fica nos 60, 9 por cento. A percentagem dos que afirmam "concordar" ou "concordar plenamente", entre todos os inquiridos, é de 76 por cento.

Os mais novos também não parecem mostrar-se tão desiludidos quanto ao resultado das eleições. No escalão dos 18 aos 24 anos apenas 37,5 por cento concordou com a frase "Sejam quais forem os resultados das eleições, isso acaba por não fazer grande diferença no curso dos acontecimentos". Dos inquiridos com idades entre os 25 e os 34 anos, 57,5 por cento concordou. O que contrasta com a percentagem de 78,9 por cento no escalão dos 45 aos 54 anos.

O quadro geral, contudo, mostra um significativo afastamento do eleitorado em geral relativamente aos agentes políticos. Parece ser essa a indicação das respostas à pergunta "Já alguma vez contactou directamente com um deputado do seu círculo eleitoral". Dos questionados, 84 por cento respondeu não, sendo que a grande maioria dos que teve contacto (10 por centos 16 que responderam sim a esta pergunta), já o teve há mais de três.
in Publico

domingo, janeiro 16, 2005

Apresentação das listas PSD Algarve

PSD/Algarve confia no trabalho feito


"Lutar intransigentemente na defesa dos interesses do Algarve". É a principal arma dos candidatos do PSD pelo Círculo Eleitoral, apresentados hoje de manhã, em Faro, nas palavras do seu cabeça-de-lista, José Mendes Bota, que, para já, aponta como "bandeiras" essenciais a Barragem de Odelouca e o Hospital Central do Algarve.

"Estamos nesta disputa eleitoral, com o mesmo espírito e a mesma convicção que nos anima na nossa vivência diária. Connosco, a voz do Algarve far-se-á sentir, seja onde for, seja perante quem for, colocando as questões colectivas da sociedade algarvia acima de mesquinhos interesses de grupo ou de facção", sublinhou Mendes Bota, também líder da estrutura regional do partido.

O objectivo do PSD, no que concerne à região, é manter ou reforçar a presença na Assembleia da República (quatro deputados em oito possíveis, no actual panorama). Para isso, o responsável confia que os algarvios, na hora de depositar o seu voto na urna, se recordem do trabalho do PSD pela região nas últimas décadas. "Temos provas dadas no passado", referiu.

Prometendo um programa eleitoral, a ser anunciado brevemente, "realista, ambicioso e inovador - para um Algarve economicamente mais competitivo e socialmente mais justo e equilibrado", Mendes Bota não deixou, no entanto, de dar a conhecer dois projectos estruturantes - "objectivos políticos de primeira grandeza", caracterizou -, a perseguir nos próximos tempos.

Em primeiro lugar, a Barragem de Odelouca, "pilar fundamental do sistema de abastecimento de água ao Barlavento", cujo arranque tem sido "dificultado por incompreensíveis obstáculos de natureza ambiental". Em segundo, a construção do Hospital Central do Algarve, no Parque das Cidades, e a criação da Faculdade de Medicina que lhe está associada.

Mendes Bota assumiu-se preocupado com as recentes declarações de importantes personalidades do PS, designadamente Correia de Campos. E Gomes Ferreira, mandatário distrital da lista e conhecido médico do Hospital Distrital de Faro, prometeu "combater até à exaustão" por uma "grande necessidade, não só para os residentes como para os turistas". Na sua óptica, a actual situação "dá uma má imagem da região".

O papel central que o Turismo ocupa no tecido económico do Algarve faz o PSD perfilhar "a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável, vê-la reflectida nas linhas orientadoras na revisão do PROTAL em curso, projectá-la na revisão dos Planos Directores Municipais, e assim viabilizar dezenas de projectos turísticos estruturantes, mobilizadores de biliões de euros de investimentos privados e criadores de muitos milhares de novos postos de trabalho no Algarve".

Por outro lado, os sociais-democratas prometem bater-se pela concretização da navegabilidade dos rios Guadiana e Arade, pela modernização da linha ferroviária Lisboa-Algarve e pelo chamado metro de superfície entre as principais cidades da região.

O "regionalista que nunca se rendeu"...

Segundo os responsáveis pelo PSD/Algarve, a lista (apoiada no lema "Com o Algarve, sempre!") mostra "uma clara opção pela renovação dos intérpretes políticos", sem esquecer "a representatividade de todas as sub-zonas geográficas da região". A média etária dos candidatos sociais-democratas é de 39 anos, integrando três candidatos com menos de 30 anos (23%) e três mulheres (23%).

Como cabeça-de-lista, "um regionalista que nunca se rendeu", na auto-caracterização de Mendes Bota: "Não será agora que irá mudar de opinião. O Algarve continua a ter todas as condições para vir a ser um dia a região-piloto de Portugal." Mas, até lá, importa consolidar a Área Metropolitana do Algarve, cuja evolução natural, reforçou novamente o líder do PSD/Algarve, "será no sentido de uma eleição directa e universal por todo o eleitorado algarvio".

Bastante questionado por alguns "nomes históricos" do partido a nível regional, designadamente Carlos Martins ou Patinha Antão não estarem presentes na lista, o responsável reforçou que a mesma representava "responsabilidade colectiva". "Estamos aqui para apresentar esta lista. Não estamos para apresentar a não-lista", acentuou, em diversas ocasiões.

Curiosamente, Mendes Bota confessou-se crítico do actual sistema eleitoral, defendendo, no futuro, "uma reforma profundamente necessária", assente nos círculos uninominais, "a única forma de ver qual o político que tem votos junto dos eleitores e merece a sua confiança".

Ao seu lado, José Pereira da Costa, número dois e nome "imposto" pelas estruturas nacionais, assumiu "um compromisso de solidariedade para com a região". "Sinto-me bastante cómodo nesta mesa; reconheço que não estou a par dos problemas do Algarve mas, daqui em diante, podem contar comigo", disse.

Carisma, "ou se tem ou não se tem..."

O cabeça-de-lista do PSD comentou, numa perspectiva sobre a situação política a nível nacional, que o PS não está a conseguir passar a mensagem. Essencialmente, a diferença reside em Santana e em Sócrates - "um tem carisma, o outro não". E essa virtude "não se compra; ou se tem ou não se tem..."

Edgar Pires


terça-feira, janeiro 04, 2005

JSD LOULÉ em força!

A Juventude Social-democrata de Loulé vem por este meio informar que vai levar a cabo, nestes próximos meses, a actividade “Rumo às Autárquicas 2005”.

Numa primeira fase, o objectivo será visitar todas as Juntas de Freguesia, com o intuito de reconhecer as lacunas das respectivas Juntas, conhecer o trabalho desenvolvido pelas mesmas e pela Câmara Municipal e conseguir um elo estrito com as populações para conhecer os seus problemas e as suas necessidades.

Na segunda fase deste projecto pretende-se elaborar um documento em que se irão reunir as principais lacunas das diferentes Juntas com o objectivo de fazer parte do programa eleitoral do PSD para as próximas eleições autárquicas.

Este projecto iniciar-se-á já no próximo sábado dia 8, com a visita à Freguesia do Ameixial.

O local de concentração será na sede do PSD Loulé, pelas 10:30 e está aberto a todos os interessados que queiram participar.

JSD LOULÉ em força!