terça-feira, janeiro 02, 2007

Curso de Medicina no Algarve. Que Futuro?

Como é do conhecimento geral, a JSD/Algarve, tem vindo a travar uma batalha com o intuito de descentralizar a localização dos cursos de Medicina acima do Tejo, sendo a Universidade do Algarve, há muito negligenciada nesse aspecto e em particular, como é óbvio, os estudantes interessados em optar por essa profissão.

A JSD/Algarve através da reunião de 9.500 assinaturas, apresentou esta moção em Outubro na Assembleia da República, tendo os Ministros da Educação e da Saúde, reconhecido que de facto há essa necessidade, visando a possibilidade de este ser implementado no Algarve, após a construção de um Hospital Central, o qual está previsto para 2007.

Como tudo, agora, que já atingimos com muita luta e trabalho árduo este patamar, não podemos deixar que fique negligenciado e esquecido por entre outros inúmeros assuntos.

A JSD/Algarve defende piamente a implementação do Curso de Medicina na Universidade do Algarve, baseando-se em factos concisos e irrevogáveis, nomeadamente, como já foi mencionado, a inexistência de cursos de Medicina a sul do Tejo, forçando os estudantes a deslocarem-se da sua região, os quais, na sua maioria, já se comprovou através de um estudo estatístico, após deixarem as suas casas para estudar fora, dificilmente regressam. Isto porque, mantêm-se fora de casa durante diversos anos, altura mais propícia a haver desenvolvimentos a nível pessoal, profissional e social, criando raízes no local onde estudaram e “cresceram”, deixando de parte o regresso a casa.

Como tal, verifica-se que, caso houvesse o Curso de Medicina no Algarve, os jovens que o iriam frequentar, possivelmente permaneceriam na zona, colmatando as lacunas que existem nos hospitais, e que nos fazem recorrer aos médicos estrangeiros. De momento, em termos estatísticos por cada 100 habitantes existe 2,7% de médicos e em alturas de afluência turística 1,5%.

A sua permanência no Algarve, iria aumentar a qualidade de vida, pois para além dos próprios estudantes beneficiarem com a situação, o mesmo sucederia com os habitantes, assim como o turismo em si. Isto porque, cada vez mais tem vindo a ganhar terreno o turismo de saúde e de terceira idade, que em primeira instância tem como prioridade ao optar por um país de destino, aquele que lhe proporciona todas as condições que necessita.

Perante todos estes factores, é importante dar seguimento a esta petição, pois são várias as vertentes que beneficiam com esta acção.

No próximo dia 5 de Janeiro irá ser debatido este assunto na Assembleia da Republica, esperamos que os nossos Governantes tenham a noção de como o Algarve está necessitado nesta área, e não o coloquem na gaveta como têm feito com outros projectos preponderantes para a nossa Região.

P’la Comissão Politica da JSD Algarve

Ana Carina Santos
(Secretária Geral da JSD Algarve)

sexta-feira, dezembro 29, 2006

Reunião em Leiria

sábado, dezembro 23, 2006

É com o maior prazer, que a JSD Lagos dá inicio a um conjunto de actividades que pretendem dar a conhecer a realidade da gestão da nossa autarquia.

O nosso objectivo é esclarecer os habitantes do concelho, deixando que cada um, em consciência, analise os dados por nós apresentados, tirando daí as devidas conclusões.

O tema apresentado neste folheto, prende-se com a época festiva que vivemos, “ O NATAL “.

Embora fosse desejo da maioria, oferecer aos mais queridos um vasto leque de presentes, temos todos que gerir um orçamento familiar, de forma a conseguir adquirir os presentes de Natal.

O mesmo tipo de gestão deverá ser feito pelo Estado e seus organismos. Como é do conhecimento de todos, atravessamos uma crise. Diariamente governantes vêm à Comunicação Social solicitar contenção, “ que todos apertemos o cinto “. Só é de esperar que os diversos organismos do Estado tambem o façam.

Vejamos então o caso da iluminação natalícia. É evidente que todos gostamos de ver as nossas cidades iluminadas nesta época, pois é parte integrante da magia do Natal, transmitindo calor, alegria e bem estar à população.

Comparámos os montantes gastos por 6 autarquias Algarvias, avaliámos a dimensão dos respectivos concelhos e a taxa de actividade dos mesmos. Ora então vejamos.








ILUMINAÇÃO DE NATAL 2006

Concelho

Habitantes

% Pop. Activa

Custo Iluminação

€ / Hab.

€ / Hab. Activo

Variação á media

Albufeira

31.543

55,6%

200.000,00 €

6,34 €

11,40 €

36%

Faro

58.051

51,4%

150.000,00 €

2,58 €

5,03 €

-40%

Lagoa

20.651

51,9%

46.000,00 €

2,23 €

4,29 €

-49%

Lagos

25.384

49,0%

187.000,00 €

7,37 €

15,03 €

79%

Loulé

59.160

48,9%

200.000,00 €

3,38 €

6,91 €

-18%

Portimão

44.818

51,3%

178.000,00 €

3,97 €

7,74 €

-8%

Média

4,31 €

8,40 €

- Valores aproximados gastos em iluminação para o ano de 2006 apurados a partir de comunicados das autarquias

- Índices populacionais com origem no Instituto Nacional de Estatística

Comparativamente aos restantes concelhos, Lagos é de longe o que apresenta um maior gasto em iluminação de Natal por habitante, estando 79% acima da média.

Poderemos então justificar este gasto com um reclamado benefício indirecto para cidade e seu comércio?

Numa votação colocada ao dispor da população, no site da Câmara Municipal é feita a seguinte pergunta:

“A Câmara investiu 187 mil Euros em iluminação de Natal para tornar a cidade mais atractiva Concorda?”

Os Resultados apresentados são: SIM 29 % - NÂO 71 % ( dados a 18/12/2006 )

Deixamos estes dados expressivos para vossa reflexão.

Um Feliz NATAL e um Prospero ANO NOVO são os votos da JSD Lagos para todos.


sexta-feira, dezembro 22, 2006

1ª Reunião Alargada da JSD Algarve - 12 Janeiro

"Vamos a isso Algarve!"
Reunião conjunta com a Comissão Política da JSD Faro
Dia 12 de Janeiro pelas 21h30
Sede do PSD Faro - Rua Vasco da Gama, nº54, 1ºDir

quinta-feira, dezembro 21, 2006

CONSELHO DISTRITAL

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e Regulamentos aplicáveis, convoca-se o Conselho Distrital da JSD/Algarve, para reunir no próximo dia 16 de Fevereiro de 2007 (6ª feira), pelas 21H30, na sede do PSD/Algarve, sita na Rua Projectada à Rua de São Luís, n.º 1, em Faro, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Eleição dos Delegados da JSD/Algarve à Assembleia Distrital do PSD/Algarve;
2 - Discussão e votação do Plano de Actividades da JSD/Algarve e seu Orçamento para 2007;
3 - Análise da situação Política;
4 - Outros assuntos.

Notas:
- O acto eleitoral decorrerá entre as 21H30 e as 23H00;
- As listas candidatas, deverão ser entregues conforme os Estatutos, até às 24 horas do terceiro dia anterior ao acto eleitoral.

O Presidente da Mesa do Conselho Distrital

Bruno Lage

terça-feira, dezembro 19, 2006

FÁBIO BOTA É O NOVO PRESIDENTE DA JSD/ALGARVE

Decorreram na passada sexta-feira, dia 15 de Dezembro, nas instalações da Sede da Distrital em Faro, as eleições para a presidência da JSD distrital, seguidas pela tomada de posse.

Fábio Bota, 26 anos, natural de Loulé, foi eleito Presidente da Distrital da JSD Algarve num acto eleitoral que contou somente com a sua lista, mas que registou uma afluência às urnas bastante satisfatória.

A posse foi dada por Cristóvão Norte (antigo Presidente da Distrital da JSD Algarve) e Bruno Lage, perante uma sala repleta de militantes.

No seu discurso, Fábio Bota, destacou o bom desempenho e o esforço de Cristóvão Norte, e de toda a sua equipa em manter e activa a JSD Algarve, e frisou a vontade de dar continuidade ao trabalho por ele desenvolvido, pondo em prática o plano a que se predispôs sob o slogan de “Vamos a isso Algarve!”.

O Presidente eleito realçou ainda que, pretende com a Comissão Política formada, criar um núcleo duro da JSD, dinâmico que englobasse os diversos concelhos do Algarve, para que haja um conhecimento mais profundo dos problemas e potencialidades do Algarve.

A Comissão Política da JSD Distrital passa assim a ter a seguinte composição:

Fábio Bota (Presidente); Miguel Pedro Guerreiro e Miguel Gonçalves (Vice-Presidentes); Ana Carina Santos (Secretária Geral); Vera Corvo, Eduardo de Almeida, Ricardo Fonseca, Cristiano Cabrita, Sara Minhalma, Nuno do Rio, Filipa da Silva, João Louzeiro, Hugo Guerreiro, Isabel Cavaco, Ana Sequeira, Márcio Martins, Hélder Santos, Mafalda Reis e Luís Cavaco (Vogais).

A Mesa do Conselho Distrital da JSD Distrital passa assim a ter a seguinte composição:

Bruno Lage (Presidente), Filipe de Almeida e Irina Martins (Vice-Presidentes); João Francisco Amado e Guilherme Azedo (Secretários);
Susana da Silva e Carlos do Carmo (Suplentes)

P’la Comissão Politica da JSD Algarve

Ana Carina Santos
(Secretária Geral da JSD Algarve)

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Lista Candidata à Mesa da Conselho Distrital-JSD Algarve

MESA DO CONSELHO DISTRITAL

LISTA A

Cargo Nome N.º Militante Secção
Presidente Bruno Gonçalo de Azevedo Lage 92214 Faro
Vice-Presidente Filipe Alexandre Brazão de Almeida 128722 Lagos
Vice-Presidente Irina Alexandra Mendes Martins 133768 Loulé
Secretário João Francisco Viçoso Amado 142313 Portimão
Secretário Guilherme João Diogo Azêdo 104238 Olhão
Suplente Susana Sofia Brissos da Silva 140776 Faro
Suplente Carlos Miguel Viegas do Carmo 95041 Faro

DIA 15 - ELEIÇÕES DA DISTRITAL DA JSD/ALGARVE

Caros Delegados do Conselho Distrital!

Após a vossa eleição, na passada semana (dia 7), relembra-se, que no dia 15 de Dezembro (6ª feira) das 21H00 às 23H00 vai decorrer na sede do PSD/Algarve (Praceta Projectada à Rua de São Luís, n.º 1 - Faro), as eleições para a Mesa do Conselho Distrital e Comissão Política Distrital da JSD/Algarve.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Lista Candidata à Comissão Política Distrital e Mesa do Conselho Distrital

Juventude Social Democrata Algarve

COMISSÃO POLÍTICA DISTRITAL

Lista A

Presidente: Fábio Bota – nº62643 - (Loulé)

Vice-Presidente: Miguel Guerreiro – nº54233 - (Loulé)
Vice-Presidente: Miguel Gonçalves – nº136592 - (Silves)

Secretário Geral: Ana Carina Santos – nº77296 - (Loulé)

Vogais:
Vera Corvo – nº105553 - (Vila Real)
Eduardo de Almeida – nº117582 - (Faro)
Sara Minhalma – nº140958 - (Tavira)
Nuno do Rio – nº128715 - (Faro)
Ricardo Fonseca – nº137170 - (Lagos)
Cristiano Cabrita – nº93835 - (Albufeira)
Filipa da Silva – nº080601102 - (Faro)
João Louzeiro – nº142165 - (Faro)
Hugo Guerreiro – nº142576 - (Loulé)
Isabel Cavaco – nº129827 - (Silves)
Mafalda Reis – nº99287 - (Albufeira)
Ana Sequeira – nº138148 - (Lagos)
Márcio Martins – nº139360 - (Silves)
Hélder Santos – nº120678 – (Loulé)
Luís Cavaco – nº105547 - (Vila Real)

MESA DO CONSELHO DISTRITAL

Lista A

Presidente: Bruno de Azevedo Lage - n.º 92214 (Faro)

Vice-Presidente: Filipe Brazão de Almeida - n.º 128722 (Lagos)
Vice-Presidente: Irina Mendes Martins - n.º 133768 (Loulé)

Secretário: João Viçoso Amado - n.º 142313 (Portimão)
Secretário: Guilherme Diogo Azêdo - n.º 104238 (Olhão)

Suplente: Susana Brissos da Silva - n.º 140776 (Faro)
Suplente: Carlos Viegas do Carmo - n.º 95041 (Faro)

quarta-feira, dezembro 06, 2006

JSD/TAVIRA ORGANIZA DEBATE

A JSD/Tavira vai levar a efeito no próximo dia 14 de Dezembro, um debate sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, que decorrerá no Clube de Tavira, apartir das 21 horas.

Não faltes!

quarta-feira, novembro 22, 2006

JANTAR COMEMORATIVO DO 31º ANIVERSÁRIO DA JSD/FARO


A JSD/Faro vai organizar dia 8 de Dezembro por volta das 20 horas, o jantar comemorativo do seu 31º Aniversário.

O custo de cada bilhete é de 10 setas e poderás adquiri-lo junto dos dirigentes da JSD/Faro, ou então envia um e.mail (jsd.faro@gmail.com) para efectivares a tua reserva.

Não faltes!

quinta-feira, novembro 09, 2006

CONSELHO DISTRITAL ELEITORAL

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e Regulamentos aplicáveis, convoca-se o Conselho Distrital Eleitoral da JSD Faro para reunir no próximo dia 15 de Dezembro de 2006 pelas 21 horas na sede Distrital, sita na Rua Projectada à Rua de S. Luís, nr.1, com a seguinte
Ordem de Trabalhos:
1 - Apresentação de Candidaturas
2 - Apresentação, Discussão e Votação de Moções
3 - Eleição da Mesa do Conselho Distrital e da Comissão Política Distrital.

Notas:- As urnas estarão abertas durante o período de duas horas.
- As listas deverão ser entregues à Presidente da Mesa do Conselho Nacional, ou quem estatutariamente a substitua, na Sede Distrital, até às 24 horas do terceiro dia anterior, respeitando as normas estatutárias e regulamentares da JSD.

A Presidente da Mesa do Conselho Nacional

(Ana Zita Gomes)

quarta-feira, novembro 08, 2006

JANTAR DA JSD EM PORTIMÃO

A nova Comissão Política da JSD/Portimão, liderada pelo companheiro João Amado, realizou em parceria com a JSD/Algarve um jantar de confraternização no recinto dos Bombeiros Voluntários de Portimão, que contou com a presença de cerca de 80 pessoas.


Durante o repasto, a JSD/Algarve, em nome do seu presidente homenageou o companheiro Henrique, militante da secção do PSD de Portimão pela entrega, pelo dinamismo e pelo trabalho prestado ao partido ao longo de mais de 30 anos e pelo grande contributo dado à JSD aquando da recolha de assinaturas em Portimão, para a petição "Curso de Medicina já!".

12 mil Visitas!

O blog da JSD/Algarve - Claros e Objectivos, com pouco mais de 2 anos, atingiu hoje as 12.ooo visitas.

terça-feira, outubro 31, 2006

JSD Faro- Posição sobre a derrama

TAXA DE DERRAMA
Depois de há 15 dias atrás, a proposta de 10% para a taxa de derrama apresentada pelo executivo socialista ter sido chumbada na Assembleia Municipal por toda a oposição, a mesma foi aprovada ontem à noite com os votos favoráveis do PS e PSD, desta vez com uma percentagem de 9%.

Para a JSD/Faro, a questão da derrama é extremamente complexa. Existe aqui um indisfarçável foco de tensão, entre a importância de arrecadar receita suficiente para que o executivo possa fazer face aos compromissos assumidos e definir os seus objectivos estratégicos para o ano 2007 e a necessidade de aligeirar a carga fiscal que, penosamente, sobrecarrega os Farenses.

Reparem que, ao invés de se reformar profundamente o Estado, promovendo a sua eficiência, desburocratizando-o e atacando fontes de despesismo, optou-se por onerar de um modo significativo os contribuintes e as empresas, que já atingiram o patamar próximo de impostos suportável, empurrando-os para situações de pré-pobreza, no caso dos contribuintes individuais e na multiplicação de casos de insolvência, nos casos das empresas que provocam indesmentíveis reflexos em fenómenos como o desemprego, a escassez de investimento e a deterioração da coesão económica e social.

O Sr. Presidente da Câmara, numa recente entrevista, considerou que o chumbo da derrama na taxa máxima favorecia as grandes empresas do concelho. O Sr. Presidente sabe tão bem, como todos nós, que 95% do tecido empresarial Farense é composto por PMEs, muitas delas de rendimentos escassos, existindo a agravante dos concelhos vizinhos a Faro, não apresentarem este imposto. Aliás, em todo o Algarve apenas há 3 concelhos com este imposto: Faro (9%), Lagos (5%) e Tavira (2,5%). Assim, com esta taxa de derrama, como é possível incentivar a fixação de novas empresas, que geram riqueza, que geram trabalho e que geram investimento no nosso concelho?

O que o Sr. Presidente deveria dizer é que a finalidade de impor uma taxa de derrama de 9% resulta da Lei das Finanças Locais que lhe retira espaço de manobra orçamental porque Faro perde 5% das transferências dos fundos municipais atribuídos pelo Estado e o Sr. Presidente não sabe onde os vai buscar.

Neste sentido, a JSD/Faro apesar de reconhecer as dificuldades financeiras da Câmara, também considera que não é correcto, nem justo que seja o débil tecido empresarial farense a pagar pelos desmandos do Governo e a ser castigado pela má gestão e pelo desgoverno a que esta cidade tem sido submetida, considerando que é mais importante ter um tecido empresarial pujante, onde a taxa de investimento e de criação de emprego sejam uma realidade.

Assim, esta Comissão Política, considera que teria sido muito mais vantajoso ter aprovado uma taxa de derrama entre os 6 a 5%, como aliás foi sugerido pela oposição na penúltima Assembleia Municipal, aquando do chumbo da proposta de 10% (taxa máxima permitida por lei) apresentada pelo actual executivo.

Posição retirada na íntegra do blog da JSD/Faro por Cristóvão Norte

sexta-feira, outubro 20, 2006

JSD Faro lança Petição

JSD/FARO PRESENTE NA FEIRA DE SANTA IRIA

De 20 a 29 de Outubro decorre no Largo de São Francisco em Faro, a tradicional Feira de Santa Iria, onde a JSD/Faro vai participar com um stand no pavilhão dedicado às instituições.

Entre as diversas acções de sensibilização e alerta, que a equipa da jota vai realizar ao longo destes 10 dias, destaca-se o lançamento para o dia de hoje da Petição, da responsabilidade da JSD, para a Criação do Parque Ambiental do Pontal.
Assim, durante o decorrer deste certame, esperamos poder contar com a sua presença e assinatura!

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JSD critica cortes

JSD critica cortes nos Incentivos ao Arrendamento Jovem


Da análise à proposta de Orçamento de Estado para 2007, constata a JSD a razão e os alertas que nos últimos meses vem advogando, pois o governo demonstra uma vez mais que não entende e não percebe a importância do Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ). Não é propondo reduções do incentivo e do período de tempo do mesmo, numa lógica meramente economicista, que se resolverão os problemas da habitação dos jovens.

Entendemos a politica de habitação como um instrumento que vai muito além da mera correcção da desigualdade social e consideramos que esta pode ter um papel transversal na economia, na família, no emprego. Os apoios propostos, nomeadamente aos jovens, deverão ser considerados um investimento e não um custo social, promovendo desta forma uma adequação dos meios ao espaço onde são efectivamente necessários.

A mobilidade é um factor chave e este incentivo um mecanismo decisivo, pois contribuirá para uma maior eficiência económica e um enriquecimento profissional dos nossos jovens e consequentemente do nosso país. Entendemos a necessidade de não aumentar a despesa pública, não percebemos é a ineficiência do governo nesta matéria que, em vez de adequar as verbas aos verdadeiros objectivos da lei, opta antes pelo mais fácil: reduzir montantes, reduzir prazos de apoio e criar mais burocracia nas condições de acesso. Não é isto que os jovens portugueses precisam. Necessitam é de visão, inovação e soluções que lhes permitam encarar o futuro de forma decisiva e destemida. Até porque a verdade é que continuamos com um mercado de arrendamento altamente carenciado e com valores de renda, em grande parte dos casos, exorbitantes e proibitivos para a condição financeira de grande parte da população, nomeadamente os jovens.

Este é manifestamente um governo que nas mais diferentes áreas continua a agredir os jovens e a hipotecar-lhes o futuro.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Governo centalista coloca Algarve em ponto de mira

27 ricas financiam 236 pobres « voltar


As 27 autarquias mais ricas do País, um universo que conta com 12 dos 16 municípios do Algarve, vão ser contribuintes líquidos para a coesão territorial das 236 câmaras mais pobres, em 2007. Ao que o CM apurou, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) aderiu com entusiasmo a este princípio, mas algumas autarquias mais ricas mostram-se renitentes.

Ontem, durante a apresentação da proposta de lei das Finanças Locais no Parlamento, o ministro da Administração Interna, António Costa, fez o diagnóstico: “Quando analisamos o montante que cada município recebe de impostos locais por habitante, constatamos uma variação entre um máximo de 790 euros em Loulé – quatro vezes a capitação média nacional, que é de 184 euros – e um mínimo de 31 euros por habitante em Cinfães, 25 vezes menos do que em Loulé”.

Como 27 câmaras têm uma capitação fiscal superior a 233 euros (1,25 vezes acima da média nacional), 45 estão num nível intermédio entre 139 euros e 229 euros e 236 dispõem entre 31 euros e 137 euros (0,75 vezes inferior à média nacional), a proposta do Governo consagra que “os municípios com uma capitação de impostos locais 1,25 vezes superior à média nacional passam a ser contribuintes líquidos para o Fundo de Coesão, beneficiando os municípios que têm uma capitação fiscal 0,75 vezes abaixo da capitação média”, frisou António Costa.

Com base neste princípio, cada um dos vários milhões de habitantes das 27 câmaras mais ricas, como Albufeira, Lisboa, Porto, Nazaré, cuja capitação fiscal é superior a 230 euros, irá contribuir com uma verba entre onze euros e 133 euros. Acompanhado por Eduardo Cabrita, secretário de Estado da Administração Local, o ministro frisou que a verba do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) destinado à coesão “aumenta [de 18 por cento] para 50 por cento o esforço de correcção de assimetrias e de solidariedade entre municípios”.

DETALHES

CONTRIBUIÇÃO

Cada autarquia rica dará para a coesão das mais pobres 22% do saldo entre a capitação média nacional e a sua própria capitação. Exemplo, cada munícipe de Loulé vai dar 133 euros e o de Setúbal onze euros.

OPOSIÇÃO CONTRA

O debate no Parlamento teve momentos acesos entre António Costa e a bancada do PSD. Esta considerou a proposta do Executivo uma oportunidade perdida. Costa retribuiu que o PSD não tinha pensamento sobre as autarquias. CDS, PCP e BE criticaram a proposta. PS apoiou.

DEVER E HAVER

27 CÂMARAS MAIS RICAS \'PER CAPITA\'

Loulé: 790 euros
Lagos: 675 euros
Albufeira: 553 euros

Lagoa: 548 euros
Vila do Bispo: 514 eurosLisboa: 490 euros
Óbidos: 479 euros
Castro Marim: 460 eurosPortimão: 428 euros
Cascais: 432 euros
Tavira: 405 euros
Oeiras: 372 euros
Porto: 344 euros
Aljezur: 331 euros
Porto Santo: 315 euros
V. R. Santo António: 308 eurosSesimbra: 285 euros
Palmela: 285 euros
Faro: 285 euros
Silves: 282 euros
Mafra: 275 euros
Benavente: 264 euros
Alcochete: 260 euros
Nazaré: 259 euros
Coimbra: 241 euros
Montijo: 240 euros
Setúbal: 233 euros

in «Correio da manhã»

quarta-feira, outubro 11, 2006

Antena 1- 13h20m

Posição da JSD Algarve sobre a audiência na AR

JSD/ALGARVE NÃO BAIXA OS BRAÇOS

Cristóvão Norte defende curso de medicina na AR

A JSD/Algarve defendeu esta terça-feira, na Assembleia da República, a implementação do curso de medicina na Universidade do Algarve, em audiência realizada na Comissão de Ciência, Educação e Cultura presidida pelo deputado socialista António José Seguro. Recorde-se que, em Julho último, a JSD/Algarve entregou ao Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama, uma petição intitulada “ Curso de Medicina já!”, que recolheu mais de 9500 assinaturas, e que, de acordo com as normas procedimentais da Assembleia da República, se encontra em fase de discussão na respectiva Comissão antes de ser agendada para discussão política em plenário marcado exclusivamente para esse efeito.


O líder da JSD/Algarve, Cristóvão Norte, instado a reproduzir o decorrer da audiência, sublinhou que “sentimo-nos sobretudo agradados com a concordância genérica dos diversos grupos parlamentares que se pronunciaram, pois todos nos asseguraram compartilhar das inquietações expressas na petição”. Alega ainda que “ os grupos parlamentares compreenderam a nossa mensagem e, nas suas intervenções, referiram saber que o espectro político algarvio está unido nesta causa” alertando, contudo, “que se impõe união em voz alta e não meros sussurros”.

O mesmo responsável entende que a petição tem o condão de “ congregar um amplo movimento político-social capaz de influenciar resolutamente as decisões do governo” e que, na sua óptica, “se encontra abundantemente comprovado que o curso de medicina pode constituir um instrumento privilegiado para aligeirar a carência de médicos que assola a nossa região”, sustentando que esta iniciativa, para além de constituir uma singular manifestação de participação cívica no Algarve,” repele uma visão centralista, retrógrada e obsoleta e pugna por um país equilibrado, justo e moderno” o que na área da saúde é “ por demais evidente, pois o Algarve tem, reflectindo nas estatísticas a população flutuante, o menor número de médicos por 1000 habitantes em Portugal e não existe qualquer curso de medicina abaixo do rio Tejo”.


Questionado sobre se as recentes reservas expressas pela Comissão Internacional de Avaliação à proposta formulada pela Universidade do Algarve poderiam comprometer o andamento do processo e fazer perigar a criação do curso, Cristóvão Norte salienta que “ o principal obstáculo técnico prende-se com o insuficiente contingente de docentes contratados pela Universidade do Algarve, constrangimento que pode ser facilmente ultrapassado se o governo estiver empenhado em cumprir as suas promessas para com os algarvios”. Por outro lado, reconhece que existe o risco de “ considerações de natureza política se sobreporem a razoes técnicas” e apela, por isso, a que os mais destacados dirigentes políticos regionais “façam ouvir a sua voz pelo Algarve e não adoptem posições políticas subservientes perante os directórios nacionais dos partidos”.


A JSD Algarve considera que o curso proposto pela Universidade do Algarve, pese embora as resistências que tem enfrentado, é portador de todas as condições para ser implementado” já que cumpre dois objectivos: a fixação de médicos no Algarve e um renovado perfil de médico orientado para o fortalecimento da relação de proximidade e confiança entre médicos e pacientes”. Sublinha, também, que os impactos do curso de medicina extravasam as fronteiras da melhoria dos cuidados de saúde e que trariam benefícios significativos a uma região essencialmente turística que necessita de uma gama de serviços de qualidade para preservar a sua sustentabilidade.