terça-feira, dezembro 13, 2005

BLOG DA JSD/SILVES

A recém empossada concelhia da JSD de Silves já tem o seu blog.

Visita-o em:http://jsdsilves.blogspot.com/

segunda-feira, dezembro 12, 2005

INAUGURAÇÃO DA SEDE DE CAMPANHA DA CANDIDATURA DO PROF. CAVACO SILVA

O candidato à Presidência da República (PR), Cavaco Silva, inaugurou na passada 5ª feira a sede distrital de candidatura, em Faro. Recebido por bastantes dezenas de apoiantes, o algarvio mostrou-se emocionado por estar na cidade "onde comecei a construir a minha vida" - cumpriu os estudos secundários na Escola Tomás Cabreira - e recordou a fase em que governou o País.


Referindo-se de forma implícita ao período em que ocupou as funções de primeiro-ministro português, Cavaco Silva recordou os elogios feitos ao País na altura. "No passado, Portugal foi um país de sucesso. Até era considerado a 'Califórnia' da Europa. Então, por que razão não podemos voltar a esse tempo?", questionou.

A discursar num palanque colocado em plena rua, o político reforçou as palavras-chaves que escolheu para lema de campanha - cooperação, mobilização e confiança.


Cavaco Silva quer vencer o "desânimo, pessimismo e descrença" que se abateram sobre os portugueses, mas mostrou preocupação em algumas matérias. "O nosso crescimento económico é 'zero', enquanto a Espanha cresce 3,3% e os países de Leste que integraram a União Europeia recentemente estão melhores que nós", disse.

O candidato apoiado pelo PSD e PP vê "uma janela de esperança" no futuro, acredita nas "gerações jovens" e pensa que, no cargo de Presidente de República, pode ser um motor de mudança para melhorar a imagem de Portugal no mundo.

"Não basta ao PR promover a cooperação institucional - é preciso ser um agente de desenvolvimento; contribuir para criar mais emprego, mais confiança; mobilizar a sociedade civil", asseverou.

O ex-primeiro-ministro augura um rumo certo para o País, assente na estabilidade política, inexistente nos tempos actuais: "Lá fora ficam estupefactos connosco, por termos ciclos políticos tão curtos. Como é possível resolvermos os nossos problemas quando em três anos e meio conhecemos quatro primeiros-ministros ou em 12 meses quatro ministros das Finanças?"


Cavaco Silva reconhece que existem níveis baixos de confiança em Portugal. E sem confiança, "não há criação de emprego; o capital desloca-se para o estrangeiro; e a criatividade não avança". Então, preconiza, "é fundamental que o novo PR traga confiança e auto-estima".

A abertura da sede distrital de Faro da candidatura de Cavaco Silva (situada na Rua Conselheiro Bivar) contou com a presença de inúmeros apoiantes (entre os quais autarcas como Macário Correia, Seruca Emídio,Isabel Soares e Desidério Silva), não esquecendo o carismático militante do PSD de Faro, Luís Vedes (que preparou e montou a sede em tempo record), além de um convidado especial: o pai do candidato, Teodoro Cavaco Silva.

Fonte: Região Sul Online

quinta-feira, dezembro 08, 2005

PSD/FARO CONTESTA DEMOLIÇÕES NAS ILHAS BARREIRA DA RIA FORMOSA

De acordo com um artigo publicado no Região Sul Online de 6 de Dezembro, o PSD/Faro lamenta a intenção do Governo em fazer avançar a demolição de casas nas ilhas barreira, já na primeira quinzena de Dezembro, segundo aquela estrutura partidária, "contrariando as disposições legais definidas no Regulamento do POOC entre Vilamoura e Vila Real de Santo António".

Este assunto, recorde-se, já tinha sido abordado e fortemente criticado pela JSD/Algarve, aquando da aprovação do POOC Vilamoura - VRSA, no passado mês de Julho.

Segundo a mesma fonte, os social-democratas argumentam que, "conforme decorre do estipulado no respectivo regulamento do POOC, muitos dos requisitos impostos não se encontram preenchidos, designadamente o levantamento de todas as ocupações existentes, assim como a sua tipologia e actividade dos residentes e, sobretudo, a indicação de alternativas de realojamento e respectivos incentivos".

Por outro lado, acrescentam, "não existe qualquer calendarização sobre a extinção progressiva dos núcleos existentes, nem foram estipulados prazos para a desocupação das edificações a demolir".

De acordo com o PSD, argumentam ainda, "não está constituída a Comissão Específica para acompanhar o cumprimento das medidas definidas, nem foram elaborados ou sequer iniciados os projectos de intervenção e requalificação previstos no Regulamento do POOC, tal como não se encontram ainda formalizadas as Unidades Operativas de Planeamento e Gestão para as diferentes Ilhas ou espaços de intervenção".

Os social-democratas criticam também o Executivo socialista da Câmara de Faro pelo facto de ainda não terem tomado uma posição sobre a matéria, apesar de terem sido interpelados pelos vereadores do PSD.

Segundo o PSD, a Câmara Municipal de Faro está "legalmente obrigada a realizar um Plano de Pormenor para a área desafectada do domínio hídrico na Ilha de Faro", uma questão sobre a qual "o actual executivo parece não só desconhecer como ignorar em absoluto", acusam.

Por fim, a Comissão Política do PSD/Faro promete manter reuniões regulares com as associações das diversas ilhas, "tendo em vista assegurar a salvaguarda dos seus interesses".

O presidente da Câmara de Faro, Dr. José Apolinário, veio ontem (no Jornal Correio da Manhã) a reboque do comunicado do PSD/Faro, exigir 3 requisitos para que as demolições se possam executar... e que passo a enumerar:
- constituição uma Comissão especifica de acompanhamento;
- Levantamento e identificação de todas as situações, no sentido de saber quais as casas de 1ª e de 2ª habitação;
- Rever e alterar alguns aspectos do POOC.

Enfim, foi preciso que o PSD fornecesse informações ao senhor presidente sobre o que seria necessário rever no POOC e quais as suas incorreções, para que finalmente o sr. presidente comentasse esta decisão politica, embora limitando-se a referir as críticas social-democratas.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Curiosidades do orçamento de estado de 2006 ( Parte 1 )

Como é de conhecimento comum o estado português apresenta um défice operacional bastante elevado.
Ao mesmo tempo a administração pública deste país cada vez mais se endivida, em 2003 e ainda sentido os efeitos dos anos do Guterrismo o crédito concedido á nossa administração pública era de 8,3%, em 2004 era 5,0%, em 04-2005 era 6,0 e em 07-2005 já era de 8,1%. (fonte: proposta de relatório para o orçamento de estado para 2006)
Como podem ver todo o trabalho desenvolvido pela coligação de directa PPD-PSD / CDS-PP durante cerca de 3 anos de forma a conter o défice e o endividamento público, foi reduzido a um simples esforço temporal pois em 3 meses o governo do Sr. Eng.º José Sócrates conseguiu “reconquistar” a dívida do sector da administração interna.
Agora gostava de vos deixar alguns pequenos números em que pensar:
- Casa da Música / Porto 2001, S.A, esta entidade ou outra que a venha a suceder irá receber do orçamento de estado com a finalidade de financiamento de actividades e outros objectivos 10.000.000,00 € (será que a cultura não se financia a si própria após a criação de infra-estruturas?, Será viável tudo isto?, Qual a percentagem da população nacional a usufruir destas actividades? Presumo que venha a ser bastante caro se dividirmos este valor por cada uma das pessoas que vão usufruir de tudo isto.);
- RAVE – Rede de Alta Velocidade, EP, esta entidade irá receber do orçamento de estado para financiamento de estudos e projectos 10.000.000,00 € ( com projectistas tão bem pagos não sei como é possível os projectos terem tantos erros );
- EDAB – Empresa para o Desenvolvimento do Aeroporto de Beja, esta entidade irá receber do orçamento de estado com a finalidade de financiamento de infra-estruturas aeroportuárias 5.931.000,00 € ( As ultimas informações que tinha sobre este tema era que esta entidade existia já á algum tempo e nada tinha feito durante todo este tempo a não ser pagar ordenados aos que lá trabalham e aos administradores e que estava com problemas financeiros. Será que vai haver algum aeroporto em Beja, agora que se afirma que a Ota é o futuro? Ou será mais orçamento de estado para pagar ordenados chorudos a meia dúzia de pessoas que pouco ou nada fazem? )
Quando o estado nega em negociações salariais valores inferiores a 0,5 pontos percentuais alegando falta de dinheiro, quando reduzem as comparticipações em medicamentos vitais para muitos portugueses, e quando o primeiro ministro afirma que a crise toca a todos e todos vamos ter de a sentir, acho que se a isto se chama crise nestes casos e muitos outros, então é porque somos um estado muito mas muito rico…



Ps. Não se esqueçam que a população laboral do país são 5,48 milhões e não 10,57 milhões…

INAUGURAÇÃO DA SEDE DE CAMPANHA DA CANDIDATURA DO PROF. CAVACO SILVA

Amanhã, 5ª feira, por volta das 17H00 irá ser inaugurada em Faro, (Rua Manuel Bivar - em frente ao Hotel Faro), a sede de campanha da candidatura do Prof. Doutor Cavaco Silva à Presidência da Republica, com a presença do próprio candidato.

Aparece!

terça-feira, dezembro 06, 2005

DEBATE NA SIC - CAVACO SAIU-SE MELHOR

Uma «sondagem-relâmpago» realizada ontem à noite no fim do primeiro debate televisivo para as eleições presidenciais indica que Cavaco Silva teve melhor desempenho do que Manuel Alegre no frente-a-frente na SIC.

O estudo de opinião, levado a cabo pela Eurosondagem entre as 22h e as 23h15, concluiu que para 27,3 por cento dos inquiridos Cavaco Silva ganhou o debate presidencial, contra os 15,7 por cento que acham que Manuel Alegre levou a melhor sobre o ex-primeiro-ministro social-democrata.

Mais de metade dos inquiridos (57 por cento) responderam não ter visto o debate ou disseram não saber qual dos candidatos saiu «vencedor» ou ainda que não queriam responder.

O debate entre Alegre e Cavaco decorreu sem interrupções e com poucas divergências de fundo.
No frente-a-frente, Alegre e Cavaco apresentaram apenas perspectivas marcadamente distintas sobre a importância da economia para a resolução dos problemas do país.

Em matéria de defesa, Cavaco Silva não esclareceu a sua posição quanto ao envio de forças da GNR para o Iraque e Manuel Alegre revelou que se teria oposto a essa decisão.

Alegre e Cavaco estiveram em sintonia na preocupação com a actual situação da Justiça e o ex-primeiro-ministro comprometeu-se a «promover um consenso de regime» sobre «os grandes objectivos e orientações» do sector.

in "Expresso On-Line"

segunda-feira, dezembro 05, 2005

CAVACO E ALEGRE ESTA NOITE NA SIC - PRIMEIRO FRENTE A FRENTE

Cavaco Silva e Manuel Alegre vão estar hoje à noite frente a frente na SIC, no primeiro dos dez debates entre candidatos presidenciais que as três estações de televisão generalistas vão transmitir até 20 de Dezembro.

O debate irá para o ar a partir das 20h45 (colado ao noticiário), terá uma hora de duração, com apenas um intervalo. Esse será, de resto, o modelo que irá ser seguido em todos os debates presidenciais.

Depois de negociações com as candidaturas de Cavaco Silva, Manuel Alegre, Mário Soares, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã, a SIC, a RTP e a TVI sortearam a realização dos debates, cabendo quatro à televisão pública e três a cada uma das estações privadas.

Além do debate de hoje, a SIC vai transmitir os debates Cavaco Silva-Jerónimo de Sousa (dia 13) e Mário Soares-Francisco Louçã (dia 16).

A TVI tem a seu cargo os debates Cavaco Silva-Francisco Louçã (dia 9), Mário Soares-Manuel Alegre (dia 14) e Manuel Alegre-Jerónimo de Sousa (dia 19).

A RTP, por sua vez, transmitirá os debates Mário Soares-Jerónimo de Sousa (dia 8), Manuel Alegre-Francisco Louçã (dia 12), Jerónimo de Sousa-Francisco Louçã (dia 15) e Cavaco Silva-Mário Soares (dia 20).

in "Expresso On-Line"

CAVACO SILVA INAUGURA SEDE DE CAMPANHA DISTRITAL EM FARO

"O candidato à Presidência da República, Aníbal Cavaco Silva, vai inaugurar a sede de campanha distrital da sua candidatura na capital algarvia, no próximo dia 8 de Dezembro. O evento está previsto para as 16:30 horas, na Rua 1º de Maio, em Faro, assinalando assim o início oficial da candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República na região algarvia.

A sessão vai contar com a presença do mandatário da candidatura pelo Algarve, José António Silva (presidente da CCP), para além de inúmeras individualidades da sociedade algarvia.

Depois, pelas 20:00 horas, Cavaco Silva vai estar no Hotel Montechoro, em Albufeira, onde durante um jantar com empresários do Turismo irá debater sobre os desafios do sector para próximos anos."

in "Região Sul On-line"

domingo, dezembro 04, 2005

Sem Palavras...

Meus amigos, nem vale a pena comentar...

sábado, dezembro 03, 2005

sexta-feira, dezembro 02, 2005

JANTAR COMEMORATIVO DO 31º ANIVERSÁRIO DA JSD/ALGARVE

No passado dia 26 na acolhedora Vila de Monchique, decorreu num ambiente verdadeiramente festivo (que contrastava com os 5º C que os termómetros assinalavam naquela zona da serra), o jantar comemorativo do 31º aniversário da JSD/Algarve, que contou com cerca de 100 pessoas.


Durante o mesmo, tomaram posse as comissões políticas de secção da JSD/Silves, da JSD/Portimão, da JSD/Lagos e da JSD/Monchique, lideradas respectivamente pelos companheiros José Pedro Soares, Ricardo Silva, Filipe Almeida e José Jacinto.


Foi convidado de honra deste convívio, o vice-presidente do PSD, o comandante Azevedo Soares, que durante a sua intervenção fez referência à actual situação política nacional e internacional, bem como à política de juventude e às dificuldades que a camada mais jovem da sociedade tem de enfrentar actualmente.

Cristóvão Norte, actual presidente da JSD/Algarve, deu os parabéns às Comissões Políticas recém empossadas e referiu-se mais uma vez, à necessidade de existir no Algarve uma Faculdade de Medicina, argumentando essa necessidade com o facto de só existirem faculdades de medicina acima do rio Tejo (2 Lisboa, 1 Coimbra, 1 Covilhã, 1 Braga e 2 Porto) e pelo facto de o Algarve ser uma das regiões da União Europeia com o menor número de médicos por 1000 habitantes.

Cristóvão Norte, anunciou também as acções que a JSD/Algarve vai tomar nos próximos meses sobre este assunto, aproveitando ainda para fazer um balanço das actividades desenvolvidas por esta estrutura, ao longo deste primeiro ano de trabalho à frente dos destinos da juventude social democrata no Algarve.


PORTUGAL É O PIOR EMISSOR DE GASES DA UNIÃO EUROPEIA

Portugal irá aumentar as emissões de gases com efeitos de estufa em 42,2% no ano 2012, o que o torna no estado-membro da União Europeia mais poluente neste domínio, revela hoje um relatório da Comissão Europeia.

O relatório, divulgado na Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, a decorrer até 09 de Dezembro, em Montreal, Canadá, contém as previsões de emissões de gases poluentes da UE para o período 2008-2012.

O documento mostra que a seguir a Portugal se colocam a Grécia, com um acréscimo de emissões em 24,9% e a Espanha, com mais 21% face aos níveis que apresentavam em 1990.

Do lado dos estados-membros que mais reduzirão as emissões até 2012 surgem a Estónia (menos 60%), Letónia (menos 48,6%), República Checa (menos 26,5%), Eslováquia e Alemanha (com menos 21,3% e menos 21%, respectivamente).

Estas previsões incluem a adopção de políticas e medidas em curso e adicionais, assim como o recurso aos mecanismos de flexibilidade incluídos no Protocolo de Quioto.

Nos dados apresentados, a Irlanda apresenta um acréscimo das emissões em 26,6% ate 2012, com base apenas em políticas e medidas em curso e recurso aos mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Quioto, excluindo medidas adicionais.

Neste relatório, a União Europeia anuncia que irá reduzir em 9,3% a emissão de gases com efeito de estufa em 2010, ultrapassando a meta de corte global de 8% até ao ano 2012, que assumiu no Protocolo de Quioto.

Já numa perspectiva da UE com actuais 25 estados- membros, o executivo comunitário refere que «as projecções mostram que o corte das emissões da UE-25 irão ser superiores a 11%».

Fonte: Diário Digital / Lusa

quarta-feira, novembro 30, 2005

SANTANA LOPES FAZ ATAQUE DURO A EX LIDER

Um ano depois de Cavaco Silva ter publicado no Expresso o polémico artigo "Lei de Gresham", que terá contribuído para a "queda" do Governo de Santana Lopes, o social-democrata respondeu concluindo que afinal "a má moeda" tomou o lugar de uma moeda "bem melhor do que esta".

Num artigo sob o mesmo título, publicado ontem no mesmo semanário, Santana compara a situação de Portugal na altura com a actual. "Ninguém duvidará que a situação do país é hoje pior do que no ano passado, tendo precisamente começado a piorar quando o Presidente anunciou a dissolução", afirma Santana. O ex-autarca procurou mostrar que a situação piorou usando os indicadores económicos. Mas, no artigo de há um ano, Cavaco alertara mais para a falta de qualidade da actividade política e apelara aos "políticos competentes" para afastarem os "incompetentes". Na altura, Cavaco explicou que a lei económica de Gresham aplicava-se à vida política no sentido em que "a má moeda expulsa a boa moeda", ou "os agentes políticos competentes afastam os competentes".

Em declarações ao Expresso, Santana considera também que Jorge Sampaio prejudicou Portugal ao dissolver a Assembleia da República, de maioria PSD/CDS-PP. "A decisão do Presidente da República prejudicou, pois, Portugal", refere. E acrescenta "Parece-me evidente que Sampaio quer Cavaco em Belém". Santana diz também que Cavaco o avisou três dias antes de anunciar a sua candidatura e confessa que não decidiu quem apoiará nas presidenciais.

Fonte: Jornal de Noticias

terça-feira, novembro 29, 2005

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CUSTA QUASE 30 MILHÕES POR ANO

O nosso companheiro Nuno Antunes, que agradecemos desde já a sua contribuição, enviou para o "Claros e Objectivos" o seguinte artigo.
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A menos de dois meses para os portugueses escolherem um novo Presidente, fomos ver o que se passa, e quem passa para lá dos muros rosa oitocentistas do Palácio. Nada falta a Belém: enfermeiros, assessores, polícias e adjuntos. Espreitar para lá dos portões pode ser um exercício quase kafkiano...

Perto de 30 milhões de euros é quanto a Presidência da República vai receber do Orçamento Geral do Estado (OE), em 2006. O que representa um aumento de 940 mil euros face a 2005. Um pouco mais de 50 por cento da verba orçamentada destina-se a financiar os serviços que, embora não pertençam à Presidência, com ela colaboram na assistência ao Chefe de Estado.

A Presidência da República, diz a lei, é «o conjunto de órgãos e serviços que têm por função prestar apoio ao Presidente da República, enquanto órgão de soberania». Para estes, o OE reservou perto de 14 milhões de euros.

Os muros do Palácio de Belém, a residência oficial do Presidente, em Lisboa, encerram uma miríade de estruturas de apoio que englobam, por exemplo, um Centro de Comunicações, um Serviço de Apoio Médico, que integra dois médicos e três enfermeiros, ou, ainda, um Serviço de Segurança. Deste último, fazem parte um destacamento da Divisão de Segurança da Polícia de Segurança Pública (PSP), um da Guarda Nacional Republicana e uma esquadra da PSP.

Mas nas salas de Belém trabalham muitas outras pessoas. Desconhecemos o número exacto porque a Presidência da República, apesar dos pedidos insistentes, não se mostrou disponível para fornecer essa informação. Ainda assim, e de acordo o site oficial, a Casa Civil do Presidente, que contribui para o esclarecimento do Chefe de Estado nas muitas questões suscitadas no exercício das suas funções, é composta por 35 elementos, entre assessores, consultores e secretárias.

A Casa Militar, chefiada pelo tenente-general Faria Leal, é menos numerosa: ao todo, prestam aí serviço onze funcionários. Quer o chefe da Casa Militar, como o chefe da Casa Civil, José Bonifácio Serra, auferem um vencimento igual ao de um director-geral da Administração Pública, ou seja, aproximadamente 3400 euros mensais. A este valor soma-se um abono para despesas de representação.

Os vencimentos dos assessores e dos consultores da Presidência oscilam entre os mil e os 2900 euros mensais, mais despesas de representação, nos casos que se justifique. Quanto aos segundos, a única particularidade reside no facto de a sua remuneração ser fixada livremente pelo Chefe de Estado.

No entanto, há casos em que, por não trabalharem a tempo inteiro para a Presidência, os consultores, ou outros colaboradores, não recebem qualquer vencimento. O cirurgião Eduardo Barroso é disso exemplo. Nomeado, em Março de 2001, por Jorge Sampaio para fazer parte, a tempo parcial, do Serviço de Apoio Médico de Belém, Barroso assiste a Presidência a título gratuito.

A administração do património, das finanças e a gestão do pessoal da Presidência são asseguradas pela Secretaria-Geral, dirigida por José de Bragança. Desde o mordomo até ao Museu da Presidência, passando pela Chancelaria das Ordens Honoríficas, é vasto o âmbito das suas competências.

A dois meses das eleições presidenciais o PortugalDiário quis ouvir os principais candidatos quanto aos montantes canalizados pelo OE para a Presidência da República, bem como sobre o seu funcionamento e organização. Não obstante a dignidade e importância do órgão de soberania em causa, a mais alta Magistratura da Nação, só a candidatura de Francisco Louçã se pronunciou.

De acordo com o assessor do candidato apoiado pelo Bloco de Esquerda, «as competências do Presidente da República mantêm-se. E não se verificou um aumento significativo dos dinheiros destinados a Belém. Logo, é uma verba justificada e normal».

In: Portugal Diário

quarta-feira, novembro 23, 2005

COMUNICADO COM COMENTÁRIOS AO ORÇAMENTO DE ESTADO 2006

O Orçamento do Estado (OE) para 2006 baseia-se, num cenário realista quanto ao cenário económico e contém uma novidade importante, a redução de forma duradoira da despesa pública. Invertendo uma tendência que parecia insustentável. Apesar de tudo pensamos que se deve dar nota razoável, já que existiu alguma coragem para medidas estruturantes e necessárias à economia nacional, todavia não de forma ousada como seria desejado.

Com este comunicado queríamos alertar para algumas questões pertinentes deste OE, umas porque nos congratulamos, e outras porque claramente discordamos, ora vejamos:

· O orçamento do Ministério da Educação para 2006 (6.115,8 milhões de euros) representa um quase irrelevante aumento de 0,2% em relação à despesa prevista para 2005, o que discordamos, pois estávamos à espera de mais ambição neste sector. Dentro destes valores terá de se encontrar um equilibro para um conjunto de medidas estruturantes essenciais para nós como: o combate ao insucesso escolar; reafectação e valorização dos recursos; e o alargamento das oportunidades de aprendizagem oferecidas aos estudantes. A despesa com o pessoal continua a absorver uma parcela muito elevada do OE (5.027 milhões de euros), não deixando margem de manobra. A nível do ensino Básico e Secundário voltam a representar a esmagadora fatia da despesa (5.235,5 milhões ). Contudo vemos com satisfação o pedido de autorização legislativa para regular a garantia do Estado a empréstimos a estudantes Universitários.

· As transferências do OE para as autarquias locais ficarão, em 2006, praticamente em valores idênticos a este ano de 2005, ou seja, 2.903 milhões de euros. Os contratos estabelecidos entre o Governo e as autarquias passam a ter, um limite global de 200 milhões de euros, medida que se justifica pela necessidade de contenção.

· Condenamos o aumento da carga fiscal sobre as pensões, previsto no OE, pois este deverá afectar cerca de 30% dos pensionistas (cerca de 840 mil aposentados). Apesar da substancial abrangência da alteração fiscal, a maioria dos reformados não será atingida pela redução das deduções específicas do IRS que incidem sobre os rendimentos das pensões (categoria H).
Ficamos muito longe mais uma vez de resolver a prazo a questão estrutural da Segurança Social.

· No sector da saúde consideramos positivo que se: abra um concurso público para que seja a banca a assegurar o pagamento atempado aos fornecedores externos do Serviço Nacional de Saúde, desde as análises clínicas aos medicamentos; e que o orçamento da Saúde seja superior ao do ano anterior, incluindo o rectificativo. (O OE de 2006, conta com 8.692,3 milhões de euros, mais 0,9% do que em 2005, e espera conseguir poupar em várias áreas). No entanto lamentamos os cortes (1.8 mil milhões de euros) do Programa das Parcerias Público Privadas na saúde, programa muito importante para a reforma do sector.

· O peso da despesa do Estado na economia decresce 0,5 pontos percentuais, em relação à estimativa de execução de 2005. Representará 46,6% da riqueza do país a gerar em 2006. Isto significa que a despesa do Estado contribui em 36% para a redução do défice. O que numa primeira análise parece que de forma muito positiva o Estado reduz o seu peso na economia, no entanto lamentavelmente acaba por ser mais interventivo cobrando mais impostos. Os contribuintes portugueses vão pagar mais 3.000 milhões de euros em impostos e contribuições para a segurança social em 2006, um acréscimo de 6% face ao ano anterior.

· Do lado da despesa, quem paga a factura da redução do défice é a Função Pública. As despesas com o pessoal representam 14,0% do PIB, uma forte redução, de 0,5 pontos, relativamente a 2005. Quem paga esta factura são os funcionários públicos do chamado sub-sector Estado, como professores, pessoal da Defesa e Segurança, entre outros.

· Condenamos qualquer atribuição de verbas respeitantes ao aeroporto da Ota, pois não consideramos que este investimento seja estrategicamente necessário.

· Mais uma vez a tábua de salvação é a venda de património, o Estado espera alcançar um encaixe de 1.563 milhões de euros em 2006. A Galp Energia e a Rede Eléctrica Nacional são as duas empresas apontadas pelo Governo para entrar em bolsa de valores em 2006. Não somos contrários a uma política de privatizações dos grandes sectores da encomia, no entanto, essa não deve ser a forma consistente de resolver os problemas graves de cariz orçamental nacional.

· Vemos com satisfação o combate à deslocalização de empresas para fora do território nacional, mas lamentamos que se use a penalização, em vez da criação de incentivos à sua permanência.

· Lamentamos a inexistência de uma política concertada de combate ao desemprego. Pois assistimos a um crescimento do desemprego, de curta e longa duração, afectando sobretudo a região Norte do país, e o acentuar de dificuldades na busca do primeiro emprego aos jovens.
Com os nossos melhores cumprimentos,

Joaquim Biancard Cruz
Ministro da Finanças Sombra da JSD

Daniel Fangueiro
Presidente da Comissão Política Nacional da JSD

SECÇÃO DA JSD DE LOULÉ LEMBRA DIA DO NÃO FUMADOR

A JSD Loulé celebrou no passado dia 17 de Novembro o dia do Não Fumador com o lançamento de uma campanha de sensibilização relativamente aos malefícios do tabaco.
Para o efeito foi preparado um flyer com informação sobre os componentes químicos do tabaco, os seus efeitos sobre os fumadores passivos e activos, entre outras questões importantes relacionadas com o tema.

CPN-JSD ALIA-SE À CPD-JSD PORTO NA INICIATIVA “QUERO UM EMPREGO”

Durante a campanha eleitoral para as eleições legislativas 2005 o actual Primeiro-Ministro – Eng. José Sócrates prometeu, entre outras coisas, a criação de 150.000 postos de trabalho até ao final da legislatura.
Passados mais de 6 meses desde a tomada de posse do XVII Governo Constitucional parecemos caminhar para o não cumprimento de esta e outras promessas. O clima de contestação social vivido em Portugal é aliás uma clara manifestação de reprovação das medidas tomadas pelo Eng. José Sócrates e pelo seu executivo.
A JSD enquanto estrutura politica de Juventude não poderia deixar de manifestar a sua apreensão pela situação vivida, nomeadamente com o aumento do número de desempregados.
Com o intuito de ajudar o Eng. José Sócrates a cumprir as suas promessas a Comissão Politica Nacional da JSD junta-se à Comissão Politica Distrital da JSD do Porto numa iniciativa que visa recolher o maior número de “Curriculum Vitae” possível para, em data a definir, serem entregues ao líder do Governo.
Comissão Politica Nacional da JSD
09 de Novembro de 2005
queroumemprego@jsd.pt

quinta-feira, novembro 17, 2005

31º ANIVERSÁRIO DA JSD/ALGARVE

No próximo dia 26 de Novembro (Sábado) às 20H00, irá decorrer o jantar comemorativo do 31º aniversário da JSD/Algarve, no restaurante "Teresinha" em Monchique.

O Vice-Presidente do PSD, Comandante Azevedo Soares, será o convidado de honra deste convívio e durante o jantar terá a oportunidade, tal como o nosso líder, Cristóvão Norte, de proferir algumas palavras relacionadas com a juventude e com a actualidade política nacional e regional.



Decorrerá ainda a Tomada de Posse dos novos dirigentes da JSD de Silves, Portimão, Lagos e Monchique (eleitos neste dia).

O custo de cada bilhete é de 10 setas e poderás adquiri-lo junto dos elementos da tua concelhia, ou então envia um e.mail (jsd_algarve@sapo.pt) para efectivares a tua reserva.

Não faltes e traz um amigo!!!

quarta-feira, novembro 16, 2005

ELEIÇÕES PARA CONCELHIAS DA JSD NO BARLAVENTO ALGARVIO

No próximo dia 26 de Novembro (sábado) irá decorrer eleições para a Comissão Politica e Mesa do Plenário nas seguintes concelhias da JSD:

Silves
Hora: 14H00 - 15H00
Local: sede do PSD de Silves

Portimão
Hora: 15H30 - 16H30
Local: sede do PSD de Portimão

Lagos
Hora: 17H00 - 18H00
Local: sede do PSD de Lagos

Monchique
Hora: 19H00 - 20H00
Local: sede do PSD de Monchique

As listas deverão ser entregues à Mesa do Plenário da JSD/Algarve (Thierry - 917824770) até ao 3º dia anterior à data das eleições, devendo cumprir as disposições exigidas nos estatutos da JSD e no seu regulamento interno eleitoral.

segunda-feira, novembro 14, 2005

COMUNICADO DA JSD/ALGARVE

Atendendo a que, recentemente, o Ministro da Ciência e Ensino Superior, Professor Mariano Gago, manifestou publicamente a indisponibilidade do Governo, no decurso desta legislatura, em considerar a possibilidade de abertura de novas faculdades de medicina, a JSD não pode deixar de repudiar esta decisão, que constitui um rude golpe numa das mais ansiadas aspirações dos Algarvios.

A faculdade de medicina poderia constituir, a exemplo do papel aglutinador desempenhado, nas mais diversas áreas, pela Universidade do Algarve, o meio adequado para assegurar a fixação de quadros médicos qualificados na região e, deste modo, garantir a melhoria dos cuidados de saúde prestados às populações. Relembramos, a este propósito, que o Algarve possui uma das taxas mais baixas de médicos por 1000 habitantes no cotejo com as restantes regiões da União Europeia, o que enfatiza a situação dramática em que a região se encontra neste domínio. Mais a mais, nesta estatística, não é considerada a população flutuante, o que agravaria sobremaneira o défice de médicos na região e reforçaria a indispensabilidade da concretização da faculdade de medicina no Algarve.

Será que o Senhor Ministro Mariano Gago ignora a dura realidade de centenas de jovens algarvios que, apesar de serem estudantes exemplares, emigram todos os anos para os “quatro cantos do mundo” para cursar medicina, porque não o conseguem fazer em Portugal e prestar um nobre serviço à sua região? Será que o Senhor Ministro ignora que o PS Algarve, no decurso da última campanha legislativa, integrou essa proposta no programa político que foi submetido a sufrágio? Será que o Senhor Primeiro-Ministro subscreve esta postura autista, prepotente e lesiva da confiança e credibilidade que os políticos querem emprestar à democracia, perpetrada pelo seu Ministro que quer vilipendiar os Algarvios das legítimas expectativas que lhes criaram na campanha eleitoral? Será que o Governo desconhece que nenhuma das sete faculdades de medicina está localizada abaixo do rio Tejo e, por conseguinte, que um terço do país se encontra desprovido de uma infra-estrutura fundamental para atingir o propósito, constantemente proclamado, de atenuar as assimetrias regionais que se agudizam em Portugal?

O Algarve, pelas razões acima aduzidas, necessita imperiosamente de uma faculdade de medicina. A JSD Algarve reafirma, desde já, o seu compromisso em travar este combate, adoptando as medidas adequadas para que este processo seja reaberto. O Algarve não pode, nem assim será com a nossa condescendência, permanecer incompreensivelmente privado de uma infra-estrutura indispensável para o seu desenvolvimento sustentado. Não transigiremos, em nome dos interesses do Algarve e dos Algarvios, com uma concepção tradicional de imobilismo e negligência por parte do poder central nas últimas décadas, independentemente de que quadrante político o Governo seja proveniente. Não somos de hoje pela faculdade de medicina. Não utilizamos a faculdade de medicina como instrumento para criticar o Governo. Somos pela faculdade de medicina, porque somos pelos Algarvios.


Cristóvão Norte
Presidente da JSD Algarve