
Blog da Comissão Política Regional da Juventude Social Democrata do Algarve
terça-feira, março 04, 2008
sábado, março 01, 2008
PSD/ALGARVE DENUNCIA CAMPANHA CONTRA MENEZES
A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve, reunida a 29 de Fevereiro de 2008, em Faro, para análise da situação política nacional, decidiu tornar públicas as seguintes posições, adoptadas por unanimidade:
1- Existe uma gigantesca campanha de assassinato político em curso contra o líder do PSD, Luis Filipe Menezes, desde o primeiro momento após a sua eleição, mas com maior intensidade desde o início de 2008, que mobiliza todo o complexo político-mediático onde se faz sentir a influência do poder tentacular do governo socialista, com outros aliados conjunturais na estrutura do Estado e no poder económico, que fazem recordar cenas de 2004, com a diferença de, não sendo agora necessária a dissolução da Assembleia da República, também não é possível a dissolução do PSD.
2- Tal campanha conta com a vergonhosa cumplicidade e conivência activa de um conjunto de protagonistas, cujo nome ainda figura na listagem de militantes do PSD, e que nas tribunas de opinião que generosa e não inocentemente lhes são atribuídas na comunicação social portuguesa, não se coíbem de exibir com despudor as suas críticas à liderança do PSD, ultrapassando todas as regras mais elementares do respeito pela dignidade política e pessoal de Luis Filipe Menezes, e pelos interesses do próprio Partido que lhes dá notoriedade.
3- Tais protagonistas, cuja representatividade junto dos militantes do Partido é inversamente proporcional ao espaço de que usufruem na comunicação social, estão objectivamente a desrespeitar a vontade das bases do PSD, expressa de forma categórica nas últimas eleições de 28 de Setembro de 2007, a mais participada eleição de sempre de um líder partidário em Portugal.
4- Luis Filipe Menezes é, de facto, uma ameaça para os adeptos do Bloco Central dos interesses, da alta política dos mega-negócios do centralismo, é o líder que veio da província e do meio do povo, quebrar a santidade imaculada das pseudo-elites que não se conformam com a perda de controlo do PSD, regressado às suas origens de ligação directa com as populações. Por isso, decidiram abatê-lo politicamente, o mais rapidamente possível.
5- O PSD/Algarve, exorta todas as estruturas de base do PSD a reagir contra esta tentativa de assalto ao poder legítimo do Partido, e transmitir o seu desagrado a esta brigada auto-investida de juízes da credibilidade alheia. O PSD jamais aceitará ser comandado de fora para dentro!
6- O PSD/Algarve considera que desalojar a governação de José Sócrates é possível e desejável, tal o estado a que chegou o país, mas isso exige de todos os verdadeiros social democratas um esforço de unidade partidária, em prol dos interesses nacionais que requerem mudança de rumo na governação.
7- O PSD/Algarve incentiva Luis Filipe Menezes a prosseguir o seu caminho de preparação do Partido para os desafios eleitorais de 2009, concretizando TODAS as propostas reformistas que sustentaram a sua campanha, e constituem hoje a estratégia sufragada no último Congresso do PSD, desprezando em absoluto o ruído de fundo, e concentrando-se na oposição a José Sócrates.
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
CURSO DE MEDICINA CONTINUA NA GAVETA DO GOVERNO
A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve deliberou exprimir um voto público de protesto contra o prolongado alheamento do Governo face a uma das mais ansiadas pretensões dos algarvios: a criação de um Curso de Medicina na Universidade do Algarve.
É absolutamente incompreensível que, segundo as palavras do próprio Reitor deste estabelecimento do Algarve, o processo do Curso de Medicina no Algarve tenha o parecer positivo da comissão de avaliação competente, e o Governo persista em travar o a aprovação do mesmo, permitindo que o mesmo seja uma realidade, com Hospital Central do Algarve ou não.
O PSD relembra que a Juventude Social Democrata do Algarve promoveu, já em 2006, a petição “Curso de Medicina já!”, que recolheu mais de 9500 assinaturas, só na Região. Esta iniciativa, a que se juntaram posteriormente as moções sobre esta matéria, aprovadas nas Assembleias Municipais de diversos municípios algarvios, visavam sensibilizar o Governo para, no decurso desta legislatura, criar o Curso de Medicina na Universidade do Algarve.
Aquando da entrega da referida petição na Assembleia da República, é de referir que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista foi o único que, para além de não ter recebido a JSD/Algarve, não respondeu ao pedido de audiência enviado por esta juventude partidária em carta registada, demonstrando assim um perverso acto de autismo e sobranceria politica, o que sublinha o desprezo do PS pela vontade manifestada pelos milhares de algarvios que pugnam por esta causa.
A potencialidade turística internacional que tantos impactos positivos induz na economia nacional, justifica a aposta num serviço de Saúde de qualidade que, além da exigência de um novo Hospital Central, impõe a existência de mais médicos face às necessidades de modernização da nossa precária rede hospitalar?
É aberrante a assimetria numérica de médicos por mil habitantes entre as regiões centrais e periféricas. Sendo que, em Lisboa, por exemplo, por cada 1000 habitantes há 5 médicos, ao passo que, no Algarve, para a mesma proporção, não se chega aos 2 médicos por 1000 habitantes. Sublinhe-se esta invulgar discrepância: Portugal tem uma média de 3,1 médicos por 1000 habitantes, a União Europeia tem 3,3 e o Algarve tem 1,9. Elucidativo!
Mais grave se torna esta divergência quando as estatísticas oficiais não agregam a população flutuante. Se o fizessem, o Algarve, no contexto da União Europeia, ocuparia um vergonhoso lugar na tabela.
Neste sentido, a Comissão Política Distrital Alargada do PSD/Algarve aprovou um voto de protesto, considerando inqualificável a forma como o Governo se tem debruçado sobre esta matéria, adiando sucessivamente a criação deste importante curso na região, a que se junta o silêncio e a passividade incompreensível dos deputados socialistas algarvios e demais responsáveis políticos do PS que, no seu manifesto eleitoral tanto enfatizaram a importância da criação do Curso de Medicina no Algarve.
É este o “Estado da Região” a que a governação socialista nos tem conduzido. Muita propaganda, recordes de passeatas de ministros e secretários de estado ao Algarve, muita parra, e uva nenhuma. Investimentos nulos. Decisões relevantes congeladas.
É absolutamente incompreensível que, segundo as palavras do próprio Reitor deste estabelecimento do Algarve, o processo do Curso de Medicina no Algarve tenha o parecer positivo da comissão de avaliação competente, e o Governo persista em travar o a aprovação do mesmo, permitindo que o mesmo seja uma realidade, com Hospital Central do Algarve ou não.
O PSD relembra que a Juventude Social Democrata do Algarve promoveu, já em 2006, a petição “Curso de Medicina já!”, que recolheu mais de 9500 assinaturas, só na Região. Esta iniciativa, a que se juntaram posteriormente as moções sobre esta matéria, aprovadas nas Assembleias Municipais de diversos municípios algarvios, visavam sensibilizar o Governo para, no decurso desta legislatura, criar o Curso de Medicina na Universidade do Algarve.
Aquando da entrega da referida petição na Assembleia da República, é de referir que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista foi o único que, para além de não ter recebido a JSD/Algarve, não respondeu ao pedido de audiência enviado por esta juventude partidária em carta registada, demonstrando assim um perverso acto de autismo e sobranceria politica, o que sublinha o desprezo do PS pela vontade manifestada pelos milhares de algarvios que pugnam por esta causa.
A potencialidade turística internacional que tantos impactos positivos induz na economia nacional, justifica a aposta num serviço de Saúde de qualidade que, além da exigência de um novo Hospital Central, impõe a existência de mais médicos face às necessidades de modernização da nossa precária rede hospitalar?
É aberrante a assimetria numérica de médicos por mil habitantes entre as regiões centrais e periféricas. Sendo que, em Lisboa, por exemplo, por cada 1000 habitantes há 5 médicos, ao passo que, no Algarve, para a mesma proporção, não se chega aos 2 médicos por 1000 habitantes. Sublinhe-se esta invulgar discrepância: Portugal tem uma média de 3,1 médicos por 1000 habitantes, a União Europeia tem 3,3 e o Algarve tem 1,9. Elucidativo!
Mais grave se torna esta divergência quando as estatísticas oficiais não agregam a população flutuante. Se o fizessem, o Algarve, no contexto da União Europeia, ocuparia um vergonhoso lugar na tabela.
Neste sentido, a Comissão Política Distrital Alargada do PSD/Algarve aprovou um voto de protesto, considerando inqualificável a forma como o Governo se tem debruçado sobre esta matéria, adiando sucessivamente a criação deste importante curso na região, a que se junta o silêncio e a passividade incompreensível dos deputados socialistas algarvios e demais responsáveis políticos do PS que, no seu manifesto eleitoral tanto enfatizaram a importância da criação do Curso de Medicina no Algarve.
É este o “Estado da Região” a que a governação socialista nos tem conduzido. Muita propaganda, recordes de passeatas de ministros e secretários de estado ao Algarve, muita parra, e uva nenhuma. Investimentos nulos. Decisões relevantes congeladas.
terça-feira, fevereiro 19, 2008
“ A Imigração é Uma Oportunidade para os Países de Destino”
Manuel Jarmela Palos
in Boletim Informativo do ACIDI, n. 57
O ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, em parceria com o Instituto Português de apoio ao Desenvolvimento e com a Associação dos Imigrantes nos Açores, inauguraram no dia 24 de Janeiro, na Cidade da Praia, Cabo Verde, o CAMPO - Centro de Apoio ao Migrante no País de Origem. Tem como vantagem fornecer ao imigrante de forma gratuita, credível e actualizada, informações sobre a entrada e a permanência em Portugal, assim como sobre as estruturas de apoio às quais é possível recorrer. A partir deste momento, qualquer cidadão cabo-verdiano que pretenda emigrar ou viajar para Portugal poderá ser informado neste centro sobre todos os procedimentos regulares em Portugal. Terá acesso a todos os requisitos para a entrada e permanência regular em Portugal.
Estas iniciativas deveriam de ser alargadas a todos os países com um forte índice de emigração, nomeadamente, Brasil, Marrocos, Moldávia, Ucrânia e Rússia. Evitando assim a permanência de pessoas ilegais no nosso pais, eliminando a falsificação de documentos e o factor mais importante o tráfico de pessoas.
Esta medida ao ser alargada, iria eliminar certos problemas tanto a quem emigra como ao país que os acolhe. Pessoas estas que, procuram um bem-estar mais satisfatório ao que têm no seu pais.
Além disto, não nos podemos esquecer das entidades empregadoras, que ao contratarem pessoas ilegais estão sujeitas a contra ordenações altíssimas e debatem-se com a falta de mão-de-obra nacional como é o caso do ramo agrícola e o da construção civil.
Desta forma temos que admitir que a imigração em Portugal é uma mais valia para todos nós, como nós fomos para quem nos acolheu.
in Boletim Informativo do ACIDI, n. 57
O ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, em parceria com o Instituto Português de apoio ao Desenvolvimento e com a Associação dos Imigrantes nos Açores, inauguraram no dia 24 de Janeiro, na Cidade da Praia, Cabo Verde, o CAMPO - Centro de Apoio ao Migrante no País de Origem. Tem como vantagem fornecer ao imigrante de forma gratuita, credível e actualizada, informações sobre a entrada e a permanência em Portugal, assim como sobre as estruturas de apoio às quais é possível recorrer. A partir deste momento, qualquer cidadão cabo-verdiano que pretenda emigrar ou viajar para Portugal poderá ser informado neste centro sobre todos os procedimentos regulares em Portugal. Terá acesso a todos os requisitos para a entrada e permanência regular em Portugal.
Estas iniciativas deveriam de ser alargadas a todos os países com um forte índice de emigração, nomeadamente, Brasil, Marrocos, Moldávia, Ucrânia e Rússia. Evitando assim a permanência de pessoas ilegais no nosso pais, eliminando a falsificação de documentos e o factor mais importante o tráfico de pessoas.
Esta medida ao ser alargada, iria eliminar certos problemas tanto a quem emigra como ao país que os acolhe. Pessoas estas que, procuram um bem-estar mais satisfatório ao que têm no seu pais.
Além disto, não nos podemos esquecer das entidades empregadoras, que ao contratarem pessoas ilegais estão sujeitas a contra ordenações altíssimas e debatem-se com a falta de mão-de-obra nacional como é o caso do ramo agrícola e o da construção civil.
Desta forma temos que admitir que a imigração em Portugal é uma mais valia para todos nós, como nós fomos para quem nos acolheu.
Isabel Cavaco - Vogal da Comissão Politica da JSD Algarve
terça-feira, janeiro 29, 2008
O insólito acontece!
O insólito chegou, agora um Professor para poder dar aulas tem de realizar no mínimo dois exames, um de Língua Portuguesa e um Científico. Este novo método é obrigatório para todos os Professores que sejam contratados. O mais curioso, e para não lhe chamar outra coisa, é que os Professores que se queiram submeter a esses exames, têm de pagá--los do seu próprio bolso.
Ou seja, o coitado do Professor contratado, sem saber se vai dar aulas, que é o mais provável, nem sabe onde vai parar, nem sabe quantas horas vai ter, é obrigado a pagar os seus exames, para poder concorrer aos horários residuais existentes.
Visto bem as coisas, faz todo o sentido, vejamos:
Um estudante acaba o 12º ano e resolve acabar com a sua vida, ingressando na Universidade, numa Faculdade orientada para as Ciências da Educação, em que irá tirar um “pseudo curso” para o ensino. Gasta anualmente durante a sua vida universitária cerca de mil euros em propinas. Supondo que é um aluno exemplar, acaba o curso em quatro anos e mais um de estágio, não remunerado, claro! Totalizando o bonito valor de 5 mil euros, mil contos, na moeda antiga, a tudo isto deve-se juntar ainda, os alugueres de casa, gasolina, refeições, … O recém licenciado, suposto Professor, para poder exercer a sua função é obrigado a fazer no mínimo dois exames, e obrigatoriamente tem de ter mais de 14 valores nos dois, senão nunca poderá dar aulas.
Supondo que nesse dia em que o jovem recém licenciado em suposto Professor é submetido a exame, lhe correm mal as coisas, e não consegue tirar o 14, mas sim o 13 num dos exames, de imediato, é excluído da profissão de Professor e durante esse ano, não pode concorrer para dar aulas. Mas tem sempre a hipótese de no próximo ano fazer novos exames. E o que faz esse coitado suposto Professor durante todo um ano? Como sobrevive um jovem durante um ano inteiro, sem fazer nada?
Em teoria, este tipo de avaliação traria melhor qualidade ao ensino em Portugal, mas com este tipo de avaliação, passamos um atestado de incompetência a todas as Universidades, pois caso um suposto Professor consiga acabar um curso universitário, todos os comuns mortais concluiriam que depois de fazer mais de 40 cadeiras, teria conteúdos, quer científicos quer pedagógicos para ensinar, mas este Governo, julga que não!
Então temos de exigir aos nossos Governantes, que também façam uns exames, antes de irem para o nosso Governo, por exemplo o de inglês técnico, ou o de mentir em público, ou a obsessão no défice, que obriga a fechar quase todos os serviços de urgência do País.
Sinceramente, em que País vivemos? Um País que persegue os Professores, os Funcionários Públicos, os Advogados, os Juízes, os Comerciantes, os Empresários...
Que País é este?
Fábio Bota – Suposto Professor
Ou seja, o coitado do Professor contratado, sem saber se vai dar aulas, que é o mais provável, nem sabe onde vai parar, nem sabe quantas horas vai ter, é obrigado a pagar os seus exames, para poder concorrer aos horários residuais existentes.
Visto bem as coisas, faz todo o sentido, vejamos:
Um estudante acaba o 12º ano e resolve acabar com a sua vida, ingressando na Universidade, numa Faculdade orientada para as Ciências da Educação, em que irá tirar um “pseudo curso” para o ensino. Gasta anualmente durante a sua vida universitária cerca de mil euros em propinas. Supondo que é um aluno exemplar, acaba o curso em quatro anos e mais um de estágio, não remunerado, claro! Totalizando o bonito valor de 5 mil euros, mil contos, na moeda antiga, a tudo isto deve-se juntar ainda, os alugueres de casa, gasolina, refeições, … O recém licenciado, suposto Professor, para poder exercer a sua função é obrigado a fazer no mínimo dois exames, e obrigatoriamente tem de ter mais de 14 valores nos dois, senão nunca poderá dar aulas.
Supondo que nesse dia em que o jovem recém licenciado em suposto Professor é submetido a exame, lhe correm mal as coisas, e não consegue tirar o 14, mas sim o 13 num dos exames, de imediato, é excluído da profissão de Professor e durante esse ano, não pode concorrer para dar aulas. Mas tem sempre a hipótese de no próximo ano fazer novos exames. E o que faz esse coitado suposto Professor durante todo um ano? Como sobrevive um jovem durante um ano inteiro, sem fazer nada?
Em teoria, este tipo de avaliação traria melhor qualidade ao ensino em Portugal, mas com este tipo de avaliação, passamos um atestado de incompetência a todas as Universidades, pois caso um suposto Professor consiga acabar um curso universitário, todos os comuns mortais concluiriam que depois de fazer mais de 40 cadeiras, teria conteúdos, quer científicos quer pedagógicos para ensinar, mas este Governo, julga que não!
Então temos de exigir aos nossos Governantes, que também façam uns exames, antes de irem para o nosso Governo, por exemplo o de inglês técnico, ou o de mentir em público, ou a obsessão no défice, que obriga a fechar quase todos os serviços de urgência do País.
Sinceramente, em que País vivemos? Um País que persegue os Professores, os Funcionários Públicos, os Advogados, os Juízes, os Comerciantes, os Empresários...
Que País é este?
Fábio Bota – Suposto Professor
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Acção de Formação Política (sede do PSD/Faro)
16H00 - Sessão de Abertura;
16H05 - Módulo I: Organização e Funcionamento da JSD;
16h45 - Módulo II: Organização e Funcionamento dos Órgãos Autárquicos;
17h45 - Intervalo;
18H00 - Módulo III: Falar Claro;
18H45 - Sessão de Encerramento
20H00 - Jantar ConferênciaConvidado/Conferencista: Pedro Rodrigues (Presidente da JSD Nacional)Tema da Conferência: "A História e as grandes bandeiras da JSD ao longo dosanos."
O custo de cada jantar será de 12 euros e será realizado no restaurantePontinha, em Faro.
Inscrições limitadas
Para inscrições contactar Brunolage@sapo.pt
Inscrição para a Acção de Formação e para o jantar até 3ª feira (dia 29)
16H05 - Módulo I: Organização e Funcionamento da JSD;
16h45 - Módulo II: Organização e Funcionamento dos Órgãos Autárquicos;
17h45 - Intervalo;
18H00 - Módulo III: Falar Claro;
18H45 - Sessão de Encerramento
20H00 - Jantar ConferênciaConvidado/Conferencista: Pedro Rodrigues (Presidente da JSD Nacional)Tema da Conferência: "A História e as grandes bandeiras da JSD ao longo dosanos."
O custo de cada jantar será de 12 euros e será realizado no restaurantePontinha, em Faro.
Inscrições limitadas
Para inscrições contactar Brunolage@sapo.pt
Inscrição para a Acção de Formação e para o jantar até 3ª feira (dia 29)
terça-feira, janeiro 22, 2008
Alcochete, sim. TGV para o Algarve, também.
Após o anúncio da instalação do novo Aeroporto de Portugal em Alcochete, faz todo o sentido que o Governo trace uma linha do comboio de Alta Velocidade – TGV – para o Algarve.
Como principal pólo turístico do país e principal contribuinte do PIB turístico a nível nacional, faz todo o sentido que o novo Aeroporto de Portugal tenha uma ligação ferroviária de alta velocidade directamente da plataforma a edificar até ao centro do Algarve. Partimos portanto do princípio que o projecto do TGV será repensado após esta decisão de alteração do local do aeroporto e tendo em conta que se situa a sul do Tejo. Cai portanto por terra os argumentos dos custos acrescidos com a necessidade de novas travessias do Tejo visto que o próprio Ministro Mário Lino o anunciou como uma necessidade complementar à nova localização do Aeroporto. Sabendo que o Projecto Português de Alta Velocidade definia à partida que a ligação ao Algarve se faria a partir de Évora, faz agora todo o sentido reformular a linha que iria ligar Lisboa a Madrid realizando uma ligação do TGV a sul do Tejo o que irá transformar o “deserto” de Mário Lino na principal plataforma logística e humana de Portugal e provavelmente da costa oeste da Europa. Ora, assim sendo, não se trata portanto de uma questão de egocentrismo regionalista mas antes uma clara necessidade de potenciação turística do Algarve com vantagens imediatas após a sua implementação.
Tomando este exemplo da tomada de decisão do novo Aeroporto abriu-se um precedente que só o tempo irá mostrar se foi ou não positivo, ou seja, a interferência directa da sociedade civil organizada e de grupos de interesse, demonstrando com dados e estudos devidamente comprovados, novos cenários de futuro. Cenários possíveis.
Este precedente vai ter certamente seguimento no necessário processo de reformulação das linhas do TGV em Portugal. Irá a linha Madrid – Lisboa passar a norte do Tejo ignorando o novo Aeroporto mas respondendo aos anseios dos responsáveis pela zona da Ota em ter um plano de investimentos com vista a compensar a expectativa de desenvolvimento daquela zona? Irá o Algarve continuar a estar no segundo plano das escolhas para as linhas de alta velocidade do País? Ou será que o País anda a uma velocidade e o Algarve a outra? Podíamos, com alguma razão, especular sobre a falta de peso político que o Algarve tem no país como afirmou há bem pouco tempo um dirigente de uma associação empresarial do Algarve o fez, no entanto esse exercício de retórica de nada iria valer porque não serão os nossos votos e as nossas posições conjuntas enquanto região que irão pesar na decisão. Têm no entanto os Algarvios com responsabilidades políticas que alertar para os argumentos que podem fazer a diferença na concretização da chegada do TGV ao Algarve.
Já que foram gastos milhares de contos (perdoem-me o saudosismo monetário, mas o termo é mais compreensível/chocante) em estudos para a implementação de um aeroporto na OTA que afinal ruma um pouco mais a sul, certamente seriam bem empregues mais uns milhares de euros em mostrar as virtudes de conduzir até ao Algarve o comboio de Alta Velocidade. Certamente que o governo ou as CIP´s deste País não o irão fazer, no entanto nada impede que as associação empresariais, de comerciantes ou de outro grupo de interesse do Algarve, patrocinado pelas “forças vivas” da região, realizem uma abordagem técnica sustentada, assente em premissas reais e com conclusões passíveis de concretização.
Seria muito importante que a RAVE/REFER recebe-se um contributo Algarvio para a definição das prioridades das linhas a implementar em Portugal. Sabendo que as linhas Lisboa-Madrid e Lisboa-Porto terão prioridade, nada implica que linha prevista neste momento de ligação Évora-Faro, seja revista para uma futura linha Alcochete-Faro e passe também ela a ser uma prioridade.
Bruno Inácio
Como principal pólo turístico do país e principal contribuinte do PIB turístico a nível nacional, faz todo o sentido que o novo Aeroporto de Portugal tenha uma ligação ferroviária de alta velocidade directamente da plataforma a edificar até ao centro do Algarve. Partimos portanto do princípio que o projecto do TGV será repensado após esta decisão de alteração do local do aeroporto e tendo em conta que se situa a sul do Tejo. Cai portanto por terra os argumentos dos custos acrescidos com a necessidade de novas travessias do Tejo visto que o próprio Ministro Mário Lino o anunciou como uma necessidade complementar à nova localização do Aeroporto. Sabendo que o Projecto Português de Alta Velocidade definia à partida que a ligação ao Algarve se faria a partir de Évora, faz agora todo o sentido reformular a linha que iria ligar Lisboa a Madrid realizando uma ligação do TGV a sul do Tejo o que irá transformar o “deserto” de Mário Lino na principal plataforma logística e humana de Portugal e provavelmente da costa oeste da Europa. Ora, assim sendo, não se trata portanto de uma questão de egocentrismo regionalista mas antes uma clara necessidade de potenciação turística do Algarve com vantagens imediatas após a sua implementação.
Tomando este exemplo da tomada de decisão do novo Aeroporto abriu-se um precedente que só o tempo irá mostrar se foi ou não positivo, ou seja, a interferência directa da sociedade civil organizada e de grupos de interesse, demonstrando com dados e estudos devidamente comprovados, novos cenários de futuro. Cenários possíveis.
Este precedente vai ter certamente seguimento no necessário processo de reformulação das linhas do TGV em Portugal. Irá a linha Madrid – Lisboa passar a norte do Tejo ignorando o novo Aeroporto mas respondendo aos anseios dos responsáveis pela zona da Ota em ter um plano de investimentos com vista a compensar a expectativa de desenvolvimento daquela zona? Irá o Algarve continuar a estar no segundo plano das escolhas para as linhas de alta velocidade do País? Ou será que o País anda a uma velocidade e o Algarve a outra? Podíamos, com alguma razão, especular sobre a falta de peso político que o Algarve tem no país como afirmou há bem pouco tempo um dirigente de uma associação empresarial do Algarve o fez, no entanto esse exercício de retórica de nada iria valer porque não serão os nossos votos e as nossas posições conjuntas enquanto região que irão pesar na decisão. Têm no entanto os Algarvios com responsabilidades políticas que alertar para os argumentos que podem fazer a diferença na concretização da chegada do TGV ao Algarve.
Já que foram gastos milhares de contos (perdoem-me o saudosismo monetário, mas o termo é mais compreensível/chocante) em estudos para a implementação de um aeroporto na OTA que afinal ruma um pouco mais a sul, certamente seriam bem empregues mais uns milhares de euros em mostrar as virtudes de conduzir até ao Algarve o comboio de Alta Velocidade. Certamente que o governo ou as CIP´s deste País não o irão fazer, no entanto nada impede que as associação empresariais, de comerciantes ou de outro grupo de interesse do Algarve, patrocinado pelas “forças vivas” da região, realizem uma abordagem técnica sustentada, assente em premissas reais e com conclusões passíveis de concretização.
Seria muito importante que a RAVE/REFER recebe-se um contributo Algarvio para a definição das prioridades das linhas a implementar em Portugal. Sabendo que as linhas Lisboa-Madrid e Lisboa-Porto terão prioridade, nada implica que linha prevista neste momento de ligação Évora-Faro, seja revista para uma futura linha Alcochete-Faro e passe também ela a ser uma prioridade.
Bruno Inácio
sexta-feira, janeiro 11, 2008
As contradições do Governo de Sócrates (Parte II)
Finalmente parece que acabou a possível novela do novo aeroporto de Lisboa, afinal e contra tudo o que se esperava, o nosso Governo optou por previamente localizá-lo no Campo de tiro de Alcochete.
Decisão política assente no relatório do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) que concluiu que o aeroporto no campo de tiro de Alcochete é o mais adequado.
Então porque levou tanto tempo o nosso Governo a pedir um estudo ao LNEC? Porque é que o nosso Governo gastou balúrdios em apresentações pomposas de estudos de outros organismos, que nos indicavam que a OTA era a melhor solução?
Esta decisão mostra a total incoerência do actual Governo Socialista e põe em cheque o Ministro Mário Lino, que afirmou que em “Alcochete jamais !“ e referiu-se ainda à margem sul, como sendo um verdadeiro deserto, onde não existem pessoas, casas, hotéis, escolas…
Mas o Partido Socialista é exímio nestes “volte-faces”, o Sr. Primeiro Ministro em conferência de imprensa, quando interpelado por um jornalista se o Sr. Ministro Mário Lino tinha condições para continuar no cargo, o Eng. Sócrates teve o desplante de reforçar a grande capacidade e coerência do Sr. Ministro. Pergunto eu, coerência???
O mais hilariante é que o Partido Socialista ainda pensa que saiu vitorioso deste processo, com certeza que não tem a noção da realidade, pois não é preciso ser muito inteligente, para se aperceber que um projecto com a envergadura deste aeroporto, tem de ter várias localizações possíveis, bem como os seus respectivos estudos de impacto ambiental, financeiro, de segurança, etc… Depois de estudar todas as opções, e ficou patente que não eram só duas localizações, ai sim, dever-se-ia decidir! Só com estas atitudes se credibiliza a política e consequentemente Portugal.
Na conferência de imprensa, o Sr. Primeiro Ministro afirmou que isto é uma localização prévia, pois ainda falta o estudo extraordinário de impacto ambiental. Então em que ficamos afinal?
E se o estudo extraordinário de impacto ambiental chumbar a localização do novo aeroporto?
A pergunta coloca-se: Será mesmo o novo aeroporto implementado no Campo de tiro de Alcochete?
Fábio Bota – Presidente da JSD Algarve
Decisão política assente no relatório do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) que concluiu que o aeroporto no campo de tiro de Alcochete é o mais adequado.
Então porque levou tanto tempo o nosso Governo a pedir um estudo ao LNEC? Porque é que o nosso Governo gastou balúrdios em apresentações pomposas de estudos de outros organismos, que nos indicavam que a OTA era a melhor solução?
Esta decisão mostra a total incoerência do actual Governo Socialista e põe em cheque o Ministro Mário Lino, que afirmou que em “Alcochete jamais !“ e referiu-se ainda à margem sul, como sendo um verdadeiro deserto, onde não existem pessoas, casas, hotéis, escolas…
Mas o Partido Socialista é exímio nestes “volte-faces”, o Sr. Primeiro Ministro em conferência de imprensa, quando interpelado por um jornalista se o Sr. Ministro Mário Lino tinha condições para continuar no cargo, o Eng. Sócrates teve o desplante de reforçar a grande capacidade e coerência do Sr. Ministro. Pergunto eu, coerência???
O mais hilariante é que o Partido Socialista ainda pensa que saiu vitorioso deste processo, com certeza que não tem a noção da realidade, pois não é preciso ser muito inteligente, para se aperceber que um projecto com a envergadura deste aeroporto, tem de ter várias localizações possíveis, bem como os seus respectivos estudos de impacto ambiental, financeiro, de segurança, etc… Depois de estudar todas as opções, e ficou patente que não eram só duas localizações, ai sim, dever-se-ia decidir! Só com estas atitudes se credibiliza a política e consequentemente Portugal.
Na conferência de imprensa, o Sr. Primeiro Ministro afirmou que isto é uma localização prévia, pois ainda falta o estudo extraordinário de impacto ambiental. Então em que ficamos afinal?
E se o estudo extraordinário de impacto ambiental chumbar a localização do novo aeroporto?
A pergunta coloca-se: Será mesmo o novo aeroporto implementado no Campo de tiro de Alcochete?
Fábio Bota – Presidente da JSD Algarve
quinta-feira, janeiro 10, 2008
PARA ONDE VAI A SAÚDE EM PORTUGAL?
A PERGUNTA QUE TODOS FAZEM E QUE ALGUNS NÃO QUEREM OU NÃO SABEM RESPONDER…!
A JSD/Algarve, vem por este meio repudiar e condenar a forma como dois altos responsáveis pela área da Saúde no nosso País e na nossa região, nomeadamente, O Sr. Ministro da Saúde de PORTUGAL e o Responsável pela ARS do ALGARVE, Dr. Rui Lourenço, teimam em levar por diante a implementação de “cabeça para baixo”, de uma reforma que deveria ter como objectivo a melhoria dos cuidados de saúde prestados aos Portugueses e não apenas a contenção de despesa. Aceitamos que haja controlo nas despesas, mas não aceitamos que se reduza a Saúde dos Portugueses a simples números.
A realidade não deixa margem para dúvidas, basta ir às urgências do Hospital de Faro, ou a qualquer outro Posto de Saúde da Região, para se poder constactar o triste cenário que lá é vivido por quem lá necessita de se deslocar. O Sr. Ministro defende-se, invocando um relatório técnico encomendado que realmente contempla o fecho de algumas unidades de saúde, mas esquece-se que também esse relatório, sugere que antes de se proceder ao encerramento dessas unidades, se deverá criar condições por forma a garantir os cuidados mínimos ás populações. O Sr. Ministro encerra, faz um protocolo e está resolvido o problema, quando surgir um doente, envia-se o protocolo por correio ao doente e espera-se que o protocolo lhe trate da saúde.
Surge ainda outra questão, para o Sr. Ministro nem tudo o que o dito relatório técnico sugere, é para cumprir, dizendo mesmo, que no final existirá sempre uma decisão politica, ou seja, transforma um relatório técnico num documento político, assim sendo, será que alguém ainda acredita que com este Ministro iremos ter um Novo Hospital Central no Algarve? Nós não acreditamos.
Aquilo que era uma certeza, com este ministro passou a promessa e pelos vistos, só quando politicamente lhe convier é que haverá novidades. No entanto, temos que ser honestos, parte do prometido, foi cumprido, já existe um Hospital Central no Algarve, para tal, bastou o Sr. Ministro alterar a designação do Hospital Distrital de faro para Hospital Central, não andará o Sr. Ministro a brincar com a saúde dos Algarvios? Nós acreditamos que sim. E, no meio de tudo isto, onde andam os responsáveis pela saúde no Algarve? Nós acreditamos que nem eles sabem…!
Como pode o responsável máximo da Saúde no Algarve, estar presente num programa de televisão em directo (Prós e Contras do dia 7/1/2008), com o Sr. Ministro presente e apenas referir que há uns problemazinhos no Hospital de Faro que nada tem a haver com a organização mas sim com o espaço, Dr. Rui Lourenço, guarde o cartão de militante do Partido Socialista, desça a realidade e exija ao Sr. Ministro que cumpra o que está prometido para o Algarve, o Novo Hospital Central do Algarve é uma necessidade e tem que ser uma realidade a curto prazo para bem da saúde dos Algarvios. Dr. Rui Lourenço, porque não questionar o Sr. Ministro, que no debate televisivo se mostrou tão preocupado com os velhinhos, porque cancelou o financiamento para a criação de uma Unidade de Cuidados Contínuos para Idosos no Antigo Hospital de Loulé?
Sr. Ministro e Dr. Rui Lourenço, não façam da saúde uma discussão de números e de gráficos, todos sabemos que os números se encomendam e se trabalham conforme os objectivos pretendidos. O Direito à Saúde está consagrado na Constituição da Republica Portuguesa, não se resume a decisões politicas nem a números, calendarize-se a implementação da reforma como deve ser e concretize-se o que o relatório técnico indica. A Saúde diz respeito a pessoas em concreto, são doentes que apenas querem ser tratados quando tem necessidade.
P’la Comissão Politica da JSD Algarve
Miguel Guerreiro
(Vice-Presidente da Comissão Política da JSD Algarve)
A JSD/Algarve, vem por este meio repudiar e condenar a forma como dois altos responsáveis pela área da Saúde no nosso País e na nossa região, nomeadamente, O Sr. Ministro da Saúde de PORTUGAL e o Responsável pela ARS do ALGARVE, Dr. Rui Lourenço, teimam em levar por diante a implementação de “cabeça para baixo”, de uma reforma que deveria ter como objectivo a melhoria dos cuidados de saúde prestados aos Portugueses e não apenas a contenção de despesa. Aceitamos que haja controlo nas despesas, mas não aceitamos que se reduza a Saúde dos Portugueses a simples números.
A realidade não deixa margem para dúvidas, basta ir às urgências do Hospital de Faro, ou a qualquer outro Posto de Saúde da Região, para se poder constactar o triste cenário que lá é vivido por quem lá necessita de se deslocar. O Sr. Ministro defende-se, invocando um relatório técnico encomendado que realmente contempla o fecho de algumas unidades de saúde, mas esquece-se que também esse relatório, sugere que antes de se proceder ao encerramento dessas unidades, se deverá criar condições por forma a garantir os cuidados mínimos ás populações. O Sr. Ministro encerra, faz um protocolo e está resolvido o problema, quando surgir um doente, envia-se o protocolo por correio ao doente e espera-se que o protocolo lhe trate da saúde.
Surge ainda outra questão, para o Sr. Ministro nem tudo o que o dito relatório técnico sugere, é para cumprir, dizendo mesmo, que no final existirá sempre uma decisão politica, ou seja, transforma um relatório técnico num documento político, assim sendo, será que alguém ainda acredita que com este Ministro iremos ter um Novo Hospital Central no Algarve? Nós não acreditamos.
Aquilo que era uma certeza, com este ministro passou a promessa e pelos vistos, só quando politicamente lhe convier é que haverá novidades. No entanto, temos que ser honestos, parte do prometido, foi cumprido, já existe um Hospital Central no Algarve, para tal, bastou o Sr. Ministro alterar a designação do Hospital Distrital de faro para Hospital Central, não andará o Sr. Ministro a brincar com a saúde dos Algarvios? Nós acreditamos que sim. E, no meio de tudo isto, onde andam os responsáveis pela saúde no Algarve? Nós acreditamos que nem eles sabem…!
Como pode o responsável máximo da Saúde no Algarve, estar presente num programa de televisão em directo (Prós e Contras do dia 7/1/2008), com o Sr. Ministro presente e apenas referir que há uns problemazinhos no Hospital de Faro que nada tem a haver com a organização mas sim com o espaço, Dr. Rui Lourenço, guarde o cartão de militante do Partido Socialista, desça a realidade e exija ao Sr. Ministro que cumpra o que está prometido para o Algarve, o Novo Hospital Central do Algarve é uma necessidade e tem que ser uma realidade a curto prazo para bem da saúde dos Algarvios. Dr. Rui Lourenço, porque não questionar o Sr. Ministro, que no debate televisivo se mostrou tão preocupado com os velhinhos, porque cancelou o financiamento para a criação de uma Unidade de Cuidados Contínuos para Idosos no Antigo Hospital de Loulé?
Sr. Ministro e Dr. Rui Lourenço, não façam da saúde uma discussão de números e de gráficos, todos sabemos que os números se encomendam e se trabalham conforme os objectivos pretendidos. O Direito à Saúde está consagrado na Constituição da Republica Portuguesa, não se resume a decisões politicas nem a números, calendarize-se a implementação da reforma como deve ser e concretize-se o que o relatório técnico indica. A Saúde diz respeito a pessoas em concreto, são doentes que apenas querem ser tratados quando tem necessidade.
P’la Comissão Politica da JSD Algarve
Miguel Guerreiro
(Vice-Presidente da Comissão Política da JSD Algarve)
domingo, janeiro 06, 2008
PSD PEDE DEMISSÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO DO AMBIENTE
A gravidade das recentes intervenções do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) no município de Vila do Bispo, e as consequências nefastas para o seu desenvolvimento económico e social, não pode deixar de ter contado com a cobertura institucional e a cumplicidade ideológica do Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.
Não lembraria a ninguém que, passados tantos anos sobre o evoluir de alguns loteamentos emitidos na década de 80 e ainda em vigor e com certificado de conformidade com o PROTAL e o Plano Director Municipal, o ICNB resolvesse de um dia para o outro lançar embargos sobre obras de construção de moradias perfeitamente licenciadas pela Câmara Municipal de Vila do Bispo.
Eis, até agora, o resultado desta investida, tanto quanto é do conhecimento público, nas seguintes urbanizações:
-Quinta da Fortaleza (alvará de 1985) – 5 embargos
-Carriços (alvará de 1986) – 2 embargos
-Moledos (alvará de 1984) – 1 embargo
-Martinhal (alvará de 1987) – 5 embargos
-Esparregueira (alvará de 1980) – 1 embargo
Está-se em presença de loteamentos com alvarás em vigor, com as infraestruturas executadas e, nalguns casos, já recebidas definitivamente pela autarquia, e de lotes urbanos registados na Conservatória do Registo Predial sem qualquer ónus, condição ou pendência. Trata-se, sem sombra de dúvida, de áreas urbanas consolidadas.
Está-se em presença do embargo de construções que, à excepção da Esparregueira, representam já a parte final da concretização dos loteamentos, onde abundam dezenas de moradias construídas, licenciadas, vistoriadas e registadas sem qualquer problema. Porquê agora este ataque extemporâneo?
Diz a Comissão Directiva do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina que as autorizações de construção nos loteamentos em causa devem ser precedidas do seu parecer prévio favorável. E diz isto, sustentada num parecer jurídico caseiro, que não encontra sustentação em nenhum dos eminentes jurisconsultos nacionais que sobre esta matéria já se pronunciaram, sendo que todos, sem excepção, retiram qualquer razão às acções do Parque Natural, classificando-as, pois, de ilegítimas (vide pareceres de Fernanda Paula Oliveira, Sérvulo Correia/Sofia Galvão, a PLMJ e Associados).
Trata-se, portanto, de uma iniciativa prepotente e ilegal, com a chancela deste governo, que pretende condenar Vila do Bispo ao subdesenvolvimento em que está, à desertificação humana que continua a progredir, e que tem trazido como consequências desemprego e dificuldades financeiras para pequenas empresas e desconfiança por parte de quem investiu, respeitando todas as leis e regulamentos que lhe foram exigidos.
O governo pretende dar uma falsa imagem do município de Vila do Bispo, como se este estivesse a transformar-se em mais um mau exemplo de betonização. Não só, estão em causa algumas unidades urbanísticas de pequena dimensão e volumetria, e todas datadas da década de 80, que importa não deixar incompletas, como 97% da área deste município está condicionada por restrições de carácter ambiental, que tolhem qualquer tipo de iniciativa, excepto para os PIN que o governo se prepara para aprovar em Lisboa.
Curiosamente, ao mesmo tempo que investe contra loteamentos legalizados, o ICNB, através da Comissão Directiva do Parque Natural faz vista grossa a algumas construções clandestinas fora de qualquer enquadramento legal, que vão aparecendo aos olhos de toda a gente, mas para esses não há embargos do Parque. Vejam os casos da Charneca (Figueira) e do Forno de Cal (Budens).
O PSD/Algarve exige o fim imediato desta guerrilha institucional e política do governo/PNSACV/ICNB contra a autarquia de Vila do Bispo, que está a causar danos patrimoniais em pessoas que acabam por ser vítimas de técnicos que, sem terem legitimidade para tal, querem ter mais poderes sobre o território do que aqueles que a lei lhes confere, deixando à vista o autêntico desastre social e económico que a sua “jurisdição” sobre a costa vicentina tem traduzido.
O PSD/Algarve acusa o ICNB de querer fazer um exercício de autoridade, ultrapassando os poderes que a lei lhe confere. Acusa o governo de estar a preparar um conjunto de Medidas Preventivas sobre este tipo de loteamentos, não só no município de Vila do Bispo, mas também em Aljezur, não explicando qual a finalidade dessas mesmas medidas. E acusa o governo de estar a expropriar direitos aos cidadãos, sem querer pagar as respectivas indemnizações.
Na mira destas “Medidas Preventivas”, estão os loteamentos de Vila Rosalinda, Espartal e Vale da Telha, no município de Aljezur, e Caminho do Infante, Quinta da Fortaeza, Carriços, Moledos, Acomave, Esparregueiras e Martinhal, no município de Vila do Bispo.
Este projecto de Resolução que o Conselho de Ministros se prepara para aprovar, é irreflectido, prepotente, discriminatório para os municípios de Vila do Bispo e Aljezur, e não tem qualquer cobertura legal nem é sustentado em qualquer decisão judicial. É mesmo ridículo que se argumente com uma eventual decisão judicial que, alegadamente, não teria ocorrido por “manifesta inexistência de recursos” do (Ministério Público). Agora, já se tomam decisões em Portugal com base nas “intenções” do Ministério Público.
O tratamento discriminatório de Vila do Bispo e Aljezur é tão flagrante, que o referido projecto de Resolução, embora referindo como negativo para o Parque Natural “o crescimento acelerado de perímetros urbanos” fora da área do Parque, no vizinho município de Lagos onde, aí sim, a área de construção está a crescer de forma exponencial, não estabelece para esta autarquia qualquer “medida preventiva”. Isto é absolutamente escandaloso, e revelador do duplo peso e das duas medidas dos critérios deste governo, em matéria de política ambiental e de ordenamento.
Por ser o responsável político destas atitudes de prepotência, abuso de autoridade, falta de bom senso, perseguição de autarquias, omissão de combate à construção clandestina, lesão da imagem de Portugal como um Estado de direito, e desprezo pelos mais elementares direitos de cidadãos e investidores, o PSD/Algarve não pode deixar de reclamar a demissão imediata do Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.
Faro, 5 de Janeiro de 2008
A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve
Não lembraria a ninguém que, passados tantos anos sobre o evoluir de alguns loteamentos emitidos na década de 80 e ainda em vigor e com certificado de conformidade com o PROTAL e o Plano Director Municipal, o ICNB resolvesse de um dia para o outro lançar embargos sobre obras de construção de moradias perfeitamente licenciadas pela Câmara Municipal de Vila do Bispo.
Eis, até agora, o resultado desta investida, tanto quanto é do conhecimento público, nas seguintes urbanizações:
-Quinta da Fortaleza (alvará de 1985) – 5 embargos
-Carriços (alvará de 1986) – 2 embargos
-Moledos (alvará de 1984) – 1 embargo
-Martinhal (alvará de 1987) – 5 embargos
-Esparregueira (alvará de 1980) – 1 embargo
Está-se em presença de loteamentos com alvarás em vigor, com as infraestruturas executadas e, nalguns casos, já recebidas definitivamente pela autarquia, e de lotes urbanos registados na Conservatória do Registo Predial sem qualquer ónus, condição ou pendência. Trata-se, sem sombra de dúvida, de áreas urbanas consolidadas.
Está-se em presença do embargo de construções que, à excepção da Esparregueira, representam já a parte final da concretização dos loteamentos, onde abundam dezenas de moradias construídas, licenciadas, vistoriadas e registadas sem qualquer problema. Porquê agora este ataque extemporâneo?
Diz a Comissão Directiva do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina que as autorizações de construção nos loteamentos em causa devem ser precedidas do seu parecer prévio favorável. E diz isto, sustentada num parecer jurídico caseiro, que não encontra sustentação em nenhum dos eminentes jurisconsultos nacionais que sobre esta matéria já se pronunciaram, sendo que todos, sem excepção, retiram qualquer razão às acções do Parque Natural, classificando-as, pois, de ilegítimas (vide pareceres de Fernanda Paula Oliveira, Sérvulo Correia/Sofia Galvão, a PLMJ e Associados).
Trata-se, portanto, de uma iniciativa prepotente e ilegal, com a chancela deste governo, que pretende condenar Vila do Bispo ao subdesenvolvimento em que está, à desertificação humana que continua a progredir, e que tem trazido como consequências desemprego e dificuldades financeiras para pequenas empresas e desconfiança por parte de quem investiu, respeitando todas as leis e regulamentos que lhe foram exigidos.
O governo pretende dar uma falsa imagem do município de Vila do Bispo, como se este estivesse a transformar-se em mais um mau exemplo de betonização. Não só, estão em causa algumas unidades urbanísticas de pequena dimensão e volumetria, e todas datadas da década de 80, que importa não deixar incompletas, como 97% da área deste município está condicionada por restrições de carácter ambiental, que tolhem qualquer tipo de iniciativa, excepto para os PIN que o governo se prepara para aprovar em Lisboa.
Curiosamente, ao mesmo tempo que investe contra loteamentos legalizados, o ICNB, através da Comissão Directiva do Parque Natural faz vista grossa a algumas construções clandestinas fora de qualquer enquadramento legal, que vão aparecendo aos olhos de toda a gente, mas para esses não há embargos do Parque. Vejam os casos da Charneca (Figueira) e do Forno de Cal (Budens).
O PSD/Algarve exige o fim imediato desta guerrilha institucional e política do governo/PNSACV/ICNB contra a autarquia de Vila do Bispo, que está a causar danos patrimoniais em pessoas que acabam por ser vítimas de técnicos que, sem terem legitimidade para tal, querem ter mais poderes sobre o território do que aqueles que a lei lhes confere, deixando à vista o autêntico desastre social e económico que a sua “jurisdição” sobre a costa vicentina tem traduzido.
O PSD/Algarve acusa o ICNB de querer fazer um exercício de autoridade, ultrapassando os poderes que a lei lhe confere. Acusa o governo de estar a preparar um conjunto de Medidas Preventivas sobre este tipo de loteamentos, não só no município de Vila do Bispo, mas também em Aljezur, não explicando qual a finalidade dessas mesmas medidas. E acusa o governo de estar a expropriar direitos aos cidadãos, sem querer pagar as respectivas indemnizações.
Na mira destas “Medidas Preventivas”, estão os loteamentos de Vila Rosalinda, Espartal e Vale da Telha, no município de Aljezur, e Caminho do Infante, Quinta da Fortaeza, Carriços, Moledos, Acomave, Esparregueiras e Martinhal, no município de Vila do Bispo.
Este projecto de Resolução que o Conselho de Ministros se prepara para aprovar, é irreflectido, prepotente, discriminatório para os municípios de Vila do Bispo e Aljezur, e não tem qualquer cobertura legal nem é sustentado em qualquer decisão judicial. É mesmo ridículo que se argumente com uma eventual decisão judicial que, alegadamente, não teria ocorrido por “manifesta inexistência de recursos” do (Ministério Público). Agora, já se tomam decisões em Portugal com base nas “intenções” do Ministério Público.
O tratamento discriminatório de Vila do Bispo e Aljezur é tão flagrante, que o referido projecto de Resolução, embora referindo como negativo para o Parque Natural “o crescimento acelerado de perímetros urbanos” fora da área do Parque, no vizinho município de Lagos onde, aí sim, a área de construção está a crescer de forma exponencial, não estabelece para esta autarquia qualquer “medida preventiva”. Isto é absolutamente escandaloso, e revelador do duplo peso e das duas medidas dos critérios deste governo, em matéria de política ambiental e de ordenamento.
Por ser o responsável político destas atitudes de prepotência, abuso de autoridade, falta de bom senso, perseguição de autarquias, omissão de combate à construção clandestina, lesão da imagem de Portugal como um Estado de direito, e desprezo pelos mais elementares direitos de cidadãos e investidores, o PSD/Algarve não pode deixar de reclamar a demissão imediata do Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.
Faro, 5 de Janeiro de 2008
A Comissão Política Distrital do PSD/Algarve
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Texto de opinião
UM PRINCIPE INTELIGENTE NUNCA PERMANECE OCIOSO EM TEMPO DE PAZ, MAS COM HABILIDADE PROCURA FORMAR CABEDAL PARA PODER UTILIZA-LO NA ADVERSIDADE, A FIM DE QUE, QUANDO MUDAR A FORTUNA, SE ENCONTRE PREPARADO PARA RESISTIR.
O Príncipe – Nicolau Maquiavel
É com alguma frequência, que os políticos após as eleições se esquecem dos seus eleitores, cometendo o erro de imaginar que estes não notam tal atitude.
Desta forma o candidato desperdiça assim, a sua melhor arma: O mandato. Não nos podemos esquecer que muitas carreiras políticas foram abreviadas pela falta de visão a longo prazo.
Um político além de ter que cumprir as promessas feitas durante a campanha, tem que ter um especial cuidado em manter abertos os canais de comunicação com os que nele votaram. Se por um lado tem que estar atento e acessível para identificar os pontos fracos, por outro tem que prestar contas das suas acções, criando um clima de aceitação e simpatia, credibilidade e confiança.
Dia após dia é cada vez mais evidente que o marketing político, se torna um instrumento indispensável para qualquer político. Agir em sintonia com o que os cidadãos pensam e querem é fundamental para o sucesso.
A pesquisa de opinião pública suscita, em geral, grande interesse e emoção por parte do público pois trata de assuntos actuais, mede atitudes e opiniões das pessoas sobre temas políticos e sociais e desenvolve á população, de modo sistematizado, a informação que ela própria prestou.
As pesquisas são, cada vez mais, parte integrante do mundo moderno. Estas tornam a democracia mais participativa na medida em que a vontade do cidadão é identificada e pode influir nas decisões de um governo ou de um político.
Caracteriza-se como o bom político aquele que procura saber, a todo momento, o que os seus eleitores pensam, o que querem e o que precisam. Reconhecer prioridades é saber ordenar e executar a vontade popular, e são as pesquisas – qualitativas e quantitativas – as responsáveis pelas directrizes de um plano político. São estas que promovem uma maior interacção entre povo e políticos e o seu uso, fora do período eleitoral, permite aos políticos começar as suas campanhas desde o momento da sua tomada de posse. Como consequência, aumentam as hipóteses de sucesso nas futuras campanhas eleitorais.
A comunicação política nunca poderá ser encarada como um item supérfluo. O planeamento da comunicação é a única forma eficiente de alcançar os objectivos procurados.
As estratégias gerais de um candidato político devem ser a mais ampla possível.
Não basta ser eleito, embora, sem a menor dúvida, sua vitória no pleito seja indispensável para que, a partir de então, possa realmente desempenhar o importante papel a que se propôs com tanto empenho. No entanto, muitos candidatos parecem estar exclusivamente preocupados com a eleição em si.
O candidato eleito passará a ser responsável directamente, por uma menor ou maior parcela de poder. Será de sua competência, inclusive, legislar sobre os seus concidadãos. Para executar bem essa função, ele deverá não somente estar preocupado, mas também ter traçado metas compatíveis com o cargo que ocupa.
Isabel Cavaco - Vogal da JSD Algarve e Presidente da Mesa da JSD Silves
O Príncipe – Nicolau Maquiavel
É com alguma frequência, que os políticos após as eleições se esquecem dos seus eleitores, cometendo o erro de imaginar que estes não notam tal atitude.
Desta forma o candidato desperdiça assim, a sua melhor arma: O mandato. Não nos podemos esquecer que muitas carreiras políticas foram abreviadas pela falta de visão a longo prazo.
Um político além de ter que cumprir as promessas feitas durante a campanha, tem que ter um especial cuidado em manter abertos os canais de comunicação com os que nele votaram. Se por um lado tem que estar atento e acessível para identificar os pontos fracos, por outro tem que prestar contas das suas acções, criando um clima de aceitação e simpatia, credibilidade e confiança.
Dia após dia é cada vez mais evidente que o marketing político, se torna um instrumento indispensável para qualquer político. Agir em sintonia com o que os cidadãos pensam e querem é fundamental para o sucesso.
A pesquisa de opinião pública suscita, em geral, grande interesse e emoção por parte do público pois trata de assuntos actuais, mede atitudes e opiniões das pessoas sobre temas políticos e sociais e desenvolve á população, de modo sistematizado, a informação que ela própria prestou.
As pesquisas são, cada vez mais, parte integrante do mundo moderno. Estas tornam a democracia mais participativa na medida em que a vontade do cidadão é identificada e pode influir nas decisões de um governo ou de um político.
Caracteriza-se como o bom político aquele que procura saber, a todo momento, o que os seus eleitores pensam, o que querem e o que precisam. Reconhecer prioridades é saber ordenar e executar a vontade popular, e são as pesquisas – qualitativas e quantitativas – as responsáveis pelas directrizes de um plano político. São estas que promovem uma maior interacção entre povo e políticos e o seu uso, fora do período eleitoral, permite aos políticos começar as suas campanhas desde o momento da sua tomada de posse. Como consequência, aumentam as hipóteses de sucesso nas futuras campanhas eleitorais.
A comunicação política nunca poderá ser encarada como um item supérfluo. O planeamento da comunicação é a única forma eficiente de alcançar os objectivos procurados.
As estratégias gerais de um candidato político devem ser a mais ampla possível.
Não basta ser eleito, embora, sem a menor dúvida, sua vitória no pleito seja indispensável para que, a partir de então, possa realmente desempenhar o importante papel a que se propôs com tanto empenho. No entanto, muitos candidatos parecem estar exclusivamente preocupados com a eleição em si.
O candidato eleito passará a ser responsável directamente, por uma menor ou maior parcela de poder. Será de sua competência, inclusive, legislar sobre os seus concidadãos. Para executar bem essa função, ele deverá não somente estar preocupado, mas também ter traçado metas compatíveis com o cargo que ocupa.
Isabel Cavaco - Vogal da JSD Algarve e Presidente da Mesa da JSD Silves
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Manual de Informática no sapatinho da J. F. Salir
O Executivo da Junta de Freguesia de Salir surpreendeu na última Assembleia de Freguesia, realizada a 11 de Dezembro, revelando a necessidade de fazer uma alteração no quadro de pessoal para colocar na Junta de Freguesia um Técnico de Informática.
Está situação, que tem tanto de insólito como de desajustada, surgiu por proposta da Sra. Presidente da Junta, Dr.ª Piedade Carrasquinho, que assumiu sentir algum desconforto a operar com as novas tecnologias, razão pela qual vê como conveniente abrir concurso para afectar aos quadros da Junta a que preside um Técnico de Informática.
A acontecer, a J.F. Salir será a primeira do Concelho a contar com um técnico especializado nesta área, facto que muito surpreende a JSD Loulé, até porque a Sra. Presidente da Junta, advogada de profissão, possuirá, acreditamos nós, bastantes conhecimentos informáticos, pelo menos os necessários para a laboração diária da sua Junta de Freguesia.
Assim, deve a população ser informada deste facto, até porque à vista desarmada poderão nem existir alterações no já por si excessivo número de elementos que trabalham para a Junta de Freguesia e o possível concurso público poderá passar à margem da população. Esta poderá ser uma forma de promover alguém dos quadros a novas funções, com uma melhoria substancial das remunerações mensais desse novo Técnico.
Ao que parece o Eng. Sócrates já encontrou uma fórmula mágica para conseguir atingir o objectivo dos 150 mil novos empregos a que se propôs. Requalifica quem já está na função pública e assim passa a ter mais um para atingir a meta até 2009.
Entendemos que a Sr.ª Presidente queria melhorar as condições dos funcionários da Junta de Freguesia, o que não entendemos é que o faça desta forma encapuçada.
Esta situação não poderá assim ser deixada passar em claro, já que nada de útil traz para a freguesia. Questionamos nós, qual a utilidade de ter um técnico de informática a tempo inteiro na Junta? Que funções desempenhará no horário de expediente? Não será mais proveitoso dotar alguém do efectivo de formação na área? Não existirá já alguém na Junta com bastantes conhecimentos nessa área e que recentemente até esteve ligado à criação de uma rede de Internet gratuita para a Vila de Salir? Não seria melhor criar um cargo de encarregado de forma a agilizar o trabalho de todos os funcionários na área das obras e das limpezas?
Só o tempo o confirmará, mas a JSD Loulé acredita que esta situação, a concretizar-se, servirá apenas para encobrir uma promoção desproporcionada, situação nada proveitosa a nível financeiro para a Junta. Assim, a JSD Loulé junta a sua voz de protesto à dos membros eleitos pelo PSD na Assembleia de Freguesia que muito correctamente votaram contra esta proposta que acabou por ser aprovada pela maioria socialista.
Nesse sentido, a JSD Loulé decidiu oferecer à Sr.ª Presidente da Junta de Freguesia de Salir, Dr.ª Piedade Carrasquinho um manual de iniciação à Informática, que além de ajudar a reduzir despesas no orçamento da Junta irá aumentar os conhecimentos da Sr.ª Presidente.
Esperamos que esta prenda de Natal vá de encontro às necessidades da Junta de Freguesia e que faça com que a Sr.ª Presidente desperte para a realidade da terra a que preside e para as reais necessidades da freguesia.
A COMISSÃO POLITICA DA JSD / LOULÉ
quinta-feira, dezembro 20, 2007
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Cavaco Silva Quer Que Portugueses Tenham Mais Filhos!
Em declarações recentes, o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva incentivava os portugueses a procriarem mais.
De facto somos dos países da Europa com uma população mais envelhecida e sabemos que as novas gerações serão a continuidade do País.
O Presidente da República esqueceu-se foi de que a vida de um casal em Portugal, não dá para muitas vezes ter um filho sequer, quanto mais dois ou três.
Vejamos: o salário mínimo nacional ronda os 400 euros mensais, as mães e muitas vezes contrariadas porque gostariam de ter mais tempo para os seus rebentos, têm que trabalhar, porque um só salário na família não chega.
Há a creche das crianças, mais tarde a escola, o ATL e todos em casa tem de comer, vestir e calçar, para além de todas as necessidades que um filho acarreta e que são para a vida toda, não apenas nos primeiros anos de vida. Mas mesmo ainda na fase da primeira infância, tudo é caríssimo se comparar-mos aos nossos ordenados em Portugal e depois lá vamos bater novamente na tecla da habitação, inevitavelmente. Comprar uma casa, para um casal em que os dois recebam ordenados mínimos mensais, é impensável e alugar uma casa se falar-mos num casal até aos 30 anos poderá tentar a sorte através do Porta 65 – jovem , mas atenção, se for na cidade de Tavira e num casal com um filho, num apartamento de tipologia T2 só terá direito a algum subsídio se a renda não ultrapassar os 360 euros mensais. Querem-nos dizer como é que actualmente um casal pode pensar em ter mais que um filho, se chegar a tê-lo?
Irónico é que o governo do Professor Cavaco Silva aprovou a lei do novo arrendamento jovem Porta 65 que só confirma o desejo dos casais a não terem filhos. Se a vida para um é complicada, para um casal com filhos é muito mais.
Só por acaso o Professor Cavaco Silva, é Algarvio e deveria conhecer muito melhor a região, porque depois de muitas conversas com jovens do concelho de Tavira e não só, a JSD Tavira concluiu que a juventude está revoltadíssima com as novas regras de arrendamento jovem e que mais valia que não a tivessem instaurado.
Qualquer alínea do decreto lei deste Porta 65 – Jovem é uma autêntica fantochada.
Como é que um casal pode pensar em alargar a família em condições destas, para além das misérias de ordenados e do preço de tudo na generalidade que como já anunciado irá aumentar novamente no início de 2008.
Há afirmações muito infelizes!
O Presidente Cavaco Silva poderia começar por incentivar os seus próprios descendentes a aumentarem o seu rol de netos não?
Sofia Minhalma - Presidente da JSD Tavira
De facto somos dos países da Europa com uma população mais envelhecida e sabemos que as novas gerações serão a continuidade do País.
O Presidente da República esqueceu-se foi de que a vida de um casal em Portugal, não dá para muitas vezes ter um filho sequer, quanto mais dois ou três.
Vejamos: o salário mínimo nacional ronda os 400 euros mensais, as mães e muitas vezes contrariadas porque gostariam de ter mais tempo para os seus rebentos, têm que trabalhar, porque um só salário na família não chega.
Há a creche das crianças, mais tarde a escola, o ATL e todos em casa tem de comer, vestir e calçar, para além de todas as necessidades que um filho acarreta e que são para a vida toda, não apenas nos primeiros anos de vida. Mas mesmo ainda na fase da primeira infância, tudo é caríssimo se comparar-mos aos nossos ordenados em Portugal e depois lá vamos bater novamente na tecla da habitação, inevitavelmente. Comprar uma casa, para um casal em que os dois recebam ordenados mínimos mensais, é impensável e alugar uma casa se falar-mos num casal até aos 30 anos poderá tentar a sorte através do Porta 65 – jovem , mas atenção, se for na cidade de Tavira e num casal com um filho, num apartamento de tipologia T2 só terá direito a algum subsídio se a renda não ultrapassar os 360 euros mensais. Querem-nos dizer como é que actualmente um casal pode pensar em ter mais que um filho, se chegar a tê-lo?
Irónico é que o governo do Professor Cavaco Silva aprovou a lei do novo arrendamento jovem Porta 65 que só confirma o desejo dos casais a não terem filhos. Se a vida para um é complicada, para um casal com filhos é muito mais.
Só por acaso o Professor Cavaco Silva, é Algarvio e deveria conhecer muito melhor a região, porque depois de muitas conversas com jovens do concelho de Tavira e não só, a JSD Tavira concluiu que a juventude está revoltadíssima com as novas regras de arrendamento jovem e que mais valia que não a tivessem instaurado.
Qualquer alínea do decreto lei deste Porta 65 – Jovem é uma autêntica fantochada.
Como é que um casal pode pensar em alargar a família em condições destas, para além das misérias de ordenados e do preço de tudo na generalidade que como já anunciado irá aumentar novamente no início de 2008.
Há afirmações muito infelizes!
O Presidente Cavaco Silva poderia começar por incentivar os seus próprios descendentes a aumentarem o seu rol de netos não?
Sofia Minhalma - Presidente da JSD Tavira
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Jantar de Natal do PSD
Dia 14 de Dezembro
20 horas
Portimão
10 euros
Não falte!
com a presença de Pedro Santana Lopes
sábado, novembro 24, 2007
JSD Algarve prepara acção para o Dia Mundial Contra a SIDA
JSD Algarve organiza no proximo dia 1 de Dezembro uma campanha de sensibilização para as doenças sexualmente transmissiveis.
A actividade contará com um jantar/debate em Faro, posteriormente seguir-se-á uma acção de rua, nos bares e discotecas de Faro, Loulé e Albufeira.A JSD irá distribuir informação sobre o tema, bem como preservativos.
Para inscrições e informações sobre o jantar/debate deverão contactar-nos pelo email fbota@oniduo.pt
Programa
20h - Jantar/Debate
23h - Acção de rua em Faro
00h - Acção de rua em Loulé e Vilamoura
02h - Acção de rua em Albufeira
A actividade contará com um jantar/debate em Faro, posteriormente seguir-se-á uma acção de rua, nos bares e discotecas de Faro, Loulé e Albufeira.A JSD irá distribuir informação sobre o tema, bem como preservativos.
Para inscrições e informações sobre o jantar/debate deverão contactar-nos pelo email fbota@oniduo.pt
Programa
20h - Jantar/Debate
23h - Acção de rua em Faro
00h - Acção de rua em Loulé e Vilamoura
02h - Acção de rua em Albufeira
quinta-feira, novembro 22, 2007
13º CONGRESSO DO ALGARVE - CONCLUSÕES
Ter um "All Algarve clean" (amigo do ambiente) em vez de apenas um "Allgarve", valorizando as empresas da região que funcionassem à taxa de carbono zero é uma das recomendações que saiu do 13º Congresso do Algarve, evento que terminou anteontem à noite.
"Devem ser implementadas medidas para preparar o Algarve para o previsível esgotamento das energias fósseis e para os novos desafios ambientais globais, designadamente com a adesão das empresas sedeadas na Regiãoà axa de carbono zero", indica o documento das conclusões e recomendações do Congresso do Algarve. Para os congressitas, a medida levaria a que o Algarve fosse conhecido e prestigiado pela marca "All Algarve Clean", em vez de simplesmente "Allgarve".
Levar o golfe ao interior algarvio, incentivar a investigação biológica das plantas para aproveitar os recursos naturais da região, preservar o Forte da Meia Praia e reabilitar o histórico edifício da moagem de Faro são outras medidas urgentes para o desenvolvimento futuro do Algarve que saíram do congresso.
O Turismo de Natureza foi também defendido pelos congressistas, que o classificaram como "um grande atractivo para o interior da região".
"Devem ser implementadas medidas para preparar o Algarve para o previsível esgotamento das energias fósseis e para os novos desafios ambientais globais, designadamente com a adesão das empresas sedeadas na Regiãoà axa de carbono zero", indica o documento das conclusões e recomendações do Congresso do Algarve. Para os congressitas, a medida levaria a que o Algarve fosse conhecido e prestigiado pela marca "All Algarve Clean", em vez de simplesmente "Allgarve".
Levar o golfe ao interior algarvio, incentivar a investigação biológica das plantas para aproveitar os recursos naturais da região, preservar o Forte da Meia Praia e reabilitar o histórico edifício da moagem de Faro são outras medidas urgentes para o desenvolvimento futuro do Algarve que saíram do congresso.
O Turismo de Natureza foi também defendido pelos congressistas, que o classificaram como "um grande atractivo para o interior da região".
Fonte: Jornal de Noticias
sábado, novembro 17, 2007
JSD Algarve fascinada com visita à Mina do Sal em Loulé
No passado dia 14 de Novembro, uma comitiva de 30 pessoas da JSD Algarve, visitou a mina de sal-gema em Loulé, ficando impressionada com a grandeza da própria mina. Trata-se de uma mina a mais de 200 metros de profundidade, onde os túneis ultrapassam os 30 km.
A JSD Algarve desconhecia a quantidade de sal extraído da mina, e como esta é rentável monetariamente. É de salientar que o sal extraído é quase totalmente utilizado na indústria, tendo ainda uma parte pouco significativa, para a prevenção rodoviária. Muito do sal extraído é posteriormente separado nos seus dois componentes, cloro e sódio para efeitos industriais, e é importado para toda a Europa.
É ainda de salientar a organização e tecnologia utilizada na mina do sal, pois em muitos aspectos, é pioneira em tecnologia de ponta para a extracção de minérios, conseguindo óptimos resultados quer financeiros, quer em segurança dos próprios funcionários.
A JSD teve ainda oportunidade de se aperceber das potencialidades da mina para exploração turística, acreditando que quando o projecto for colocado em prática, será certamente uma das maiores atracções turísticas da nossa região.
Não poderíamos deixar de agradecer ao grupo CUF que nos permitiu a visita guiada pela mina, explicando minuciosamente todos os detalhes da mina, o que para nós foi realmente uma experiência inesquecível.
A JSD Algarve desconhecia a quantidade de sal extraído da mina, e como esta é rentável monetariamente. É de salientar que o sal extraído é quase totalmente utilizado na indústria, tendo ainda uma parte pouco significativa, para a prevenção rodoviária. Muito do sal extraído é posteriormente separado nos seus dois componentes, cloro e sódio para efeitos industriais, e é importado para toda a Europa.
É ainda de salientar a organização e tecnologia utilizada na mina do sal, pois em muitos aspectos, é pioneira em tecnologia de ponta para a extracção de minérios, conseguindo óptimos resultados quer financeiros, quer em segurança dos próprios funcionários.
A JSD teve ainda oportunidade de se aperceber das potencialidades da mina para exploração turística, acreditando que quando o projecto for colocado em prática, será certamente uma das maiores atracções turísticas da nossa região.
Não poderíamos deixar de agradecer ao grupo CUF que nos permitiu a visita guiada pela mina, explicando minuciosamente todos os detalhes da mina, o que para nós foi realmente uma experiência inesquecível.
quarta-feira, novembro 07, 2007
PSD/Lagos recolhe vestuário

A campanha de angariação de vestuário que os sociais-democratas de Lagos decidiram levar a cabo, no âmbito de uma operação de solidariedade para com as famílias carenciadas do concelho, vai decorrer durante todo o mês de Novembro. Para o efeito, o PSD/Lagos vai ter as portas da sua sede abertas aos militantes e cidadãos em geral em todos os dias úteis da semana, excepto à quinta-feira, e em diferentes períodos do dia.
A sede do PSD/Lagos, na rua Soeiro da Costa, em Lagos, está aberta para a recolha de vestuário a partir do dia 2 de Novembro e até ao final do mês, em todos os dias úteis da semana, excepto à quinta-feira, no seguinte horário: 2.ª-feira: 17h30 – 19h30; 3.ª-feira: 10h30-12h30; 4.ª-feira: 12h00-13h30; 6.ª-feira: 17h30-19h30.
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