Blog da Comissão Política Regional da Juventude Social Democrata do Algarve
domingo, julho 23, 2006
O documento entregue ao ministro da Ciência, Tecnologia e ENSINO SUPERIOR, no final de Janeiro, ainda está a ser avaliado pela comissão internacional sobre o ensino das ciências da saúde. Esta foi uma das últimas decisões de Adriano Pimpão, antigo reitor da Universidade de Algarve, cargo que neste momento é ocupado por João Guerreiro.
Este é considerado um dos projectos mais importantes do reitor que esteve oito anos na reitoria. O curso prevê um "um modelo inovador do ponto de vista pedagógico, que crie médicos mais próximos do doente e com uma formação generalista", afirmou ao DE Adriano Pimpão, responsável pelo lançamento do curso. Para isso o modelo escolhido é igual aos dos cursos de medicina das universidades do Canadá e Holanda Assim, o curso "só receberá candidatos que tenham um 1º ciclo (licenciatura), numa outra área. Uma formação que deve estar relacionada com cursos como Biologia, Enfermagem ou Ciências Biomédicas. Mais: os candidatos terão que ter passado seis meses numa unidade hospitalar. Com esta proposta, a universidade assegura "o compromisso assumido com a tutela, transversal ao actual e anterior Governo", avançando com um curso que segue as orientações definidas em legislação publicada em 1998, quando foram criados os cursos de medicina das universidades da Beira Interior e Minho. Nessa altura, o Governo exigiu que os novos cursos tivessem "um modelo inovador do ponto de vista pedagógico e um perfil médico mais próximo do doente, com uma formação mais generalista que possa fazer a primeira tiragem nos cuidados de saúde". "Seguimos modelo canadiano de formação de médicos já como uma pós-graduação", sublinha Adriano Pimpão.
O curso terá a duração de sete anos, seguindo o modelo de 3+4 o que significa que após terem terminado uma licenciatura numa área generalista, e caso entrem no curso, os alunos terão que completar mais 4 anos que lhes permitirão transformar-se em médico e ter um diploma de mestrado integrada . Uma estrutura que vai obrigar a uma alteração do modelo de acesso ao ENSINO SUPERIOR (já que até agora apenas eram tidas em conta as médias com que os alunos terminavam o ensino secundário). A prioridade é um ensino de qualidade e, por isso, no primeiro ano o curso abrirá apenas com 25 vagas, conclui. Também a Universidade de Évora está na corrida para a criação de um curso público de Medicina.
Exemplos para lá do Atlântico
EUA e Canadá - O acesso ao curso de Medicina é diferente nos dois lados Atlântico e foi do lado de lá do oceano que a Universidade do Algarve foi buscar a inspiração para a proposta que apresentou ao Governo. Ao contrário do que se passa nas Universidades europeias, o modelo aplicado nos Estados Unidos e Canadá passa pela frequência de um curso com grau de bacharelato antes da entrada em Medicina. Após a frequência de um curso relacionado com ciências, os alunos podem entrar numa corrida conhecida pelo elevado grau de competitividade, de grande exigência. Ao entrarem para o curso, os alunos têm de fazer quatro anos até adquirirem o grau 'medicai doctorate' (M.D). Embora de enorme exigência, este passo é considerado o nível básico nos Estados Unidos. As universidades públicas de Medicina são sustentadas pelo orçamento dos Estados Federais onde se situam.
Neste sentido, no concurso à admissão é dada preferência aos alunos residentes na área da universidade. O Canadá tem um sistema similar ao dos EUA, onde Medicina não é um curso de acesso directo. Para se candidatarem, os alunos têm de ter passado por um período denominado de pré-profissional. A duração é entre três e quatro anos, sendo necessário no mínimo o grau de bacharel na área de Ciências, Biologia, Química, Biologia ou Matemática.
Médicos de clinica geral reduzidos a metade
Na Saúde, o problema não é a falta de médicos, mas sim os desequilíbrios entre especialidades. O problema mais gritante está nos médicos de clínica geral. Estudos recentes dizem que, a manter-se o número actual de entradas nas faculdades de medicina e as saídas por reforma dos profissionais, dentro de uma década cerca de metade dos médicos de clínica geral estarão reformados, e sem um número correspondente de novos graduados.
A situação não é desconhecida do ministro da Saúde, que recentemente apontou o problema dos desequilíbrios na distribuição geográfica de médicos como uma das razões para a sobrecarga horária que muitas vezes é exigida aos profissionais. O trabalho e a consequente grossa fatia dos orçamentos dos hospitais para remunerar as horas extraordinárias é um dos aspectos que o ministro Correia de Campos tenciona abordar nos próximos meses.
De resto, já foi anunciada a intenção de revogar o diploma que faz com que os médicos recebam o vencimento em horas extraordinárias nas urgências pela tabela máxima de vencimento, ou seja, pelo regime das 42 horas semanais, mesmo para os que estão no regime de 35 horas por semana.
in: Diário Económico
sábado, julho 22, 2006
CURSO DE MEDICINA NO ALGARVE NAS MÃOS DE JAIME GAMA. Audição na AR marcada para 19 de Setembro.
Segundo Cristóvão Norte, o líder da organização, "o Presidente da AR saudou a iniciativa, tendo-a considerado um salutar exemplo de participação cívica", informando desde logo que a audição dos peticionários na competente comissão terá lugar no dia 19 de Setembro.
Durante a tarde, a comitiva da JSD Algarve foi recebida em audiência por representantes dos Grupos Parlamentares do PSD, CDS-PP, PCP e BE, tendo entregue a cada grupo um exemplar da petição com as respectivas assinaturas. Apesar de não se vincularem de forma absoluta e definitiva sobre o tema da petição, demonstraram abertura e, de uma forma geral, concordância com os fundamentos aduzidos pelos jovens sociais-democratas algarvios, nomeadamente no que concerne quer a preocupação expressa pelo défice de médicos com que o Algarve e cronicamente confrontado, quer a necessidade de o Governo agir para contrariar o cenário dramático que assola o Algarve.
Comentando o facto de o Grupo Parlamentar do PS não ter acedido a receber a comitiva da JSD Algarve, ao contrario de todas as forcas politicas com assento no hemiciclo, Cristóvão Norte catalogou a conduta do PS como "perverso acto de autismo e sobranceia politica" o que, na sua perspectiva, " sublinha o desprezo do PS pelo vontade manifestada pelos 9500 algarvios que pugnam por esta causa". O mesmo responsável esclarece que " não se tratava de ouvir a JSD, mas sim o que a nossa estrutura, como catalisador desta plataforma cívica, representa nesta matéria", alertando que o curso de medicina " não deve ser prejudicado por protagonismos estéreis". A finalizar, Cristóvão Norte entende que este acto e " um mau indicio que espero não queira dizer, ao contrario do o PS propôs no seu manifesto eleitoral, que não vamos ter curso de medicina na região" e assinala que "o PS, no seu discurso oficial, pede a participação dos cidadãos na causa pública, mas isso é só no discurso oficial".
sexta-feira, julho 21, 2006
PETIÇÃO "CURSO DE MEDICINA JÁ!" FOI ENTREGUE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Uma delegação da JSD/Algarve, a que se juntou o líder da JSD Nacional, Daniel Fangueiro e o deputado algarvio Mendes Bota, entregou ontem na Assembleia da República a petição "Curso de Medicina já!", composta com 9522 assinaturas recolhidas nos últimos meses por todo o Algarve.
A referida delegação, após ter reunido e entregue pessoalmente a petição ao Dr. Jaime Gama (Presidente da Assembleia da República), reuniu-se com os Grupos Parlamentares do PSD, PCP, BE e CDS/PP, onde para além de terem elogiado o trabalho desenvolvido pela JSD/Algarve manifestaram o seu apoio e a sua solidariedade para com a necessidade de existir um curso de medicina no Algarve.
É de referir que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista foi o único partido que para além de não ter recebido a JSD/Algarve, não respondeu ao pedido de audiência enviado por esta juventude partidária em carta registada na passada semana.
quinta-feira, julho 20, 2006
PETIÇÃO "CURSO DE MEDICINA JÁ!" É ENTREGUE HOJE NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA
domingo, julho 09, 2006
REGIONALIZAÇÃO EM DEBATE
PROGRAMA
21H30 – Abertura da conferência e introdução ao tema pelo moderador, Eng. Luis Gomes, Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
21H40 – Intervenção pelo Dr. Mendes Bota, deputado à Assembleia da República
22H00 – Intervenção pelo Dr. Luis Filipe Meneses, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia
22H20 – Intervenção pelo Senador da Catalunha Lluis Maria de Puig, presidente da Delegação de Espanha na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, e relator sobre “A Regionalização na Europa”
22H50 – Início do debate (perguntas formuladas pela assistência e respostas pelos conferencistas)
A entrada é livre!
terça-feira, junho 27, 2006
SÓCRATES DISSE ONTEM:
sexta-feira, junho 23, 2006
JSD/FARO JÁ TEM BLOG!
Poderás visitar o novo blog em:
http://jsd-faro.blogspot.com
segunda-feira, junho 19, 2006
PETIÇÃO "CURSO DE MEDICINA JÁ!" - 8.500 ASSINATURAS JÁ RECOLHIDAS!
No entanto, faz-se o apelo para que todas as concelhias algarvias da JSD abracem esta causa e continuem o seu trabalho de angariação de assinaturas, de forma a termos o maior número possivel de subscritores no final deste mês, quando a petição for entregue na Assembleia da Republica.
Entretanto relembramos que a referida petição encontra-se online em: http://www.petitiononline.com/Algarve/petition.html
Por favor, subscrevam-na e reenviem-na para todos os vossos contactos.
A JSD/Algarve agradece.
quinta-feira, junho 15, 2006
ÚLTIMA ACÇÃO DE RECOLHA DE ASSINATURAS
Pedimos a todos, que comparecam nesta importante e derradeira acção.
terça-feira, junho 06, 2006
JSD FARO --NOVOS DIRIGENTES
Bruno Lage, actual secretário-geral da JSD/Algarve, foi eleito no passado dia 2, como presidente da Comissão Política de Secção da JSD/Faro, liderando a Lista J, que se apresentava nestas eleições com o slogan «Um Projecto, Uma Equipa!», tendo obtido mais de 95 por cento dos votos.
Fazem parte da sua equipa Nuno Rio (secretário-geral), Eduardo Almeida, Hélio Emídio e Nuno Silva (vice-presidentes), André Roque, Carlos do Carmo, Luís Vaz, Marta Ferreira, Nuno Fernandes, Pedro Mendonça, Susana Silva e Telmo Madeira (vogais).
Esta nova Comissão Política, que apresenta uma equipa já com uma vasta experiência de associativismo, a nível interno, afirma que «tudo fará para manter o equilíbrio e o bom relacionamento institucional que deve existir entre a JSD e o PSD, pois está convicta que o intercâmbio de experiências e o cruzamento de ideias são fundamentais para uma maior vitalidade do espírito social democrata, sem deixar no entanto, de ser uma "Jota" irreverente e reivindicativa».
A nível externo, a JSD/Faro pretende trabalhar no sentido de atrair mais jovens para a JSD e apostará numa forte defesa dos interesses da juventude, pugnando, junto da actual Câmara Socialista, pela aposta em politicas que favoreçam os mais jovens, sem esquecer as demais carências e problemas do concelho.
Para a mesa do plenário de secção, foi eleita a Lista B, liderada por Tiago Louzeiro.
in Barlavento online
Universidade de Verão
Caros (as) Amigos (as),
Estão já abertas, no nosso website nacional www.jsd.pt, as inscrições para a Universidade de Verão 2006. Esta semana de formação intensiva decorrerá em Castelo de Vide, de 28 de Agosto a 3 de Setembro, abordando temas actuais de natureza política, económica e social, leccionados por formadores conceituados. Serão seleccionados cerca de 100 jovens de entre os muitos candidatos, em função do seu currículo partidário, académico, profissional e associativo.
Aconselho vivamente que todos os que tenham disponibilidade se candidatem. Acreditem que, para os que tiverem a felicidade de ser seleccionados, será uma experiência inesquecível.
Um abraço, Cristóvão Norte
segunda-feira, maio 29, 2006
RESUMO DO COLÓQUIO/DEBATE "CURSO DE MEDICINA NO ALGARVE"
A Palestra moderada pelo presidente daquela estrutura, Cristóvão Norte, contou com um painel constituído pelo actual reitor da Universidade do Algarve, João Guerreiro; o ex- Ministro da Saúde Arlindo de Carvalho; o ex-reitor Adriano Pimpão, actualmente, coordenador da Comissão Instaladora do Curso de Medicina; e o médico João Amado, actualmente, director clínico do Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Portimão e Vereador na Câmara Municipal de Portimão, eleito pelo PSD.
Cristóvão Norte introduziu o tema, fazendo alusão “aos efeitos perversos da não existência de um curso de medicina” que, na sua perspectiva impedem “a fixação de médicos no Algarve e, desse modo, constituem um estrangulamento insuperável na qualidade dos serviços de saúde prestados”. Considerou, por outro lado, que a JSD/Algarve pretende através, da petição dirigida à assembleia da republica, bem como de outras iniciativas que está a realizar, ser “portadora da vontade dos algarvios numa questão vital para assegurar a sustentabilidade da região”. Apelou ainda, o líder da distrital da JSD a que “se constitua uma plataforma politica, económica e social, representativa das diversas franjas da sociedade algarvia, passível de influenciar decisivamente a posição do governo nesta matéria”.
Arlindo de Carvalho, efectuou uma abordagem geral sobre o Sistema de Saúde e sobre o Serviço Nacional de Saúde em Portugal. Do exposto ficou claro, para a assistência, de que estatisticamente, “Portugal não só tem falta de médicos, na sua generalidade, mas também e, em maior grau, de algumas especialidades, principalmente, fora dos grandes centros urbanos, como é o caso do Algarve”. O ex-ministro da Saúde revelou ser favorável à criação deste curso no Algarve, na medida em que “trata-se não só de uma necessidade real, mas também de uma oportunidade única, pois estão criadas as condições para a implementação deste curso no Algarve”.
Segundo o novo reitor, João Guerreiro, “é importante corresponder aos novos desafios do Ensino Superior, onde se criam fusões e novas sinergias”. É com esta abertura de espírito que está previsto para o Algarve o estabelecimento do Curso de Medicina e não de uma faculdade de Medicina. Trata-se de um curso já adaptado ao Processo de Bolonha e que funcionará em regime de segundo ciclo, isto é, em regime de pós-graduação. João Guerreiro, Adriano Pimpão e João Amado, foram unânimes no que toca às expectativas deste segundo ciclo. A procura de candidatos “mais maduros e com mais experiência de vida” beneficia o próprio curso na medida em que as expectativas e “o sonho de ser médico” aos 22 ou 23 anos serão mais realistas pelo que se espera que “os candidatos estejam melhor preparados para enfrentar as muitas dificuldades da medicina clínica em especial a dos cuidados continuados”, referiram os oradores.
Trata-se de uma segunda oportunidade, para 25 candidatos, o número clausulo previsto para cada ano, pelo menos na fase de implantação, sendo assim, uma aposta na diferenciação e na qualidade, cujo ensino recairá, “não tanto na medicina hospitalar mas mais nos cuidados primários e continuados”, referiu João Amado.
Segundo Adriano Pimpão, os candidatos ao curso de medicina terão de efectuar o primeiro ciclo, de três anos, numa área de ciências básicas, como Ciências Biomédicas, Química, Física, Biologia ou Enfermagem, “pelo menos para já”, enfatizou. O segundo ciclo de quatro anos será dedicado ao ensino da Medicina Clínica.
domingo, maio 28, 2006
CIA REPORTA "CASO OLIVENÇA"
há muito, uma espécie de relatório anual, o "The World Factbook", agora na
"Internet". Esse relatório, actualizado anualmente, contém dados de todo o
tipo sobre todos os países e territórios do mundo. Como estatística. Não se
trata de uma selecção com intuitos políticos, ainda que, como sabemos, nada
seja neutro neste mundo.
No que toca a disputas territoriais, eram assinaladas mais de 160,
incluindo discordâncias fronteiriças entre o México e os próprios Estados
Unidos. O que era novidade era a inclusão de mais uma disputa. De facto,
lia-se, no que a Portugal dizia respeito: "Portugal tem periodicamente
reafirmado reivindicações sobre os territórios em redor da cidade de
Olivença (Espanha)".
Claro que, no que a Espanha se referia, também era assinalada a disputa:"Os
habitantes de Gibraltar votaram esmagadoramente em referendo contra o
"acordo de total partilha de soberania" discutido entre a Espanha e o Reino
Unido para mudar trezentos anos de governo da colónia; Marrocos protesta
contra o controle espanhol sobre os enclaves costeiros de Ceuta, Melilla, o
Peñon de Velez de la Gomera, as ilhas de Peñon de Alhucemas, as ilhas
Chafarinas e as águas circundantes; Marrocos rejeita também o traçado
unilateral de uma linha média a partir das Canárias em 2002 para
estabelecer limites à exploração de recursos marinhos e interdição de
refugiados; Marrocos aceitou que os pescadores espanhóis pescassem
temporariamente na costa do Sahará Ocidental, depois de um derrame de crude
ter sujado bancos de pesca espanhóis; Portugal tem periodicamente
reafirmado reivindicações sobre os territórios em redor da cidade de
Olivenza (Espanha)".
A disputa de Olivença surgia, pois, naturalmente, entre outras
reivindicações ibéricas e mais de uma centena e meia de outras por todo o
mundo.
As reacções em Espanha, todavia, excederam o compreensível. Vários
jornais noticiaram que a C.I.A. comparava Olivença a Caxemira e a Gaza, e
davam a entender que a C.I.A. via movimentos terroristas (?) na Terra das
Oliveiras. Chegou-se ao cúmulo de se fazerem entrevistas com autoridades
locais, que troçaram da estupidez da C.I.A. e desafiaram os seus agentes a
procurar terroristas por aqueles lados. Nenhum, mas nenhum mesmo, jornal ou
revista espanhóis publicou o texto original da C.I.A.! E isto apesar de
todos terem recebido, repetidas vezes, o mesmo, em inglês, castelhano,
português, e catalão!
O mais bizarro sucederia no ano seguinte. A C.I.A. reformulou o seu
relatório, e, no que toca a Olivença, 2004 viu surgir a espantosa afirmação
de que "alguns grupos portugueses mantêm reivindicações adormecidas sobre
os territórios cedidos a Espanha em redor da Cidade de Olivenza". Note-se
que este discurso é, quase palavra por palavra, o discurso "oficial"
espanhol sobre este contencioso.
Era possível, todavia, fazer pior. Em 2005, desaparecia do relatório da
C.I.A. qualquer referência a Olivença. Portugal, no que toca a
disputas/reivindicações internacionais, surgia classificado com um "none"
(isto é, "nenhuma"; uma só palavra...talvez para poupar espaço...
A bizarria ia mais longe. Um pequeno mapa de Espanha acompanhava o texto
sobre este país. Pela primeira vez, Olivença surgia nele. Ao lado de
cidades como Córdova, Sevilha, Granada, Madrid (naturalmente), Valladolid,
e outras, todas capitais de províncias, não o sendo a cidade em litígio.
Duma forma afinal cómica, o Mapa não mostrava cidades como Badajoz,
Cáceres, Mérida, Salamanca, ou Pamplona. Era evidente que "Olivenza" fora
incluída, digamos, "à força".
O que causa espanto e indignação neste caso é a facilidade com que a
C.I.A., tida como a mais poderosa e "sabedora" organização de informações
do mundo, antes decerto de se informar, por exemplo, junto do Governo
Português, se foi aparentemente deixando "seduzir" por pontos de vista
espanhóis.
Felizmente, em 2006, a situação foi recolocada em termos, em geral,
correctos. Decerto "alguém" do Estado Português, verificando o erro, se deu
ao trabalho de informar a C.I.A. de que Portugal mantém mesmo reservas
sobre a soberania espanhola em Olivença. Recorde-se que esta questão ganhou
nova importância com o Alqueva, dados os problemas ligados à posse das
águas no Guadiana.
Assim, desde Maio de 2006, pode-se ler na "CIA Homepage", sobre Portugal,
no que toca a disputas internacionais, o seguinte: "Portugal não reconhece
a soberania espanhola sobre o território de Olivença com base numa
diferença de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de
Badajoz de 1801." No que a Espanha diz respeito, pode ler-se : "em 2003, os
habitantes de Gibraltar votaram esmagadoramente, por referendo, a favor de
permanecerem como colónia britânica, e contra uma solução de "partilha
total de soberania", exigindo também participação em conversações entre o
Reino Unido e a Espanha. A Espanha desaprova os planos do Reino Unido no
sentido de dar maior autonomia a Gibraltar; Marrocos contesta o domínio da
Espanha sobre os enclaves costeiros de Ceuta, Melilla, e sobre as ilhas
Peñon de Velez de la Gomera, Peñon de Alhucemas e Ilhas Chafarinas, e as
águas adjacentes; Marrocos funciona como a mais importante base de migração
ilegal do Norte de África com destino a Espanha; Portugal não reconhece a
soberania espanhola sobre o território de Olivença com base numa diferença
de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de
1801."
A ver vamos se esta "versão", que é razoavelmente correcta, se mantém, e se
o Estado Português estará atento a novas "alterações".
Na verdade, o conflito (pacífico) fica circunscrito às suas verdadeiras
dimensões: um entre outros da Península Ibérica, e entre mais de centena e
meia de outros por esse mundo fora, que os interessados deverão resolver
quando surgir ocasião. Como deve ser sempre.
O que, afinal, já tinha sido escrito em 2003.
Artigo escrito por: Carlos Luna
sexta-feira, maio 26, 2006
MENDES BOTA PREOCUPADO COM REDUÇÃO DE VERBAS COMUNITÁRIAS PARA O ALGARVE
Em requerimento hoje dirigido ao Governo, e de que anexa o texto integral, Mendes Bota explica que a passagem artificial do Algarve ao lote das “regiões de desenvolvimento intermédio”, se fez sem qualquer acréscimo de riqueza, produção ou valor acrescentado, mas em contrapartida “mantiveram-se todas as debilidades estruturais do seu desenvolvimento sócio-económico, designadamente os desequilíbrios entre o interior e o litoral, e com sectores em crise total como a agricultura, a floresta ou as pescas.”
“De um índice de 73,2 na capitação média do PIB, numa Europa a 15 estados membros, o Algarve passou de um dia para o outro para um índice de 83,7, na Europa a 25 estados membros” – explicou o deputado.
Mendes Bota reivindica para o Algarve “os mesmos critérios de apoio às outras 21 regiões europeias em estádio de “phasing out”, que os respectivos governos lhes asseguram, garantindo apoios que vão de um máximo de 85% a um mínimo de 60%, comparativamente à situação actual.”
O deputado algarvio interroga-se sobre a ausência de mecanismos compensatórios ao abrigo de programas comunitários como o Fundo de Coesão, o Interreg ou o Feader, e mesmo em sede de PIDDAC que, a não ocorrerem, irão deixar o Algarve numa situação de penúria orçamental, que estrangulará o desenvolvimento da região.
Mendes Bota alerta para a possibilidade de o governo pretender, ele próprio, esgotar os 253 milhões de Euros, só para cumprir as três promessas eleitorais do Primeiro Ministro, a saber:
1- Construção do Hospital Central do Algarve
2- Construção da Barragem de Odelouca
3- Isenção de pagamento de portagens na Via do Infante
Desta forma, pouco ou nada sobraria para os agentes económicos ou para as autarquias locais.
Finalmente, Mendes Bota considerou que o Algarve será penalizado cumulativamente de três formas:
1- Redução brutal das ajudas comunitárias
2- Efeito-ilha, derivado de ficar cercado pelas regiões Objectivo 1 da Andaluzia e do Alentejo, com perda de competitividade na atracção de investimentos, por não dispor dos mesmos utensílios de incentivo
3- Muitos dos 10 novos estados membros concorrenciam directamente com o principal produto da economia algarvia, ou seja, o Turismo
OPINIÃO
Por uma questão de números, o Governo encerra o SAP de Silves. A Administração Regional de Saúde (ARS) sabe quantos doentes atende o SAP. Mas não quer saber quem são esses doentes.
A ARS sabe a distância entre Silves e Portimão. Mas não quer saber da distância, nem do tempo que vai de um monte em São Marcos a Portimão. Como dizia um antigo Primeiro-Ministro, é só fazer as contas…
Serviços de Atendimento Permanente vão passar a encerrar durante a noite ou reduzir o seu horário, outros vão continuar a funcionar até às 20 ou 22 horas ou mesmo 24 horas por dia.
Acho piada a este eufemismo dos horários dos SAP. Esta forma de contornar a realidade, tornando-a menos desagradável. Um “SAP” que não funciona 24 horas é um Serviço de Atendimento qualquer mas não é um SAP.
Confesso que, porque verdadeiramente não me interessa, não me dei ao trabalho de puxar pela memória (ou pela Internet) para lembrar quem foi o Ministro que criou os SAP.
Para ser politicamente correcto, a um Socialista deixava uma crítica severa e culpava-o de todos os males subsequentes, a um Social-democrata deixava a mesma crítica e depois acrescentava que a militância partidária não limitava a minha independência e espírito crítico.
Prefiro ser politicamente verdadeiro. O pecado original está na promessa da prestação de um Serviço PERMANENTE às populações.
Na miragem de um País com médicos em número suficiente para assegurar cuidados de saúde permanentes por todo o lado. Na miragem de um Estado com situação financeira que lhe permitisse fazer face à despesa que esta Permanência implica.
A classe política vem sofrendo da síndrome do vendedor de ilusões. Vai vendendo coisas como os Serviços de Atendimento Permanente, criando expectativas que facilmente defrauda, para no dia seguinte voltar à carga com mais promessas e mais medidas de nomes pomposos.
Com o Governo do Eng. Sócrates, atingimos outro patamar desta escalada de ilusionismo político.
Na Saúde, prometeu-se a reestruturação das Urgências.
No Algarve, o que foi feito? Encerrou o SAP de Silves.
Alguém notou alguma outra alteração significativa nos Centros de Saúde e Hospitais? Apenas uma: o novo Centro de Saúde de Portimão, com concurso finalizado, visto do Tribunal de Contas e verba orçamentada, está, por vontade da ARS, em banho-maria.
Prometia-se, como contrapartida ao encerramento dos SAP, o reforço do INEM. Também aqui nada mudou no Algarve. Até a construção das instalações da Delegação do INEM caiu no esquecimento.
Maternidades são encerradas, o critério principal é um número. A reforma da Saúde Materno-Infantil implica o encerramento de Maternidades e a abertura ou renovação de outras, segundo critérios que passam pela qualidade da assistência, pela rentabilização de meios humanos e técnicos, pelo principio da igualdade entre o litoral e o interior.
Apresenta-se, como novidade, a criação da Rede de Cuidados Continuados Integrados. Porém, dois anos antes, foi criada a Rede de Cuidados Continuados.
Para que a mudança prometida se concretize, e não se fique por uma palavra a mais, é urgente a regulamentação deste diploma. Só então podemos saber se o empenho posto na mediatização tem correspondência prática.
Por fim, o Hospital Central. Posto em causa, prometido, dispensado, de novo prometido, em episódios sucessivos, agora submetido à apreciação de uma Comissão que concorda com a sua construção, mas… ninguém sabe para quando, nem como.
E assim passou um ano. Um ano de ilusão permanente.
*médico, vereador da Câmara de Portimão pelo PSD in Barlavento
Em Junho, o País vai parecer Chicago, anos 30. O crime nas ruas, porta de botequim, porta de restaurante.
Na América da Lei Seca, agentes do FBI invadiam os bares de Al Capone. No Portugal da Sport TV, quem vai prender o sr. Albino, do Restaurante Ó Bino, em Sintra, por causa do crime de passar Portugal-Angola, no dia 11?
Já estou a ver a bófia, G-3 aperradas, dia 17, à espera de indícios criminais – pode ser um grito: “Penálti!” – a entrar no Bar da Fatinha, em Gondomar, para confiscar o corpo do delito: um televisor aceso.
A D. Fátima sai da cozinha: “O Grundig é meu, caragos!” E o polícia: “Mas Portugal-Irão é do sr. Joaquim Oliveira”... E, outra coisa, os clientes são cúmplices? Por mim, já tenho álibi. Ver o Figo, eu?! Entrei para comer um bitoque...
quarta-feira, maio 24, 2006
O MONOPÓLIO DA SPORT TV
“A não autorização relativa à passagem de imagens do Campeonato do Mundo de Futebol de 2006 apenas abrange a designada exibição pública das mesmas, não se aplicando à utilização normal e adequada feita pelos respectivos subscritores, no espaço dos respectivos estabelecimentos (nomeadamente cafés, bares e restaurantes), junto dos seus clientes”, refere-se, na nota da estação televisiva.
Ou seja, “o que não está autorizado é a montagem, em locais públicos, dos designados ecrãs gigantes e/ou de outros dispositivos semelhantes destinados à exibição pública das referidas imagens”.
Fonte: Região Sul
segunda-feira, maio 22, 2006
PROPOSTA TEMÁTICA DO PSD/ALGARVE FOI O CENTRO DAS ATENÇÕES
Isto, porque se tratava de uma proposta fracturante nesta questão, relativamente à estratégia global da direcção do PSD, profundamente avessa à temática da Regionalização.
Levada à votação do Congresso, o resultado obtido ultrapassou todas as expectativas, e deve merecer uma profunda reflexão do presidente do PSD e da sua direcção, bem como de todos os que tudo fizeram por uma rejeição esmagadora da Regionalização, que esteve muito longe de se verificar.
Os resultados obtidos pela Proposta defensora da Regionalização, na votação que registou a maior participação de votantes, de entre todas, foi a seguinte:
A Favor – 84 votos
Contra – 256 votos
Abstenções – 151 votos
O PSD/Algarve considera este resultado encorajante, para prosseguir em defesa do processo de Regionalização, à luz dos princípios constantes no Programa do PSD, na Constituição portuguesa, e na legislação em vigor criada pelo próprio PSD.”
quinta-feira, maio 18, 2006
COLÓQUIO/DEBATE "A NECESSIDADE DO CURSO DE MEDICINA NO ALGARVE"
Entretanto, a recolha de assinaturas para a petição "Curso de Medicina já!" continua a "bombar", estando muito perto das 6.000 assinaturas.
Para quem ainda não sabe, o curso de Medicina continua em fase de avaliação por parte da Comissão Internacional de Avaliação (que visitou a Universidade do Algarve no final de Março). Após a emissão do parecer técnico o curso ficará dependente da decisão política.
sexta-feira, maio 12, 2006
10.000 VISITAS!!!
A JSD/Algarve agradece a todos os que por aqui passaram e que continuam assiduamente a visitar-nos.
quinta-feira, maio 11, 2006
JÁ CHEGÁMOS ÀS 5.000 ASSINATURAS!
No entanto, temos de continuar a trabalhar de forma a recolher o máximo número de assinaturas possivel, e assim sendo, esta 6ª feira e Sábado vamos fazer uma nova acção de recolha à porta do recinto da Semana Académica a partir das 22H30.
Contamos com a tua presença e colaboração!!!
domingo, maio 07, 2006
ESCÂNDALO: MINISTRO MÁRIO LINO DEFENDE A UNIÃO IBÉRICA!
COMECEMOS por reproduzir a declaração, tal qual veio publicada no dia 24 de Abril pelo jornal «Faro de Vigo»: «Sou um iberista confesso. Temos uma história comum e uma língua comum. Há unidade histórica e cultural e a Ibéria é uma realidade que persegue tanto o Governo espanhol como o português. Se há algo importante para estas relações são as infra-estruturas de transporte».
Estas considerações foram feitas em Santiago de Compostela, Galiza, Espanha, por um cidadão português que, por acaso, é também ministro. Aliás, falava nesta qualidade, perante uma audiência composta por 150 quadros galegos da Caixa Geral de Depósitos e do Banco Simeón.
Chama-se Mário Lino e tem, no Executivo português, a pasta das Obras Públicas, Transportes e Comunicações. Não houve até agora desmentido nem correcção que pusessem verdadeiramente em causa a declaração reproduzida, pelo que não há também motivo para se questionar a fiabilidade do jornal. Lino pensa o que diz. E di-lo, aliás, em termos que não deixam margem para segundas leituras, apesar de, em declarações ao «Independente», ter informado ontem que falava do «iberismo» aplicado à sua área específica. Ora, não se vê o que possam ter a ver com estradas, pontes ou comboios de alta velocidade a suposta «unidade história e cultural», ou com a «história e a língua comuns» que o ministro certamente inventou para sublinhar melhor o seu fervor iberista. Mesmo falseando a realidade histórica e factual que todos os portugueses conhecem.
Não é concebível nem aceitável que um ministro português ignore o conceito a que corresponde a palavra «iberismo» no discurso político. E por isso não é concebível nem aceitável que a use com a displicência e ligeireza com que o fez. O insólito da situação, para não dizer o caricato, é tal que o próprio «Faro de Vigo» a estranha, observando que, «enquanto a Espanha é sacudida pelos debates sobre os estatutos autonómicos e sobre se o Estado se desmembra e se rompe como nação», vem o ministro português confessar-se «iberista» e convencido de que Espanha e Portugal «têm pela frente um futuro em comum». Quer dizer, enquanto as regiões e os povos de Espanha querem mais autonomia e algumas batalham pela independência, há no Governo do único país da Península que resistiu durante oito séculos e meio à força hegemónica de Castela, alguém que se declara defensor de uma unificação ibérica.
O cidadão Mário Lino pode ter as opiniões que bem entenda, mesmo as mais bizarras. O ministro português das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, esse devia ter esclarecido o país sobre essas convicções pessoais antes de aceitar o cargo. E o facto de administrar as Obras Públicas não desvaloriza nem desagrava o seu lastimável discurso. Desde logo porque um ministro é sempre um político e como tal tem de raciocinar e intervir. Depois, não pode subsistir a menor dúvida de que as suas opções estratégicas - um aeroporto na Ota e este ou aquele traçado do TGV, por exemplo - são tomadas em função de princípios ou convicções que não correspondem minimamente às da generalidade dos portugueses, nem a qualquer doutrina do Estado ou orientação de Governo.
Ninguém pode surpreender-se quando o primeiro-ministro, falando de economia e das prioridades do Governo, responde «Espanha, Espanha, Espanha». É uma evidência para toda a gente que as relações com a Espanha se impõem e devem ser incentivadas no que sejam mutuamente vantajosas. Outra coisa é o discurso político do Governo ficar contaminado pelas esdrúxulas convicções pessoais de um dos seus ministros.
A menos que Mário Lino fale uma língua diferente, ou as palavras já não sirvam para nada, alguém que se proclama «iberista confesso» não deve integrar o Governo de um país cuja soberania foi conquistada precisamente contra as teses iberistas, com este ou com outro nome. Se não esclarecer o mal-entendido - admitindo, contra todos os indícios, que ele possa ter existido - todas as suas decisões passadas e futuras ficarão sob suspeita.
(posted by: Fernando Madrinha)
sexta-feira, maio 05, 2006
PETIÇÃO ON LINE. COLABORA!
Caros companheiros!
A petição "Curso de Medicina já!" encontra-se agora online.
Poderão consultá-la em:
http://www.petitiononline.com/Algarve/petition.html
Por favor, subscrevam-na e reenviem-na para todos os vossos contactos.
A JSD/Algarve agradece.
terça-feira, maio 02, 2006
BARREIRA DAS 3.500 ASSINATURAS SUPERADA!
No proximo dia 5 começa a Semana Académica do Algarve. Assim, na 6ª feira vamos fazer uma acção de recolha à porta do recinto a partir das 22 horas.
Contamos com a tua presença e colaboração!!!
segunda-feira, maio 01, 2006
MARQUES MENDES SOLIDÁRIO COM A CAUSA DA JSD/ALGARVE
domingo, abril 30, 2006
JOVENS DESILUDIDOS COM A POLÍTICA
Segundo o documento, a análise realizada sobre atitudes face à democracia e à participação política e social dos jovens, "sublinha a presença de convicções democráticas bastante generalizadas na população, a par de um sentimento maioritário de descontentamento relativamente ao modo como a democracia funciona na sociedade portuguesa".
"A este descontentamento estará provavelmente associado não apenas a incapacidade da sociedade, que se acentuou com a desaceleração económica dos últimos anos, em sustentar e satisfazer as expectativas sociais e económicas dos sectores juvenis, mas também uma certa degradação das instituições democráticas que têm revelado alguma dificuldade em darem de si mesmas uma imagem mais transparente e credível", afirmam os autores.
Este trabalho resultou de entrevistas realizadas a 1000 jovens com idades entre os 15 e os 29 anos.
Fonte: Diário Digital
sábado, abril 29, 2006
MOÇÕES APROVADAS EM FARO E MONCHIQUE
A JSD/Algarve, pretende que esta moção seja apresentada em todas as Assembleias Municipais Algarvias onde existam elementos da JSD, procurando, em paralelo com a petição “Curso de Medicina já!” que este assunto seja debatido e que mobilize e envolva em torno deste projecto toda a região algarvia.
As moções aprovadas serão agora enviadas ao Sr. Presidente da Republica, Sr. Ministro da Saúde, Sr. Ministro da Ciência e Ensino Superior, líderes parlamentares na Assembleia da República e aos órgãos de comunicação social.
quarta-feira, abril 26, 2006
PETIÇÃO "CURSO DE MEDICINA JÁ!" ESTÁ ONLINE
A petição "Curso de Medicina já!" encontra-se agora online.
Poderão consultá-la em:
http://www.petitiononline.com/Algarve/petition.html
Por favor, subscrevam-na e reenviem-na para todos os vossos contactos.
A JSD/Algarve agradece.
terça-feira, abril 25, 2006
32 ANOS DE DEMOCRACIA!
Graças a ele temos, quanto mais não seja, a democracia e a liberdade de expressão. Podemos escolher quem governa o nosso país, as nossas cidades, a nossa vida!
Temos a liberdade de poder mostrar a nossa discordância ou indignação sobre um determinado assunto. A liberdade de ter este Blog online. Até a liberdade de dizer mal do 25 de Abril! Ninguém nos vai prender ou torturar se o fizermos.
Viva o 25 de Abril!!! Viva a Democracia! Viva a Liberdade!
segunda-feira, abril 24, 2006
MOÇÃO "CURSO DE MEDICINA NO ALGARVE" APROVADA NA AMAL
A moção, apresentada pelo líder da JSD, Cristóvão Norte, foi aprovada por unanimidade e incide sobre o défice crónico de médicos no Algarve que o PSD considera "conduzir a estrangulamentos insuperáveis na qualidade dos serviços de saúde prestados aos Algarvios e que apenas serão superados quando a região dispuser de um curso de medicina e do Hospital Central do Algarve”, e sublinha ambicionar, com esta iniciativa, “convocar a sociedade algarvia para este desígnio e suscitar o envolvimento da AMAL neste combate ”.
Cristóvão Norte relembrou, a este propósito, que o PS elencou estas medidas como vértice do manifesto eleitoral proposto aos algarvios nas legislativas de 2005, pelo que sublinha serem “os sinais são extremamente preocupantes” e que "não foram dados os passos necessários para que estas intervenções sejam uma realidade no espaço da legislatura”, alertando para a impreteribilidade de se cumprirem, escrupulosamente, os compromissos assumidos perante os algarvios.
O jovem social democrata algarvio salientou, por outro lado, não aceitar que considerações de índole política devem confirmar as considerações de natureza técnica, no caso de o parecer solicitado pelo Governo a uma Comissão de peritos independentes, ser favorável à criação do curso.
Na moção, pode entender-se ainda que Portugal Continental dispõe de 7 faculdades de medicina não estando qualquer delas sedeada a sul do rio Tejo, e que 70% dos alunos diplomados na Universidade do Algarve, no decurso dos últimos 25 anos, permanecem radicados na região, o que leva os sociais-democratas a enfatizar que “o curso de medicina garante a fixação de médicos no Algarve”, sobretudo quando a Universidade do Algarve, na proposta que apresentou ao Governo, preconiza a isenção de propinas para os estudantes que contratualizem com a instituição a permanência na região por um período mínimo de seis anos.
Por último, o PSD/Algarve recorda que, em 1999, quando este assunto esteve em cima da mesa, “ o imobilismo da classe política deitou tudo a perder” pretendendo com esta moção, que reputa de “estruturante e unificadora dos superiores interesses dos algarvios” contribuir para que “todos, sem excepção, abracem esta causa”.
domingo, abril 23, 2006
A BOM RITMO...
Assim e de modo a ser cumprido o nosso objectivo pedimos que, todos os militantes e simpatizantes da JSD, abracem esta iniciativa e colaborem na recolha de assinaturas por todo o Algarve.
sábado, abril 22, 2006
PSD/ALGARVE DEFENDE REFERENDO À REGIONALIZAÇÃO JÁ EM 2008
No documento, que terá de ser submetido a aprovação pela Assembleia Distrital do PSD/Algarve, a 10 de Maio, Bota defende que as primeiras eleições regionais «coincidam com as eleições autárquicas de 2009, caso mereçam a luz verde do povo português».
Para o dirigente e deputado algarvio, a reforma da administração do Estado realizada pelo governo «está a acelerar todo o processo político em Portugal, e o PSD não pode fingir que nada tem a ver com isso, ou que tem outras prioridades para discutir».
A proposta do presidente dos sociais-democratas algarvios, é subscrita por todos os membros da distrital, que manifestaram «total disponibilidade» para o acompanharem, «no combate pela implementação de uma descentralização política e administrativa».
«O combate será feito com base no modelo das cinco regiões/plano, quaisquer que sejam as circunstâncias, dentro ou fora do PSD».
Segundo Mendes Bota, a adopção do modelo regional «constitui grandes vantagens competitivas na Europa das Regiões, à qual estão a aderir os novos Estados Membros europeus, para combater o modelo centralista que, durante vinte anos, acentuou as assimetrias regionais e a desertificação de várias regiões».
Diário Digital / Lusa
sexta-feira, abril 21, 2006
A EXCEPÇÃO...
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De acordo com o jornal Correio da Manhã, Maria Monteiro, filha do antigo
ministro António Monteiro e que actualmente ocupa o cargo de adjunta
do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros vai para a
embaixada portuguesa em Londres.
Para que a mudança fosse possível, José Sócrates e o ministro das
Finanças descongelaram a título excepcional uma contratação de pessoal
especializado.
Contactado pelo jornal, o porta-voz Carneiro Jacinto explicou que a
contratação de Maria Monteiro já tinha sido decidida antes do anúncio
da redução para metade dos conselheiros e adidos das embaixadas.
As medidas de contenção avançadas pelo actual governo, nomeadamente o
congelamento das progressões na função pública, começam a dar frutos.
Os sacrifícios pedidos aos portugueses permitem assegurar a carreira
desta jovem de 28 anos que, apesar da idade, já conseguiu, por mérito
próprio e com uma carreira construída a pulso, atingir um nível de
rendimento mensal superior a 9000 euros.
É desta forma que se cala a boca a muita gente que não acredita nas
potencialidades do nosso país, os zangados da vida que só sabem
criticar a juventude. Ponham os olhos nesta miúda.
A título de curiosidade, o salário mensal da nossa nova adida de
imprensa da nossa embaixada em Londres daria para pagar as progressões
de 193 técnicos superiores de 2ª classe, de 290 Técnicos de 2ª classe
ou de 290 Assistentes Administrativos.
O mesmo salário daria para pagar os salários de, respectivamente, 7,
10 e 14 jovens como a Maria, das categorias acima mencionadas, que
poderiam muito bem despedir-se, por força de imperativos orçamentais.
Estes jovens sem berço, que ao contrário da Maria tiveram que
submeter-se a concurso, também ao contrário da Maria já estão
habituados a ganhar pouco e devem habituar-se a ser competitivos.
A nossa Maria merece."
segunda-feira, abril 17, 2006
SILVES JSD promove marcha-lenta de protesto contra urgências nocturnas
"Queremos mostrar o nosso descontentamento com o anunciado encerramento do SAP [Serviço de Atendimento Permanete] de Silves", disse à Agência Lusa José Soares, o presidente dos jovens sociais-democratas locais.
Segundo José Soares, a marcha lenta foi programada para a altura da Pás coa, "porque a região acolhe vários milhares de visitantes, e o protesto terá ma ior visibilidade".
"Esta nossa iniciativa surge no sentido de juntar a nossa às muitas voz es que estão contra o encerramento daquele serviço, num concelho de 32 mil habit antes", sublinhou.
O encerramento das urgências nocturnas no Centro de Saúde entre as 00:0 0 e as 08:00 é igualmente contestado pela Câmara Municipal local e pela comissão de utentes, que a 20 de Janeiro juntou duas centenas de pessoas em manifestação , 06 de Fevereiro entregou na ARS/Algarve um abaixo-assinado com mais de 2.300 a ssinaturas e promoveu a 30 de Março uma vigília com mais de 300 pessoas.
Ainda se desconhece a data exacta do encerramento daquele serviço noctu rno em Silves, mas está previsto que ocorra antes do final do corrente ano, no â mbito da reestruturação do Serviço Nacional de Saúde, indicou o presidente da Ad ministração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, Rui Lourenço.
Segundo o critério definido para o estabelecimento da Rede Nacional de Cuidados de Emergência, o SAP de Silves será o único do Algarve a fechar as port as.
A concentração para a marcha lenta promovida pela JSD/Silves está marca da para as 16:30, junto ao campo de futebol de São Marcos da Serra, passando pel a Estrada Nacional (EN) 1 em direcção a Albufeira, EN-125, Via do Infante e term ina com nova concentração junto ao Centro de Saúde de Silves.
Fonte: Observatório do Algarve
quarta-feira, abril 12, 2006
segunda-feira, abril 10, 2006
terça-feira, abril 04, 2006
A BOM RITMO...
Neste fim-de-semana, a barreira das 1500 assinaturas foi ultrapassada.
quarta-feira, março 29, 2006
NOVO LOOK DA PÁGINA DA JSD/ALGARVE
A partir de hoje está online a nova página da JSD/Algarve
Para visualizar o seu conteúdo, clica em:
http://www.jsd-algarve.com
A actual CPD da JSD/Algarve agradece ao companheiro João Pereira e à empresa Pupula a cedência do Domínio e do Alojamento da nova página, e ao companheiro Nuno Antunes pelo excelente trabalho realizado na sua construção.
segunda-feira, março 27, 2006
2ª CAMPANHA DE RECOLHA DE ASSINATURAS
Esperamos poder contar com a tua colaboração!
(Na 5ª feira, para te juntares a uma equipa de rua contacta previamente a JSD/Algarve)
sexta-feira, março 24, 2006
DIA DO ESTUDANTE
Obrigado pela colaboração.
.........
Neste dia, os estudantes e respectivas associações, devem parar e fazer uma reflexão sobre o futuro do ensino português mas não é só aos estudantes que se pede essa reflexão.
Nós, Juventude Social Democrata, organização que defende os interesses da juventude portuguesa, também temos que parar e fazer uma reflexão profunda sobre o que desejamos para a juventude.
Nos últimos anos, poucas tem sido as acções que se têm visto da JSD, e em especial na nossa região, talvez por falta de interesse da juventude portuguesa na vida politico-partidária ou talvez neste momento não haja interesse dos militantes em colaborar com outros, para o desenvolvimento da nossa juventude, da nossa região, do nosso país.
Mas chegou a hora de começarmos a cativar os jovens para a vida politica, há que lhes mostrar que os problemas existem, que todos juntos podemos mudar o rumo do país e que estamos prontos para fazer a diferença. Chegou a altura da JSD, ser realmente a voz critica que tanto se quer, altura de tomar uma posição reivindicativa e lutar, lutar por uma juventude portuguesa com um futuro mais desejável.
Caros militantes, o primeiro passo a dar é unirmo-nos nesta campanha a favor do curso de medicina no Algarve, esse curso que há muito foi prometido, mas que ainda ninguém teve a vontade política de cumprir esta promessa.
Porque a Juventude não pode esperar
Porque a JSD não pode parar,
Viva a JSD
Eduardo Almeida
(Estudante Universitário)
quinta-feira, março 23, 2006
COMUNICADO DE IMPRENSA
A JSD/Algarve pretende recolher cerca de 10.000 assinaturas por toda a região, antes de entregar esta petição na Assembleia da Republica.
A JSD/Algarve defende que, hoje, como outrora, as Universidades desempenham um papel determinante no progresso e na afirmação dos povos, contribuindo indiscutivelmente com um património de saber que, numa sociedade progressivamente mais exigente, complexa e globalizada, convêm preservar, estimular e valorizar. É salutar que assim seja, pois sempre constituíram referencial de mudança social, económica e política e baluarte da construção de Homens mais capazes e melhor preparados.
O nosso país não é propriamente reconhecido pela qualidade dos serviços de saúde que presta. Temos listas de espera, estruturas hospitalares desorganizadas, mal apetrechadas e pouco funcionais, mas também um problema gravíssimo na distribuição geográfica do pessoal de saúde, em especial, de médicos. Não se compreende que a questão de falta de médicos não esteja já resolvida. Mas não está! Senão, não teríamos jovens estudantes, aptos e esforçados, com brilhantes médias de 18 valores que fossem confrontados com uma pauta em que simplesmente diz”não colocado”. Nem teriam esses mesmos jovens que esperar 1 ou 2 anos para melhorar a sua média em 1 ou 2 décimas para cursar medicina. Nem optar por um curso que não os satisfaz. Nem que, por via da insuficiente oferta de cursos, emigrar para destinos remotos. Objectivamente, o problema não é estes jovens ficarem de fora, é ficarem de fora quando há gente que precisa deles em regiões mais carenciadas como é o caso paradigmático do Algarve.
É, ainda, indispensável relatar a assimetria numérica de médicos por mil habitantes entre as regiões centrais e periféricas. Sendo que, em Lisboa, por exemplo, por cada 1000 habitantes há 5 médicos, ao passo que, no Algarve, para a mesma proporção, não chegamos aos 2 médicos por 1000 habitantes. Sublinhe-se esta invulgar discrepância: Portugal tem uma média de 3,1 médicos por 1000 habitantes, a União Europeia de 3,3 e o Algarve de 1,9. Elucidativo! Mais grave se torna esta divergência quando as estatísticas oficiais não agregam a população flutuante. Se o fizessem, poderíamos com caução afirmar que num dos indicadores de referência para apreciar da qualidade de vida das populações, o Algarve, no contexto da União Europeia, ocuparia a cauda da tabela com inegáveis repercussões na vida de todos os algarvios. Mais a mais, entre 2013 e 2020, em virtude de na década de 70 se terem formado uma percentagem significativa dos médicos no activo para os quais não haverá, comprovadamente, substitutos, agravar-se-á dramaticamente, com particular incidência, nas regiões, como o Algarve, que não possuam cursos de medicina para minorar os efeitos perversos deste revezamento geracional. Isto resulta, incontroversamente, da concentração de cursos de Medicina em áreas polarizadoras que absorvem os recursos do país e que obstaculizam uma adequada dispersão dos quadros médicos. Portugal dispõe de 7 faculdades de medicina: 2 em Lisboa, 2 no Porto, 1 em Braga, Coimbra e Covilhã.
Por isso, é preciso intervir, criando o curso de Medicina na Universidade do Algarve de modo a formar mais profissionais para dar resposta às necessidades. Só através do transporte das estruturas formativas é que se consegue fixar as pessoas nas regiões menos atractivas, constituindo a Universidade do Algarve um exemplo modelar já que um recente estudo apurou que cerca de 70% dos alunos que aqui concluíram a sua formação, apesar de oriundos de outras partes do país, aqui se sedentarizaram.
Reclamamos, por conseguinte, atendendo aos fundamentos aduzidos por esta acção, que agora iniciamos, que a Assembleia da República reconheça a pertinência do nosso pedido e, de modo enérgico e expedito, aprove o diploma legislativo que crie o curso de Medicina da Universidade do Algarve.
REUNIÃO DA JSD/ALGARVE
quarta-feira, março 15, 2006
PARABÉNS GONÇALO!
A JSD/Algarve deseja-lhe os maiores êxitos políticos (bem como à sua equipa), esperando que este seja um exemplo a seguir de forma a garantir a natural renovação dos quadros políticos do partido.
segunda-feira, março 13, 2006
9000 VISITAS!!!
A JSD/Algarve agradece a todos os que por aqui passaram e que continuam assiduamente a visitar-nos.
domingo, março 12, 2006
PSD/ALGARVE DISCUTE PROTAL - DIA 25
Este debate decorrerá subordinado ao tema ”PROTAL – Condenação ou Salvação do Algarve?” e nele intervirão, entre outras personalidades, Paulo Correia, o algarvio professor universitário e um dos mais eminentes urbanistas do país, que foi o terceiro e último coordenador do plano, subitamente afastado do mesmo no Outono passado; Pedro Bingre, especialista em questões ambientais, que fará uma intervenção de enfoque na Rede Natura 2000; o autarca de Tavira e presidente da AMAL, Macário Correia, antigo governante na área do Ambiente; Zélia Pinheiro, jurista, também ela especializada em questões ambientais será a porta-voz de um depoimento escrito enviado para esta conferência pelo eminente e reputado professor universitário e urbanista, Sidónio Pardal, impossibilitado de estar presente; e por último, Mendes Bota, deputado pelo Algarve e líder do PSD na região, que também desempenhará o papel de moderador.
De referir que este é o PROTAL que está atrasado vários anos, e que está a seguir um percurso cheio de incidentes, que passou por três coordenadores diferentes, que foi contestado por autarcas, empresários, ambientalistas e diferentes forças políticas e da sociedade civil, pelas razões mais divergentes e até contraditórias, uns por ser demasiado permissivo, e outros, por ser demasiado restrictivo.
O PROTAL é o mal-amado da política de ordenamento do território regional algarvio, que poderá condenar ou salvar o Algarve das próximas duas décadas, actualmente, em debate interno, entre a administração central e as diferentes entidades públicas e privadas pertencentes à Comissão Mixta de Acompanhamento, numa lógica de circuito fechado, sendo esta a primeira grande oportunidade que a opinião pública algarvia tem de tomar conhecimento do que está em causa e de participar na discussão de tão importante documento.
sexta-feira, março 10, 2006
TOMADA DE POSSE - OPINIÃO
Nuno, muito obrigado pela colaboração!
.........
«A estabilidade não é um valor em si mesmo» e «não deve confundir-se com imobilismo».
Caros Amigos, militantes, simpatizantes e outros... Hoje o nosso companheiro Professor Aníbal Cavaco Silva formalizou a tomada de posse como Presidente da Republica.
É com muito orgulho que deixo desde já os meus votos de Bom Trabalho. Esta expressão transcrita foi o mote para breve comentario que quero deixar. Quero salientar que as críticas duras elaboradas por toda a esquerda é de grande falta sentido de estado. Mas porquê não termos um Presidente da Republica que tenha uma participação mais activa na vida politica portuguesa?!
Não considero que o seu discurso não seja um discurso de Primeiro Ministro mas sim de um PR que quer ter uma participação na vida politica!!! Será que os +- 30 millhões de euros, gastos anualmente pela presidência da republica, só servem para servir de arbitro?! Ou não será melhor aplicar estes valores em beneficicio da vida politica…?!
Não vamos ser como o Jorge Sampaio que andou no seu primeiro mandato quase despercebido e quando realmente resolveu participar só fez asneira?! Não quero de maneira nenhuma menosprezar as suas funções cessantes, mas os tempos são outros e as dificuldades também. Os nossos políticos não são pessoas quaisquer. São pessoas que tem o seu mérito nas mais diferentes áreas. Todos nós temos de saber respeita-los e actuarmos quando nos é solicitada a nossa participação como cidadãos. Agora não vamos ficar à espera que a actual situação do Pais se resolva por si só.
Todos nós temos responsabilidade no nosso futuro e no nosso País. Todos juntos temos de trabalhar e colaborar para melhorar-mos o nosso país. Agora, mãos há obra!
Nuno Antunes
terça-feira, março 07, 2006
CONGRESSO DO PSD: PROPOSTA DE 7 DISTRITAIS
Segundo o vice-presidente da distrital de Viseu, Melchior Moreira, a proposta de alteração de estatutos hoje entregue e que será discutida no Congresso do PSD de 17 e 18 de Março, foi subscrita pelas distritais de Aveiro, Braga, Beja, Faro, Porto, Vila Real e Viseu. Como o regulamento do XXVIII Congresso do PSD prevê que as propostas de alteração de estatutos só podem ser subscritas por um mínimo de dez comissões políticas distritais ou de delegados, a proposta foi também subscrita por "mais de 200 congressistas".
De acordo com Melchior Moreira, esta proposta resulta de um "trabalho inicial das distritais de Aveiro, Viseu e Faro" e prevê a criação de uma "comissão permanente nacional", órgão que deverá ser composto pelo presidente do partido, dois vice-presidentes, o secretário-geral e entre quatro a oito vogais.
Este novo órgão, e de acordo com a proposta de alteração de estatutos, deverá ser eleito directamente pelos militantes. As distritais defendem ainda alterações à composição da comissão política nacional. "A Comissão Política Nacional deverá incluir todos os presidente das comissões políticas distritais, os presidentes das comissões políticas regionais dos Açores e da Madeira e representantes da Juventude Social-Democrata, Trabalhadores Social-Democratas e Autarcas Social-Democratas", adiantou Melchior Moreira.
Outra das mudanças propostas refere-se à proibição de "duplicação de cargos partidários", ou seja, o mesmo militante não poderá fazer parte de 2 órgãos do partido simultaneamente, como a Comissão Política Nacional e uma Comissão Política Distrital. As distritais defendem ainda o aumento do número de delegados ao congresso de 900 para mil e o aumento das inerências dos autarcas social-democratas de 60 para 70.
in: Público
sábado, março 04, 2006
JÁ FALTA POUCO...
De acordo com João Marques dos Santos (JMS), "dele quase nada ficará para a história. Foram 10 anos cinzentos e tristes de um homem cheio de energia política e de sonhos até chegar a Belém, mas que subitamente envelheceu, acomodando-se e resignando-se a umas monótonas e inofensivas prédicas que ninguém tinha paciência para ouvir."
Dele recordaremos, apenas e só, o triste e deprimente episódio que ficará sem dúvida em lugar de destaque na história política nacional, ou seja, o "chuto" a Santana Lopes, sem esquecer o "esquecimento" de comunicar ao Presidente da Assembleia da Republica a sua dissolução. E como diz JMS "a isso se resumem, felizmente, as suas ousadias". Foi sem dúvida uma década fraca e muito má!
sexta-feira, março 03, 2006
CONGRESSO JÁ "MEXE"
Filipe Menezes salientou que, ele próprio, vai ter de reunir, em 72 horas, 1.500 assinaturas de militantes para poder propor alterações aos estatutos, uma vez que o prazo de entrega de propostas termina esta 2ª feira.
O presidente da Câmara de Gaia criticou ainda a postura da direcção do PSD, lembrando que, em 1991, Dias Loureiro, então secretário-geral, percorreu todas as secções do país para debater as propostas de alteração dos estatutos, ao contrário do que “agora aconteceu, pois o debate parece ter sido feito na clandestinidade”.
“Um ou vários militantes que tenham propostas para apresentar ao congresso não podem fazê-lo na prática, porque não têm meios para arranjar, à pressa, as assinaturas”, sublinhou.
Apesar destas limitações, Meneses adiantou que, se conseguir as assinaturas, proporá ao congresso não só a eleição directa do líder, mas também a adopção de “primárias” para a escolha de candidatos a deputado, presidente de Câmara ou de Junta de Freguesia.
Recusando-se a dizer se vai ou não ser candidato em futuras “directas” – “dependerá da divulgação da data em que se efectuarão” -, Luís Filipe Meneses criticou a estratégia de oposição do líder do partido, Marques Mendes.
Marques Mendes, acusou, tem-se limitado a “pequenas iniciativas” em vez de apresentar “uma alternativa reformista e credível ao país”.
segunda-feira, fevereiro 27, 2006
H5N1 - A GRIPE MORTAL!
No entanto, a sua enorme capacidade de mutação leva a crer que será inevitável a sua propagação para o Homem, provocando uma pandemia mundial que poderá provocar, no pior cenário, a morte de milhões de pessoas.
O primeiro registo de contágio num ser humano por H5N1 ocorreu em 1997, em Hong Kong, surgindo meses depois mais 17 casos o que levou o governo desta cidade a abater todas as aves existentes nas quintas e mercados. O abate em massa funcionou uma vez que esta estirpe de vírus nunca mais voltou a ser vista.
Mas, em 2001, (novamente em Hong Kong) surge outra estirpe mortífera de H5N1 e a partir daí, ano após ano, o vírus vem trocando genes com outros vírus da gripe das aves, aumentando gradualmente o seu raio de actuação, chegando no inicio de 2006 à Europa. Por enquanto, ainda há poucas informações sobre este vírus e também ainda não se sabe ao certo como é que uma pessoa contrai a infecção.
O alastramento do H5N1 pela população humana como acontece com a “típica” gripe acontecerá quando uma pessoa contrair o H5N1 (por contacto directo com aves infectadas) também esteja infectada com o vírus da gripe tradicional, podendo o mesmo acontecer com um porco (para quem não sabe é um clássico vaso de mistura dos vírus da gripe). Assim os 2 vírus vão fundir-se e “gerar” um novo vírus que pode ser altamente contagioso (característica do vírus “normal” da gripe) e mortífero (característica do H5N1) ou pode surgir um vírus moderadamente contagioso, mas muito menos agressivo (enfim, são algumas as combinações possíveis…)
Alguns cientistas já estão a trabalhar numa vacina através da engenharia genética na tentativa de “domesticar” este H5N1 e os primeiros testes em seres humanos revelam sinais encorajadores.
Infelizmente nem todos têm a sorte de viver nos EUA ou na Europa onde os cuidados de saúde, a prevenção e as campanhas de vacinação permitirão que esta provável pandemia seja minimizada.
Fonte: National Geographic
terça-feira, fevereiro 21, 2006
PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA - CURSO DE MEDICINA JÁ!
Hoje, como outrora, as Universidades desempenham um papel determinante no progresso e na afirmação dos povos, contribuindo indiscutivelmente com um património de saber que, numa sociedade progressivamente mais exigente, complexa e globalizada, convêm preservar, estimular e valorizar. É salutar que assim seja, pois sempre constituíram referencial de mudança social, económica e política e baluarte da construção de Homens mais capazes e melhor preparados. Consciente da permanente actualidade desta problemática e da preponderância que a Universidade do Algarve assumiu no panorama regional e, atendendo a que uma universidade é sempre um desígnio inacabado e tem obrigação de satisfazer as exigências que ela própria provocou, serve a presente petição para solicitar à Assembleia da República que, de acordo com as competências constitucionais que lhe são outorgadas, proceda à criação do Curso de Medicina integrado na Universidade do Algarve.
O nosso país não é propriamente reconhecido pela qualidade dos serviços de saúde que presta. Temos listas de espera, estruturas hospitalares desorganizadas, mal apetrechadas e pouco funcionais, mas também um problema gravíssimo na distribuição geográfica do pessoal de saúde, em especial, de médicos. Não se compreende que a questão de falta de médicos não esteja já resolvida. Mas não está. Senão, não teríamos jovens estudantes, aptos e esforçados, com brilhantes médias de 18 valores que fossem confrontados com uma pauta em que simplesmente diz”não colocado”. Nem teriam esses mesmos jovens que esperar 1 ou 2 anos para melhorar a sua média em 1 ou 2 décimas para cursar medicina. Nem optar por um curso que não os satisfaz. Nem que, por via da insuficiente oferta de cursos, emigrar para destinos remotos. Objectivamente, o problema não é estes jovens ficarem de fora, é ficarem de fora quando há gente que precisa deles em regiões mais carenciadas como é o caso paradigmático do Algarve.
Todos sabem que, defendido em uníssono pelo espectro político regional, o Algarve sempre foi um dos parentes pobres deste país. Ninguém desconhece também que, pela potencialidade turística internacional que alberga, acarretando impactos positivos na economia nacional, e pela especificidade dessa mesma indústria, a nossa região tem que forçosamente produzir serviços de qualidade, que materializem as expectativas da população e dos visitantes, sob pena de hipotecar o futuro. Mas como fazê-lo, denunciando a impreteribilidade de apostar no turismo de sáude, terceira idade, entre outros segmentos, sem elevarmos os padrões de prestação de cuidados de sáude na região? Como poderemos ser competitivos nesses segmentos se não desfrutarmos de médicos suficientes para fazer face ás necessidades de modernização da nossa precária rede hospitalar?
É, ainda, indispensável relatar a assimetria numérica de médicos por mil habitantes entre as regiões centrais e periféricas. Sendo que, em Lisboa, por exemplo, por cada 1000 habitantes há 5 médicos, ao passo que, no Algarve, para a mesma proporção, não chegamos aos 2 médicos por 1000 habitantes. Sublinhe-se esta invulgar discrepância: Portugal tem uma média de 3,1 médicos por 1000 habitantes, a União Europeia de 3,3 e o Algarve de 1,9. Elucidativo! Mais grave se torna esta divergência quando as estatísticas oficiais não agregam a população flutuante. Se o fizessem, poderíamos com caução afirmar que num dos indicadores de referência para apreciar da qualidade de vida das populações, o Algarve, no contexto da União Europeia, ocuparia a cauda da tabela com inegáveis repercussões na vida de todos os algarvios. Mais a mais, entre 2013 e 2020, em virtude de na década de 70 se terem formado uma percentagem significativa dos médicos no activo para os quais não haverá, comprovadamente, substitutos, agravar-se-á dramaticamente, com particular incidência, nas regiões, como o Algarve, que não possuam cursos de medicina para minorar os efeitos perversos deste revezamento geracional. Isto resulta, incontroversamente, da concentração de cursos de Medicina em áreas polarizadoras que absorvem os recursos do país e que obstaculizam uma adequada dispersão dos quadros médicos. Portugal dispõe de 7 faculdades de medicina: 2 em Lisboa, 2 no Porto, 1 em Braga, Coimbra e Covilhã.
Sublinhe-se que 1/3 do território continua despido destas estruturas e que ao propalado espírito descentralizador, corresponde, na realidade, um centralismo decrépito que ignora as genuínas expectativas dos cidadãos.
Com maiores ou menores benefícios, os quadros não se fixam em locais em que têm menores oportunidades. Por isso, é preciso intervir, criando o curso de Medicina na Universidade do Algarve de modo a formar mais profissionais para dar resposta às necessidades. Só através do transporte das estruturas formativas é que se consegue fixar as pessoas nas regiões menos atractivas, constituindo a Universidade do Algarve um exemplo modelar já que um recente estudo apurou que cerca de 70% dos alunos que aqui concluíram a sua formação, apesar de oriundos de outras partes do país, aqui se sedentarizaram.
Reclamamos, por conseguinte, atendendo aos fundamentos aduzidos por esta petição, que a Assembleia da República reconheça a pertinência do nosso pedido e, de modo enérgico e expedito, aprove o diploma legislativo que crie o curso de Medicina da Universidade do Algarve.
1º Subscritor: Cristóvão Norte
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
REUNIÃO DA JSD/ALGARVE
terça-feira, fevereiro 07, 2006
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
UNIVERSIDADE DO ALGARVE COM NOVO REITOR
domingo, janeiro 29, 2006
MANTO BRANCO NACIONAL

Parece que a vitória do Sporting gelou o País...
sexta-feira, janeiro 27, 2006
SAMPAIO NÃO QUERIA SANTANA LOPES NO GOVERNO
Na publicação, o Presidente da República destaca dois "receios" que existiam sobre essa "solução" de ficar Santana Lopes à frente do Governo português: um relacionado com "dúvidas em relação ao seu perfil, muito suscitado pelo percurso singular e inconstante" de Santana na política; outro era a "eventual utilização da política orçamental ao serviço de eleitoralismos fáceis".
Fonte: Portugal Diário
quinta-feira, janeiro 26, 2006
O FAX

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quarta-feira, janeiro 25, 2006
PSD/FARO RETIRA CONFIANÇA POLITICA A JOSÉ VITORINO
Sublinhando que as posições tomadas por Vitorino “não vinculam a estrutura partidária nem os eleitos pelas listas do PPD/PSD aos diversos órgãos autárquicos do concelho de Faro”, os vereadores, deputados na Assembleia Municipal e demais eleitos autárquicos (militantes e independentes) alertam que as “intervenções públicas do Dr. José Vitorino comprometem apenas o actual vereador independente na Câmara Municipal de Faro, devendo, por isso mesmo, passar a ser entendidos, apenas e só, nesse contexto”.
De acordo com o comunicado emitido por esta estrutura partidária, “as nossas posições serão divulgadas através e em consonância com os diversos órgãos do partido, como aliás decorre dos nossos estatutos”.
De acordo com o Região Sul Online e, segundo os subscritores do documento, "esta posição de princípio destina-se a garantir a todos os farenses uma política de oposição credível, transparente, responsável e construtiva ao invés da defesa de eventuais interesses pessoais e particulares", assinam Justino Ramos, David Santos, Vítor Silva e os vereadores Helena Louro e Paulo Santos.
terça-feira, janeiro 24, 2006
COMUNICADO DA JSD
A JSD congratula-se pela vitória do Professor Cavaco Silva, acreditando que consigo na Presidência da Republica teremos UM PORTUGAL MAIOR.
A arrebatadora vitória obtida na primeira volta deixou clara a vontade dos Portugueses. Durante o período que antecedeu a sua eleição, o Professor Cavaco Silva demonstrou um grande espírito democrático e de responsabilidade, abordando nos seus discursos os mais importantes problemas com que o País se debate, uniu e mobilizou os Portugueses, e acima de tudo afirmou e deu esperança ao sonho de todos nós: UM PORTUGAL MAIOR.
Tal como no período em que foi Primeiro Ministro o Professor não esqueceu os jovens, afirmando que: “A juventude, sem dúvida uma das forças mais decisivas para a construção de um futuro melhor, terá em mim um agente político atento aos seus sonhos e preocupações, empenhado em fazer ouvir a sua voz e em garantir a igualdade de oportunidades.”.
Com a eleição do Professor Cavaco Silva sabemos que teremos um Presidente cuja actividade primará pelo rigor, competência e credibilidade, assegurando-se a estabilidade política do País.
A JSD deseja por isso boa sorte no desempenho deste seu novo cargo.
Com Cavaco Silva, PORTUGAL tem FUTURO.
Comissão Politica Nacional da JSD
segunda-feira, janeiro 23, 2006
RESULTADOS ELEITORAIS - PRESIDENCIAIS 2006
Cavaco Silva - 50,59 % (2745491 votos)
Manuel Alegre - 20,72 % (1124662)
Mário Soares - 14,34 % (778389)
Jerónimo de Sousa - 8,59 % (466428)
Francisco Louçã - 5,31 % (288224)
Garcia Pereira - 0,44 % (23650)
TOTAL NO ALGARVE
Cavaco Silva - 48,72 % (93021 votos)
Manuel Alegre - 23,18 % (44268)
Mário Soares - 13,06 % (24946)
Jerónimo de Sousa - 7,61 % (14540)
Francisco Louçã - 6,86 % (13107)
Garcia Pereira - 0,56 % (1064)
Esta é a 3ª maioria absoluta de Cavaco Silva.
Afinal o Movimento MP3 - "Não há duas sem três", sempre tinha razão...
segunda-feira, janeiro 16, 2006
REUNIÃO DA JSD/ALGARVE
JSD APRESENTA NOVA PROPOSTA DE LEI DO ASSOCIATIVISMO JOVEM AO GRUPO PARLAMENTAR DO PSD
Sendo esta uma questão que envolve os interesses de milhares de Jovens, a JSD decidiu acompanha-la com especial cuidado e atenção.
Com efeito, a Comissão Politica Nacional decidiu auscultar a estrutura, propondo a discussão da nova lei em Conselho Nacional e uma recolha de opiniões através do site www.jsd.pt.
A estrutura fez-se ainda representar nos fóruns em que tem assento: CNJ (Conselho Nacional da Juventude) e CCJ (Conselho Consultivo da Juventude), deixando clara a sua postura relativamente à questão.
No entanto, e como as reivindicações da JSD não foram atendidas pelo Sr. Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, a estrutura resolveu apresentar ao Grupo Parlamentar do PSD, uma alternativa à Proposta de Lei do Associativismo Jovem. Esta será apresentada na Assembleia da Republica, entendendo a JSD que, caso seja aprovada, servirá melhor os interesses dos jovens Portugueses.
domingo, janeiro 15, 2006
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Cavaco diz que se candidatou a pensar no futuro dos jovens
«Tomei a decisão pensando no futuro, no vosso futuro. Para que não recebessem uma herança demasiado pesada, mas uma janela de oportunidades», disse Cavaco Silva em Leiria, durante um almoço com cerca de 150 jovens.
Sublinhando por diversas vezes a sua crença nas capacidades dos jovens, o candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP atribuiu uma responsabilidade à geração mais nova.
«São vocês que vão credibilizar a política. Acredito na vossa capacidade para dar mais prestígio à vida política», salientou, prometendo estar ao lado dos jovens.
Cavaco Silva aproveitou ainda a ocasião para agradecer o «colorido, energia e entusiasmo» que os jovens trouxeram à sua campanha. «Os jovens têm sido uma força decisiva na minha campanha, estão sempre na primeira linha», afirmou.
Fonte: Diário Digital / Lusa
sexta-feira, janeiro 06, 2006
COMUNICADO DA JSD/ALGARVE - "PARQUE ESCOLAR ALGARVIO"
A JSD/Algarve questiona-se, como é possível proferir este tipo de afirmações, quando são inúmeros os exemplos que atestam a inveracidade do teor das mesmas. Esta Juventude partidária numa breve avaliação de informações que tem em seu poder, estima que a esmagadora maioria das escolas da categoria acima citadas não preenchem os requisitos que foram afiançados pela DREAlg.
Os sistemas de aquecimento de facto existem, mas em algumas salas dos professores, nas secretarias, nos gabinetes dos conselhos executivos e não nos locais de trabalho a que se destinam as escolas ou sejam, nas salas de aula!
Na realidade, uma parte substancial dos professores e alunos das escolas do Algarve, defrontam-se, como os restantes professores e alunos do País, com o desconforto causado pelo frio e humidade nas salas de aula e que em muito vem contribuir para aumentar a dificuldade de aprendizagem dos alunos, bem como dificultar a concentração e a motivação dos mesmos.
Assim, a Juventude Social Democrata do Algarve desafia a DREAlg a acompanhar uma delegação desta estrutura política e de elementos da comunicação social a visitar algumas Escolas EB do 2º e 3º Ciclos algarvias para se poder constatar no terreno a veracidade das suas afirmações.
Esperamos, caso se confirme os dados que possuímos, que a DREAlg actue em conformidade nomeadamente dotando o parque escolar regional com as condições de dignidade, conforto e modernidade que a tão propalada aposta num ensino de excelência e qualidade exige.
**Notícia publicada no Jornal Correio da Manhã, no dia 4 de Janeiro
A CPD JSD/ALGARVE
domingo, janeiro 01, 2006
CAVACO SILVA NO ALGARVE
Ás 20H00, a caravana de Cavaco Silva chegará a Loulé (ao Pavilhão do NERA/EXPOALGARVE) para um jantar comício, onde se espera mais de um milhar de apoiantes.
Poderás adquirir os teus bilhetes (12 euros/cada), tanto para o almoço como para o jantar, na sede de Candidatura do Prof. Cavaco Silva, em Faro.
Não Faltes! Contamos contigo por um PORTUGAL MAIOR!
sexta-feira, dezembro 30, 2005
MENDES BOTA CONTRA A EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NO ALGARVE
De acordo com a edição de Janeiro da revista "Exame", nas bancas desde quarta-feira, o Governo decidiu atribuir a concessão de dois blocos de exploração petrolífera ao largo do Algarve a um consórcio formado pela empresa espanhola Repsol (75%) e a alemã RWE (25%).
A decisão consta de um despacho interno do Ministério da Economia e aguarda apenas a formalização do secretário de Estado adjunto da Indústria e Inovação, António Castro Guerra.
Mendes Bota, eleito deputado pelo círculo eleitoral de Faro, pediu a presença daquele secretário de Estado, assim como do ministro, na Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos e Inovação, "para prestar esclarecimentos" sobre o assunto.
"Estas notícias, a confirmarem-se, assumem uma gravidade inaceitável, pois a opção põe em risco potencial a indústria turística do Algarve - o verdadeiro petróleo do País", refere o também presidente do PSD/Algarve em comunicado.
Para Mendes Bota, qualquer exploração de petróleo, ou gás natural, comporta sempre um risco associado de acidentes ambientais, por isso, sustenta, a decisão "não pode ser tomada nas costas da região e da população, nem dos seus legítimos representantes".
"Desconhece-se a existência de estudos de impacto ambiental e não foi feito nenhum debate público, como manda a legislação comunitária", nota Mendes Bota.
O deputado critica também a inexistência de uma avaliação de custo-benefício para o País, onde, eventualmente, seja permitido "concluir em favor da indústria petrolífera, em desfavor da indústria turística".
Para Mendes Bota, a referência à adjudicação dos blocos a 200 metros de profundidade "é muito vaga", pois pode-se estar a falar "de uma milha e meia ou de 15 milhas".
O parlamentar apela ao Governo para não assinar nada, "sem previamente esclarecer a Assembleia da República, o Algarve e o País, sobre todas as envolventes ambientais, operacionais e financeiros desta operação".
Mendes Bota considera "uma irresponsabilidade tomar uma decisão sem ter garantias absolutas" sobre o respeito por "todas as normas ambientais e de segurança".
De resto, segundo o líder distrital do PSD, turismo e petróleo são "uma convivência impossível".
A adjudicação dos blocos 13 e 14, localizados a 200 metros de profundidade, vem retomar o concurso de exploração de hidrocarbonetos na costa portuguesa, iniciado em 2002, com a vitória do consórcio Repsol e RWE, mas interrompido em 2003, por decisão do então ministro da Economia, Carlos Tavares.
Na altura, o titular da pasta considerou ter havido má condução do processo por parte da entidade responsável, o Instituto Geológico e Mineiro (IGM), mas nunca chegou a proceder à anulação formal do concurso. Para Carlos Tavares, o negócio não acautelava suficientemente os interesses de Portugal e terá posto novas condições para o caso de se confirmar a existência de hidrocarbonetos em quantidade considerada com interesse nacional. Mas sem um levantamento exaustivo (nunca realizado), o potencial da costa portuguesa fica por apurar.
Assim, passados três anos, prevalece a decisão inicial do IGM e o consórcio aguarda agora a assinatura do contrato para iniciar as operações.
De acordo com a revista, os dois blocos, 13 e 14, já foram baptizados de Lagosta e Lagostim, respectivamente.
Fonte: Região Sul Online
quarta-feira, dezembro 21, 2005
ÚLTIMO DEBATE NA RTP - MÁRIO SOARES ATACOU, CAVACO SILVA NÃO RIPOSTOU
Ao longo de uma hora de debate, moderado pelos jornalistas Judite de Sousa e José Alberto Carvalho, Cavaco Silva tentou ignorar muitas das acusações feitas pelo ex-Presidente da República, optando por lamentar que Soares não expusesse as suas ideias.
Entre outras acusações, Mário Soares disse que Cavaco Silva não tinha formação política, desconhecia a História de Portugal, era uma pessoa distante, sem conversa para além da economia e caracterizou algumas das posições do ex-primeiro-ministro social-democrata como «banalidades».
Na maioria das vezes em que ouviu críticas do candidato apoiado pelo PS, Cavaco Silva fez leves sorrisos e não deu respostas directas.
Só na parte final do debate, Cavaco Silva aparentou que poderia reagir a uma acusação de Mário Soares, considerando inaceitável que o fundador do PS colocasse em causa a forma como defendeu o interesse nacional em cimeiras europeias.
in "Expresso On-Line"
DEMOLIÇÕES DO POOC COMEÇAM HOJE!!!
No início dos trabalhos será feita uma apresentação geral do POOC Vilamoura/Vila Real de Santo António e apresentado um filme sobre a requalificação do Litoral.
Na mesma ocasião, será também assinado um acordo de cooperação financeira para a requalificação da praia da Manta Rota e um protocolo para a promoção das ecovias no Algarve.
Às 12:30 horas, na Praia da Manta Rota, vão ser demolidos alguns apoios de praia "implantados ilegalmente no areal", refere o Ministério do Ambiente em nota de imprensa.
Fonte: Região Sul Online
domingo, dezembro 18, 2005
BÉBÉ VITIMA DE MAUS TRATOS
De acordo com as autoridades, uma bébé de 2 meses, é a mais jovem vítima de crimes sexuais de que há memória em Portugal.
As últimas informações disponibilizadas pelo hospital davam conta da evolução favorável do estado de saúde da menina. Todavia, os médicos mantêm-se cautelosos, pois a situação da bebé é grave e o prognóstico clínico continua reservado.
Em mês e meio de vida foi hospitalizada 3 vezes, vítima de maus tratos severos. No dia 9 de Dezembro, as mazelas físicas eram de tal forma graves que a bebé teve de ser transferida do Hospital de Viseu para o Pediátrico de Coimbra. Quando ali chegou, os médicos ficaram horrorizados com o que viam. As autoridades policiais foram avisadas de imediato e os pais acabaram detidos, aguardando agora julgamento em prisão preventiva.
Até aí, o sistema parece não ter funcionado. Quando recebeu a menina, o hospital detectou “sinais evidentes de negligência grave”, mas limitou-se a comunicar o facto à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, que passou a acompanhar a família. As polícias nunca foram alertadas.
Infelizmente, estes tristes casos andam a repetir-se vezes demais no nosso país, o que leva a concluir que os mecanismos de prevenção para situações como esta são ineficazes.
Dado o cariz de seriedade que este assunto merece, a administração deste blog agradece a todos os cibernautas que se abstenham de comentários não relacionados com o referido tema.
Fonte: Jornal Correio Manhã



